Lista dos trabalhos aprovados – 34º Encontro Anual da Compós (2025)

GT Comunicação da Ciência e Políticas Científicas “Dr. Drauzio Varella tem a solução dos seus problemas”: mapeando anúncios fraudulentos sobre saúde na Meta.  Carlos Eduardo Barros, Nicole Sanchotene, UFRJ; Débora Gomes Salles, Rose Marie Santini, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Assimetrias estruturais na circulação global do conhecimento e a soberania epistêmica em um mundo multipolar. Thaiane Moreira de Oliveira, Universidade Federal Fluminense; Francisco Paulo Jamil Marques, University of Iowa; Manuel Goyanes, Universidad Carlos III, Mohan Dutta, Massey University of New Zealand. A percepção sobre a Amazônia brasileira do ponto de vista do negacionismo internacional: uma análise do fórum r/climateskeptics no Reddit. Daphane Leilane da Silva, Bianca Maria da Silva Melo, Priscila Muniz de Medeiros, Universidade Federal de Alagoas (UFAL). “A terra não é nossa, nós somos da terra”: perspectivas contracoloniais, localizadas e interseccionais da ciência no Espaço do Conhecimento UFMG. Ana Carolyna Gonçalves; Verônica Soares da Costa, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas. Mimese jornalística como estratégia comunicacional na publicidade nativa de saúde.  Eliana Pegorim Abreu e Silva; Isabela Duarte Pimentel; Lorrana Melo Cordeiro, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio. A disputa discursiva sobre mineração em terras indígenas e o negacionismo ambiental no Twitter. Taiane Volcan, Universidade Federal de Pelotas.  Considerações sobre os movimentos antivacina: cartografia dos conceitos e seus desdobramentos. Ronaldo Henn, Universidade do Vale do Rio dos Sinos.  “É a natureza, não tem o que fazer”: como telejornais brasileiros cobriram eventos climáticos extremos em 2024. Giulia Sbaraini Fontes, INCT-DSI e Universidade de Milão, Andressa Butture Kniess (INCT-DSI), Paulo Ferracioli (Universidade de Bologna).  Estratégias de comunicação nas mídias sociais: uma revisão sistemática de literatura sobre a promoção da saúde pública.  Claudia Regina Ferreira, Universidade Federal do Ceará – UFC. A plataformização dos periódicos científicos na era da cultura digital. Adriana A. Oliveira, Universidade Federal de Juiz de For a – UFJF. Paradigmas científicos nas notícias da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT): uma análise da comunicação institucional em 2023. Jeferson Boldrini da Silva, UFMT/UEMT; Jociene Carla Bianchini Ferreira Pedrini, Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT Cartografando o tema da comunicação científica no catálogo de teses e dissertações da capes: um estudo sob a lupa da bibliometria. Rodrigo Paiva; Netília Silva dos Anjos Seixas, Universidade Federal do Pará – UFPA.  GT Comunicação e Cidadania ALÉM DA SMART CITY: Algoritmo do Oprimido na construção da cidadania. Kenzo Soares Seto, Luana Bulcão e Raquel Paiva ECO-UFRJ – Escola de Comunidação da Universidade Federal do Rio de Janeiro CIDADANIA MIGRANTE: propostas e experiências em comunicação e saúde, Rafael Foletto, UFSM / UNIPAMPA – Universidade Federal de Santa Maria/Unipampa EM BUSCA DE UMA COMUNICAÇÃO DE DESASTRE MAIS CIDADÃ: avaliação da usabilidade de um sistema de monitoramento de informação na internet por lideranças femininas. Paola Primo, Michele Nacif Antunes, Thalita Mascarelo da Silva, Bruna Reis Ribeiro Universidade Federal do Espírito Santo e Fundação Oswaldo Cruz – UFES/Fiocruz EMERGÊNCIA CLIMÁTICA E PODER DE VOZ DE JOVENS: narrativas, desafios e potencialidades Criselli Maria Montipó e Myrian Regina Del Vecchio-Lima Universidade Federal do Paraná – UFPR CIDADANIA COMUNICATIVA NÃO CONTA CROMOSSOMOS: pessoas com síndrome de Down em interrelações com os processos comunicacionais Felipe Collar Berni e Alberto Efendy Maldonado Universidade Federal de Roraima e Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UFR/Unisinos JORNALISMO CRÍTICO-EMANCIPATÓRIO NO ANTROPOCENO: a práxis noticiosa de repórteres indígenas na Amazônia Real e Sumaúma Rafael Bellan e Esther Kerem de Oliveira Soares Universidade Federal do Espírito Santo – UFES PERSPECTIVAS DE COMUNICAÇÃO POPULAR PARA DEMOCRATIZAR A CIDADANIA CULTURAL: análise das práticas comunicacionais do programa nacional dos comitês de cultura Rafaela Zimkovicz, Alicia Felix, Brunna Vasconcellos, Camila Rezende e Giovanna Cabral Universidade Federal do Paraná – UFPR O QUE A CENSURA NÃO CORTOU: uma análise das charges do jornal Movimento em tempos de censura. Rozinaldo Antonio Miani Universidade Estadual de Londrina – UEL CIDADANIA, ARENAS DA ATENÇÃO E DISPUTAS DE PODER: visibilidade e repercussão do VOZ na esfera pública digital. Cinthya Oliveira Universidade Federal Fluminense -UFF A PRODUÇÃO DE ETNOMÍDIAS COMO PRÁTICA DECOLONIAL EDUCOMUNICATIVA: uma abordagem a partir da criação do coletivo. Nhembo’e Katu Pietra Silva Queiroz Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN ANTIFEMINISMOS E SUAS APROPRIAÇÕES MIDIÁTICAS DIGITAIS: implicações para as esferas democrática e cidadã Carla Negrim Fernandes de Paiva e Isadora da Silva Preste Universidade Estadual Paulista – UNESP REPRESENTATIVIDADE E PROTAGONISMO DE GRUPOS MENOS VISIBILIZADOS NA PRODUÇÃO DE JOGOS ELETRÔNICOS Priscila Seixas da Costa Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT-UFRJ GT Comunicação e Cultura Neofluxos comunicacionais sobre a pauta climática a partir da cop da amazônia no Instagram. Jéssica Souza e Walter Teixeira Lima Júnior, Universidade Federal do Pará “Ainda estou aqui” e o cimento social. Juremir Silva e Álvaro Nunes Laranjeira, PUCRS Bumba meu boi do maranhão, cultura ou turismo: a quem atender primeiro? Antônio Jorlan Soares de Abreu e Vinicius da Silva Coutinho, Universidade Federal do Paraná-UFPR e Universidade do Estado da Bahia-uneb Configurações do imaginário e da subjetividade na amazônia paraense urbana: Uma análise da HQ Castanha do Pará. Marcus Correa e Alda Cristina da Silva Costa, Universidade Federal do Pará O outro empoderado: Que horas ela volta, Casa grande, O som ao redor e Bacurau. Miriam de Souza Rossini e Daniel Ricardo Feix, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Universidade do Vale do Rio dos Sinos Misoginia Digital: a voz como marcador de gênero em partidas on-line. José Messias e Catherine Moura, Universidade Federal Fluminense. A circulação extracerebral do imaginário ou a nulificação do orgânico. Jose Name e Norval Baitello Junior, PUCSP. Multiculturalismo e multinaturalismo: sobre habitar o abismo do Antropoceno. Ricardo de Jesus Machado, Universidade Federal do Oeste da Bahia Narrativas autobiográficas em processos de destransição de gênero: o caso Catty Lares. Pedro Henrique Andrade, Escola Superior de Propaganda e Marketing Atrás do gol eu sigo cantando: análise discursiva dos cantos das torcidas de Grêmio e Internacional. Soraya Damasio Bertoncello, PUCRS Imagem e estigma: A Persistência da Demonização das Religiões de Matriz Africana na Mídia. Mauricio Ribeiro da

Lista de Trabalhos Submetidos ao 34º Encontro Anual da COMPÓS – 2025

O período de submissões para o 34º Encontro Anual da COMPÓS foi encerrado em 24 de fevereiro de 2025, totalizando 550 trabalhos submetidos aos 24 Grupos de Trabalho (GTs).  A lista de trabalhos divulgada nesta etapa tem caráter exclusivamente informativo e não implica em aceite, tampouco confirma a adequação dos textos às normas de submissão. A conformidade com as normas será verificada na próxima fase, durante o processo de avaliação e emissão de pareceres.  Ao término da avaliação, cada GT selecionará 12 trabalhos, com base no sistema double blind peer review. A lista final dos trabalhos APROVADOS será divulgada conforme o cronograma, a partir de 2 de abril de 2025. Título INTERFACES COMUNICACIONAIS: enfoques sobre a comunicação por campos vizinhos O jornalismo político opinativo de Camus e o ocaso moral europeu CÍRCULO DE BAKHTIN: sete laços de alteridade em perspectiva dialógico-comunicacional A experiência estética do documentário Chão (2019), de Camila Freitas, no contexto das produções audiovisuais do MST Por uma estética disco Sobre narrativas, jornalismo, racismo (s) e algoritimos Dimensões políticas de um fazer-sentir latino-americano na fotografia contemporânea ENTRE MORTOS (DES)IDENTIFICADOS: santos, devoções e disputas de memórias em meio à Caminhada da Seca A “CENSURA”DE VOLTA NO BRASIL? uma análise das redes discursivas dos candidatos à prefeitura da cidade de São Paulo sobre o banimento do X no Brasil Métodos Digitais e Epistemologias Emergentes no Estudo do Discurso em Plataformas A COBRA NÃO FUMOU: o esquecimento da memória brasileira nos filmes nacionais sobre a Segunda Guerra Mundial Na Comunicação, a Experiência Estética Perspectiva epistemológicas da comunicação na sociedade contemporânea Encruzilhadas fílmicas, rotas afro-atlânticas A noção de memória em Manoel de Barros TRAVESSIAS AFRODIASPÓRICAS EM TRADUÇÃO AUDIOVISUAL: A ecologia marinha reconfigurada  QUAIS SÃO AS PORTAS DA DIVERSIDADE E INCLUSÃO? Uma análise das políticas de ações afirmativas de gênero nos PPG em Comunicação do Brasil O LUGAR SOCIAL DO TEA NA NARRATIVA DOS FILMES: RAIN MAN E TEMPLE GRANDIN   A PEDAGOGIA DE OYÁ: mulheres negras e a desconstrução da estética das colonialidades no currículo e ensino da Comunicação Social Tecnologia e Representação Racial Moçambique e Brasil CIBER-DESAFIOS POR UMA LENTE CRÍTICA DE GÊNERO: comparação Brasil – Itália   Políticas Públicas de Comunicação do Supremo Tribunal Federal: a linguagem simples como objetivo estratégico ESTRATÉGIAS DE DESINFORMAÇÃO NA CAMPANHA ELEITORAL DE 2024 EM MOÇAMBIQUE: o caso dos posts  oficiais do candidato da FRELIMO no Facebook  Trabalho precarizado, identidade estigmatizada:
o enfrentamento às opressões pelas mulheres camelôs
do Movimento Unido dos Camelôs – MUCA “MINHAS BONECAS VOU ENCONTRAR”: a amizade como um fator de modulação de cenas musicais fortalezenses a partir da Berlim Tropical O PESSOAL É POLÍTICO: as estratégias político-comunicativas da mobilização #ExposedCG PODE O CONSUMO SER CITADINO? Entre sociabilidades, mediações, órteses e próteses em Montes Claros/MG PRECISAMOS FALAR SOBRE POLARIZAÇÃO O corpo totêmico como unidade mágica: uma concretude para as noções de magificação PODE-SE EXPLICAR O JORNALISMO PELO SEU DISCURSO? Reflexões epistemológicas para uma matriz teórica do campo  Mass Communication Research e o campo da comunicação no Brasil: uma influência a ser relativizada A TRANSGENERIDADE EM NOVELAS: o casamento como acontecimento discursivo em A Dona do Pedaço, Elas por Elas e Renascer STATUS ATUALIZADO DA CLASSE GERENCIAL: entre progresso e retrocesso OS 50 ANOS DE PUBLICAÇÃO DE “AN INTRODUCTION TO APPLIED SOCIOLOGY” E AS LIÇÕES PARA A PESQUISA APLICADA EM JORNALISMO O Retorno Mítico à Terra-Mãe: a comunicação simbólica com a África negra através dos ritos DEBÍ TIRAR MÁS FOTOS: BAD BUNNY E A REINVENÇÃO DA MEMÓRIA LATINO-AMERICANA COMO ATO POLÍTICO O trabalho do meme em humor anti-veg*nismo no Instagram: Reflexões sobre discurso de ódio e regulação das redes sociais A RETÓRICA DA DIFERENÇA: outsiders e a estratégia do contraste na política Análise de conteúdo do Estado Islâmico: estudo das capas da revista Dabiq (2014-2016) Notas de uma diss track sobre mulheres negras no jornalismo cultural do rap nacional O CASO PALADIN: as enchentes no Rio Grande do Sul e o peso das conspirações em mídias digitais na percepção do cotidiano de uma tragédia Censura e Liberdade de Expressão: os discursos do livro de Coriolano Fagundes O RÁDIO COMO HERÓI: desmistificando sua história Multicartografias de cenas de São Paulo e Rio de Janeiro O QUE É UM VÍDEO “SATISFATÓRIO”? Uma análise exploratória do ASMR no TikTok COMUNICAÇÃO PÚBLICA NO ÂMBITO DO CONSÓRCIO INTERESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AMAZÔNIA: transparência e interesse público Cidadania comunicativa não conta cromossomos: pessoas com síndrome de Down em inter-relações com os processos comunicacionais NEOFLUXOS COMUNICACIONAIS SOBRE A PAUTA CLIMÁTICA A PARTIR DA COP DA AMAZÔNIA NO INSTAGRAM “Ainda estou aqui” e o cimento social Ética antirracista na pesquisa em Comunicação: reflexões iniciais sobre a dimensão racial de práticas de pesquisa DESINFORMAÇÃO EM PERSPECTIVA SEMIÓTICO-INTERACIONAL AMBIÊNCIAS HOMOSSOCIOTÉCNICAS: homossociabilidade e homofilia com espaços masculinistas online COMO AS NEWSLETTERS REFLETEM AS TEORIAS DA COMUNICAÇÃO: Uma análise de conteúdo das newsletters matinais da Folha de S. Paulo e de O Estado de S. Paulo sob as lentes de Agenda Setting e Framing TRANSPARÊNCIA EM ORGANIZAÇÕES PRIVADAS: perspectivas na comunicação DIGITALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO POLÍTICA E PERSONALISMO ELEITORAL NO BRASIL: Análise da relação entre meios de informação e forma de escolha de candidatos nas eleições de 2024 AURA, FETICHE E MITO NA COMUNICAÇÃO DE MARCA POR UMA TEORIA DOS ARQUIVOS E REPERTÓRIOS TELEVISIVOS: Rodrigo Apresentador, memetização e normatividade queer COMUNICAÇÃO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL:  Interações, Simulação e Desafios Éticos na IA Generativa  UMA PROPOSTA DE ORGANIZAÇÃO DOS ELEMENTOS SIMBÓLICOS NO PODCASTING COMO LINGUAGEM Inteligência artificial e novos modelos de governança: quando algoritmos orientam os processos de tomada de decisão nas organizações Ressonanâncias Científicas na Epistemologia da Comunicação O PODCAST NAS DISSERTAÇÕES BRASILEIRAS: domínio da educação em relação aos estudos radiofônicos PLATAFORMAS DIGITAIS COMO SISTEMA DE APARELHOS E ESTRUTURAS HEGEMÔNICAS DE MEDIAÇÃO SOCIAL: Crítica a partir da hegemonia e da Economia Política da Comunicação (EPC) MEMÓRIAS, IMAGENS E AFETOS EM  ARQUIVOS DE CROWDSOURCING DA PANDEMIA A TEMPORALIDADE DOS MULTIVERSOS DIGITAIS: o futuro como repetição de presentes sobrepostos O HEXÁGONO DA DESINFORMAÇÃO: análise do caso das urnas eletrônicas no sindicato de Itapeva ANITTA CONTRA O RACISMO RELIGIOSO: a materialidade comunicacional do

Últimos dias para inscrição do Prêmio Compós de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela

Encerram-se em 16 de fevereiro as inscrições ao Prêmio Eduardo Peñuela de Teses e Dissertações 2025. O Prêmio celebra a excelência da produção científica em nossa área do conhecimento, bem como o esforço dos pesquisadores, seus orientadores e orientadoras, e toda a equipe que compõe os Programas de Pós-Graduação para que o nosso campo seja valorizado, incentivado e fomentado. Lembramos que, conforme seu regulamento, as inscrições para o Prêmio Compós correspondem a trabalhos defendidos no ano de 2024 no âmbito dos programas associados à Compós e em situação regular. Cada PPG deve proceder, de acordo com seus próprios critérios, à escolha dos trabalhos (uma tese e uma dissertação) que o representarão. Acesse o regulamento.

PROCESSO ELEITORAL ELEIÇÕES COMPÓS 2025-2027

A Comissão Eleitoral, constituída e aprovada em reunião ordinária realizada no dia 11 de dezembro de 2024, informa que, em conformidade com o Regimento Eleitoral da Associação dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (COMPÓS), tem início o processo eleitoral para a nova Diretoria da COMPÓS. As inscrições de chapas estarão abertas para os seguintes cargos: Presidência, Vice-Presidência, Secretaria Geral, Tesouraria e Diretoria Científica. O Calendário Geral, aprovado por deliberação do Conselho da COMPÓS, estabelece a abertura do processo eleitoral no dia 10 de fevereiro de 2025. As demais datas e etapas estão descritas a seguir. COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO ELEITORAL Profa. Dra. Soraya Barreto Januário (UFPE) – Presidente da Comissão EleitoralPrograma de Pós-Graduação em Comunicação – Universidade Federal de Pernambuco(PPGCom/UFPE) Profa. Dra. Mônica Cristine Fort (UTP) – Membro da ComissãoPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens – Universidade Tuiuti doParaná (PPGCom/UTP) Profa. Dra. Mirna Tonus (UFU) – Membro da ComissãoPrograma de Pós-Graduação em Tecnologias, Comunicação e Educação (PPGCE/UFU) Suplente: Prof. Dr. Diego Gouveia Moreira (UFPE) – Membro da ComissãoPrograma de Pós-Graduação em Comunicação e Inovação Social – UFPE CALENDÁRIO ELEITORAL I. Período para inscrição de chapas: De 10 de fevereiro a 11 de abril de 2025. II. Procedimento para inscrição de chapas:O material deve ser enviado por correio eletrônico para os membros da Comissão Eleitoral, utilizando os e-mails a seguir: Soraya Barreto Januário – soraya.barreto@ufpe.brMônica Cristine Fort – monicacfort@gmail.comMirna Tonus – mirnatonus@ufu.brDiego Gouveia Moreira – diego.moreira@ufpe.br III. Divulgação dos resultados das inscrições: Na semana seguinte ao encerramento do período de inscrição, a Presidente da Comissão Eleitoral encaminhará um informe ao Conselho Geral e à lista da COMPÓS, divulgando os resultados. IV. Solicitações de impugnação: As solicitações fundamentadas de impugnação deverão ser enviadas ao Presidente da Comissão Eleitoral até 10 dias corridos após a divulgação dos resultados das inscrições. Após esse prazo, as solicitações serão analisadas pelo Conselho Geral, que emitirá seu parecer. A Comissão Eleitoral divulgará o resultado da consulta, que terá validade mediante maioria absoluta de votos. V. Homologação das chapas inscritas: A homologação ocorrerá no dia 18 de abril de 2025. VI. Divulgação das chapas homologadas: Na semana seguinte à homologação, a Diretoria da COMPÓS, que receberá cópia do material enviado pelo Presidente da Comissão Eleitoral, dará conhecimento ao Conselho Geral e à lista da COMPÓS. VII. Divulgação pública das propostas: As chapas poderão expor publicamente suas propostas e defender seus planos de ação apenas após a homologação oficial pela Diretoria da COMPÓS. VIII. Apresentação formal das chapas: As chapas apresentarão suas propostas na Reunião Ordinária do Conselho Geral da COMPÓS, em maio de 2025. IX. Apresentação geral das candidaturas: Após a apresentação formal ao Conselho, as candidaturas serão divulgadas na Lista Geral da COMPÓS. X. Data da eleição: A eleição será realizada no dia 13 de junho de 2025.

ABERTA A PRÉ-INSCRIÇÃO E CHAMADA DE TRABALHOS PARA O 34º. ENCONTRO ANUAL DA COMPÓS

34º. Encontro Anual da Compós – Diversidade de Vozes e Políticas Afirmativas na Comunicação Em 2025, o Encontro Anual da Compós terá como tema “Diversidade de Vozes e Políticas Afirmativas na Comunicação” e abordará, especialmente, a diversidade racial. Entendemos que a discussão para o fortalecimento das políticas de ações afirmativas na área é imprescindível. Em 2025 também teremos outro diferencial, com a seleção de 12 trabalhos em cada um dos 24 Gts, conforme aprovado pelo Conselho Geral da Compós em setembro de 2024. A partir do dia 18 de novembro, o sistema do evento já estará aberto ao envio de trabalhos. O link para realizar a submissão é: https://app.ciente.studio/compos2025 . Lembramos que é necessário realizar antes a pré-inscrição no sistema para submissão de trabalhos ao evento. CHAMADA DE TRABALHOS COMPÓS 2025 O 34° Encontro Anual da COMPÓS ocorrerá de 10 a 13 de junho de 2025, de forma presencial, na Universidade Federal do Paraná (UFPR) em Curitiba, PR.  Para o Encontro Anual de 2025, os 24 GTs da Compós receberão trabalhos de 18 de novembro de 2024 a 18 de fevereiro de 2025 (prorrogado para dia 24 de fevereiro de 2025). Para submeter trabalhos, os autores/as deverão observar as ementas dos GTs disponíveis na página da Compós – https://compos.org.br/nossos-gts/ – e utilizar o template.  Todas as informações adicionais estarão disponíveis no site oficial do que será lançado nos próximos dias e no site da Compós: https://compos.org.br/ CRONOGRAMA Envio de trabalhos para os GTs: de 18/11/2024 a 24/02/2025. Os pareceres serão realizados entre: 26/02/2025 e 26/03/2025.  Coordenadores dos GTs terão até o dia 28/03/2025 para confirmar os aceites no sistema. A lista de trabalhos aprovados será divulgada no site da Compós e no site do evento até 02/04/2025. A programação dos GTs (com os respectivos relatores dos artigos) deverá ser enviada para a vice-presidência e para os participantes do GT por cada coordenador(a) até 28/04/2025. Os (as) relatores(as) dos artigos devem enviar os respectivos relatos para o/a coordenador(a) do GT até 16/05/2024.  O/A coordenador(a) posteriormente enviará aos participantes os relatos de acordo com as normas de cada GT. Regras Gerais de Submissão: Lembramos que o link para submissão dos trabalhos é: https://app.ciente.studio/compos2025 

Carta à Capes sobre as recentes Portarias nº 282, nº 291 e nº 307

A recente publicação da Portaria nº 282, que “institui e regulamenta o Programa Institucional de Pós-Doutorado – PIPD”; da Portaria nº 291, que “dispõe sobre o Programa de Graduação Integrada à Pós-Graduação stricto sensu (GradPG)”; e da Portaria nº 307, que “dispõe sobre os critérios para distribuição de bolsas no âmbito do Programa Institucional de Pós-Doutorado – PIPD, referente ao período de outubro de 2024 a setembro de 2027”, assinadas pela Presidência da Capes, tem causado grande incômodo e preocupação entre as associações científicas das diferentes áreas que integram o Fórum de Ciências Humanas, Socais, Sociais Aplicadas, Linguística, Letras e Artes (FCHSSALLA). A Compós, ao lado de inúmeras instituições, entende que ao privilegiar os Programas de Pós-Graduação (PPGs) avaliados com notas 6 e 7 e alguns com nota 5, os programas GradPG e PIPD da Capes deixam de fora a grande maioria dos PPGs das áreas que integram o FCHSSALLA, algo que está diametralmente na contramão de um dos princípios norteadores de toda a discussão presente na elaboração do novo Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG – 2024-2028), notadamente, no que diz respeito às diretrizes, objetivos e estratégias que visam à mitigação das assimetrias, à melhoria dos processos avaliativos, às políticas de inclusão, à internacionalização, dentre outras.

COMPÓS anuncia os contemplados com o Prêmio COMPÓS de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela 2024

Está concluído o processo de avaliação do prêmio Compós de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela de 2024. Foram 46 dissertações de mestrado e 27 teses de doutorado reconhecidas como as melhores de seus programas para concorrerem ao prêmio que representa a excelência da produção científica na área da Comunicação. Os trabalhos contemplados com o prêmio foram: MELHOR TESE“Somos autistas”: uma cartografia afetiva de enunciados de neurodivergentes no InstagramAutoria: Igor Lucas RiesOrientação: Angie Gomes BiondiPPG: UTP MENÇÃO HONROSARecepção de campanhas de prevenção ao suicídio entre jovens universitáriosAutoria: Rômulo Oliveira TondoOrientação: Elisa Reinhardt PiedrasPPG: UFRGSCoorientação: Pedro MagalhãesPPG: Psiquiatria UFRGS MELHOR DISSERTAÇÃOExperiência estética em ambiente de partilhas: interações de ouvintes e podcasters do AFETOS e Não InviabilizeAutoria: Daniela Borges de OliveiraOrientação: Laan Mendes de BarrosPPG: Unesp MENÇÃO HONROSACiência na televisão durante a pandemia de covid-19: análise da cobertura sobre as vacinas em Fantástico e Domingo EspetacularAutoria: Maíra Margarida Troina Menezes GondimOrientação: Janine Miranda CardosoPPG: Fiocruz Parabenizamos os autores e autoras premiados bem como seus orientadores e orientadoras e respectivos Programas de Pós-Graduação. O prêmio será entregue durante a cerimônia de abertura do 33º. Encontro Anual da Compós, a ser realizado entre os dias 23 e 26 de julho, na UFF, em Niterói/RJ. Agradecemos a valiosa colaboração das comissões julgadoras, compostas por Ana Claudia Mei Alves de Oliveira, Fernanda Elouise Budag, Geane Alzamora, Isaaf Karhawi, Márcio Telles, Mario Luiz Fernandes, Paulo Bernardo Vaz, Rodrigo Carreiro, Sheila Schvarzman e Soraya Barreto Januário (dissertações); Ariane Holzbach, Christina Ferraz Musse, Cristiane Freitas, Daniel Rodrigo Meirinho de Souza, Flávia de Almeida Moura, João Freire Filho, Kátia Lerner, Márcia Tondato, Maria Helena Weber, Patrícia Rebello e Raquel Ritter Longhi (teses). Danilo RothbergCoordenação Executiva da Comissão do Prêmio COMPÓS de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela – 2024Diretoria Científica – COMPÓS

Anúncio dos finalistas do Prêmio Compós de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela – 2024

Está concluída a primeira etapa de avaliação do prêmio Compós de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela de 2024. Foram 46 dissertações de mestrado e 27 teses de doutorado reconhecidas como as melhores de seus programas para concorrerem ao prêmio que representa a excelência da produção científica na área da Comunicação. Após a primeira etapa de avaliações, a Compós tem a alegria de divulgar os cinco trabalhos finalistas em cada modalidade. Os trabalhos estão descritos abaixo, em ordem alfabética de títulos. TESE “Além de preto, viado”: linguagens e produções de sentidos protagonizadas por bichas pretas no cotidiano midiatizadoAutoria: Diego de Souza CottaOrientação: Renata de Rezende RibeiroPPG: UFF – Mídia e Cotidiano Comunicação popular e insurgente da Boa Esperança: circularidade entre território, memória e histórias de vida em “Lagoas do Norte Pra Quem?”Autoria: Sarah Fontenelle SantosOrientação: Maria Ângela PavanPPG: UFRN Etnomultimídia indígena: configurações de vozes de uma demarcação etnomulticomunicacional cidadã e descolonizadora no BrasilAutoria: Raquel Gomes CarneiroOrientação: Alberto Efendy MaldonadoPPG: Unisinos Recepção de campanhas de prevenção ao suicídio entre jovens universitáriosAutoria: Rômulo Oliveira TondoOrientação: Elisa Reinhardt PiedrasPPG: UFRGSCoorientação: Pedro MagalhãesPPG: Psiquiatria UFRGS “Somos autistas”: uma cartografia afetiva de enunciados de neurodivergentes no InstagramAutoria: Igor Lucas RiesOrientação: Angie Gomes BiondiPPG: UTP DISSERTAÇÃO Autonomia disciplinada: o fracasso de uma experiência de cooperativismo de plataformasAutoria: Walmir Roberto Estima do Rego BarrosOrientação: André Luiz Martins LemosPPG: UFBA Bolsonarismo como revolta infamiliar: a estética do estranhamento em memes no TwitterAutoria: Rafael Santos BurgoOrientação: José Luiz Aidar PradoPPG: PUC SP Ciência na televisão durante a pandemia de covid-19: análise da cobertura sobre as vacinas em Fantástico e Domingo EspetacularAutoria: Maíra Margarida Troina Menezes GondimOrientação: Janine Miranda CardosoPPG: Fiocruz Convergências e divergências nos discursos da extrema-direita: um estudo comparativo entre perfis do TwitterAutoria: Maíra OrsoOrientação: Michele Goulart MassuchinPPG: UFPR Experiência estética em ambiente de partilhas: interações de ouvintes e podcasters do AFETOS e Não InviabilizeAutoria: Daniela Borges de OliveiraOrientação: Laan Mendes de BarrosPPG: Unesp Parabenizamos os trabalhos e respectivos autores e autoras selecionados para a segunda fase. O anúncio dos trabalhos premiados deverá ocorrer até 15 de junho de 2024. O prêmio será entregue durante o 33º. Encontro Anual da Compós, a ser realizado entre os dias 23 e 26 de julho, na UFF, em Niterói/RJ.

Lista dos trabalhos aprovados – 33º Encontro Anual da Compós (2024)

Comunicação da Ciência e Políticas Científicas O NEGACIONISMO PRÉ-COVID: uma análise da narrativa jornalística científica de 2016 a 2019Adriano Cansanção (UFPE)  “RATANABÁ” NO YOUTUBE: desinformação, algoritmo e economia da atenção nas recomendações de vídeo Ana Leitão (UFF)  NEGACIONISMO CLIMÁTICO NO YOUTUBE: como argumentos de falsos especialistas repercutem nos comentários da audiênciaCarlos Eduardo Barros Pinto (UFRJ), Daphne Silva (UFAL), Marina Loureiro Santos (UFRJ), Priscila Muniz de Medeiros (UFAL), Débora Gomes Salles (UFRJ), Rose Marie Santini (UFRJ)  A CIÊNCIA E O ETHOS INFORMACIONAL: Tecnologias, colonialidade e soberania digitalJosé Cláudio Siqueira Castanheira (UFF)  A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA EM SAÚDE NO BRASIL: um atravessamento midiatizado entre plataformas de redes sociais e jornaisThalita Mascarelo da Silva (Fiocruz); Victor Israel Gentilli (UFES)  DE CIENTISTAS VISÍVEIS A INFLUENCIADORES DA CIÊNCIA: revisitando conceitos à luz da influência digitalVerônica Soares da Costa (PUC-MG)   INTERATIVIDADE, CONFIABILIDADE E ENGAJAMENTO: revisando estudos sobre comunicação pública da ciência em redes sociais onlineMaria Ataide Malcher (UFPA); Suelen Miyuki Alves Guedes (UFPA); Weverton Raiol (UFPA); Eliane Maria Araujo da Silva (UFRPE) INVESTIMENTO EM PESQUISA, CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL E POLÍTICAS DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: Um estudo da área de Comunicação no BrasilLuiz Otávio Prendin Costa (UFPR); Francisco Paulo Jamil Almeida Marques (UFPR); Andressa Butture Kniess (UFPR) NARRATIVAS DESINFORMATIVAS: O discurso antivacina no TelegramRaquel Recuero (UFPel, UFRGS); Taiane Volcan (UFPel) “EU SOU UM PROGRAMA DE COMPUTADOR”: tensões entre imaginários, materialidades e impactos ambientais em uma entrevista com o ChatGPTSimone Evangelista (UERJ); Renato Guimarães Furtado (UERJ) Comunicação e Cidadania CIDADANIA E MINERAÇÃO DE DADOS: produção de conhecimento pelas favelas do Rio de JaneiroPaulo César Castro; Raquel Paiva (UFRJ) MACHO, MACHO MAN… I’VE GOT TO BE A MACHO!: discurso de ódio bolsonarista contra a população LGBTQIAPN+Janaine Aires (UFRN); Rosangela Fernandes (UFRJ); Suzy dos Santos (UFRJ) MÍDIA NEGRA E DEMANDAS DA SOCIEDADE: uma análise da consulta pública sobre o Plano Nacional de Comunicação AntirracistaAlexandre Barbalho (UECE) O QUE DEFINE O ‘ALTERNATIVO DO JORNALISMO ALTERNATIVO: um estudo de caso sobre a pandemia em PortugalCátia Guimarães (Fiocruz) PARTICIPAÇÃO CIDADÃ NAS REDES SOCIAIS: a crise do lixo em GoiâniaFabrício Soveral; Tiago Mainieri (UFG) POR UM GIRO DECOLONIAL NOS ESTUDOS DE MÍDIA E DEFICIÊNCIAFelipe Collar Berni; Alberto Efendy Maldonado (Unisinos) PRÁTICAS DE COMUNICAÇÃO ANTICOLONAIS PARA ELABORAÇÃO DE UM JORNALISMO DESDE AS MEMÓRIAS E HISTÓRIAS DE VIDASarah Fontenelle Santos (UFMA) PUBLICIDADE SOCIAL NA EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO BRASIL: uma proposta de divulgação colaborativa do Ambiente Virtual de Aprendizagem do SUS (AVASUS)Patrícia Gonçalves Saldanha (UFF); Mauricio da Silva Oliveira Junior (UFRN); Kaline Sampaio de Araújo (UFRN) TECNOPOLÍTICA E AUTONOMIA MIGRANTE: perspectivas de análise de práticas ativistasLiliane Dutra Brignol (UFSM) VIVÊNCIAS INTERCULTURAIS NA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL COM ESTUDANTES INDÍGENASMônica Panis Kaseker (UEL)Comunicação e Cultura MUTAÇÕES DISCURSIVAS DA APOROFOBIA:  A perseguição ao padre Júlio LancellottiÁlvaro Nunes Laranjeira (PUC/RS); Juremir Machado da Silva (PUC/RS) CLAUDIA ANDUJAR, O PROTESTO COMO FORMA DE AMOR, E A A ARTE COMO MÍDIA DO PROTESTO: um diálogo com bell hooks, Harry Pross, Hans Belting e Aby WarburgFabio Cypriano (PUC/SP); Norval Baitello Junior (PUC/SP) JOGANDO COMO UMA GAROTA: uma etnografia virtual sobre mulheres gamers em meio a plataformização da cultura digitalJosé Messias (UFMA); Catherine Moura (UFMA) AS MARCAS DA TENSÃO SOCIOPOLÍTICA NO CINEMA BRASILEIRO CONTEMPORÂNEO: público e privado, crises e violênciasGuilherme Fumeo Almeida (UFF); Miriam de Souza Rossini (UFRGS) BIOGRAFANDO VIDAS EMPRESARIAIS (OU COMO FORJAR UMA CULTURA EMPREENDEDORA)Marcelo dos Santos Marcelino (UFRJ) AS VOLTAS QUE O TEMPO (NÃO) DÁ: consciência humana, dataficação e enlaces temporais na primeira temporada da série WestwordDenise Tavares (UFF); Guilherme Reis (UFF) FRAGMENTOS DE UMA CIDADE ESQUECIDA: o filme “Remoção” e seu repertório de testemunhosGabriel Chavarry Sousa Neiva (PUC/RJ); Creso Soares Júnior (PUC/RJ) DO ORUM AO AYÊ: a contribuição dos quadrinhos brasileiros de super-heróis para narrativas divergentesAdemilton Gomes da Silva Júnior (UFES); Fábio Gomes Gouveia (UFES) ESSE RIO É MINHA VIDA: O barco como forma comunicativa e cultural na Amazônia paraenseGiovane Silva da Silva (UFPA); Alda Cristina Silva da Costa (UFPA) HORA DO XIBÉ: contranarrativas ameríndias ou histórias que sustentam o encantamento do mundoTatiana Castro Mota (UnB) Comunicação e Experiência Estética ARTESANIAS DA ESCUTA DA COMUNICAÇÃO: performance, experiência, fabulaçãoThiago Soares (UFPE); Jorge Cardoso Filho (UFBA/UFRB) CONTRA A UTOPIA DO VISÍVEL: políticas e estéticas da noite no cinema de Ana VazAndré Correa da Silva de Araujo (UFRGS); Bruno Bueno Pinto Leites (UFRGS) ENSAIO PARA UMA COSMOPOÉTICA CABOCLA Tenille Queiroz Bezerra (UFBA) ESTÉTICAS DO COSMOS VIVOCésar Geraldo Guimarães (UFMG); Pedro Cardoso Aspahan (UFMG) FOTOGRAFIAS SITIADAS E A POÉTICA DA RESISTÊNCIA CHILENA Marcela Chaves do Valle (UFRJ) O HABITAR COMO GESTO RELACIONAL: a experiência afrodiaspórica brasileira em “República” de Grace PassôFernando Resende (UFF); Daniel de Moura Pinto (UFF) AS MEMÓRIAS DE UM SMALLTOWN BOY E O ELOGIO DO COSMOPOLITISMO DO POBRE Dieison Marconi (UFRJ) AS MÃOS ACIDENTAIS COMO EXPERIÊNCIA ESTÉTICA: o paradoxo do realismo na imagem técnicaTaís Marques Monteiro (UFPE); Eduardo Duarte (UFPE) PARA DESEJAR O IMPOSSÍVEL: Diários Queer de Lúcio Cardoso e Roland BarthesDenilson Lopes (UFRJ) QUANDO O INVISÍVEL FAZ VIBRAR AS IMAGENS: práticas audiovisuais enquanto processos pedagógicosLeonardo Mont’Alverne Câmara (UFC); Sylvia Beatriz Bezerra Furtado (UFC) Comunicação e Política “YOUTUBERS DO MUNDO, UNI-VOS”: comparação exploratória entre criadores brasileiros e o BreadTube Richard Romancini (USP); Lucas Zambom (UFMG); Nilo Sanchez (USP) DEMANDAS DE GRUPOS EXTREMISTAS: uma proposta metodológica para análise de conteúdo assistida de reivindicações radicais e antidemocráticas em plataformas digitaisBruna de Oliveira (UFMG); Rousiley Maia (UFMG); Tariq Choucair (Queensland University of Technology) A POLÍTICA DA RADICALIZAÇÃO: a direita radical e as mídias digitais nas eleições para a Câmara Federal em 2022Arthur Ituassu (PUC/RJ); Letícia Capone (PUC/RJ); Caroline Pecoraro (PUC/RJ); Vivian Mannheimer (PUC/RJ) TRAJETÓRIAS INTERROMPIDAS, INSULTOS DISSIMULADOS: a violência política de gênero em plataformas digitaisLetícia Sabbatini (UFF); Viktor Chagas (UFF) JORNALISMO MAINSTREAM E POPULISMO DE EXTREMA DIREITA: uma análise da cobertura jornalística das eleições presidenciais do Brasil (2018) e da Argentina (2023)Liziane Guazina (UnB/INCT-DSI); Bruno Araujo (UFMT/INCT-DSI); Ebida Santos (INCT-DSI); Erica Anita Baptista (INCT-DSI) NOVA ROUPAGEM DA CENSURA: deslocamentos e permanências de um legado autoritário Marina Mesquita Camisasca (PUC/MG); Fernanda Nalon Sanglard (PUC/MG); Maiara Garcia Orlandini (UFMG) DESINFORMAÇÃO E O PERFIL DEMOGRÁFICO, POLÍTICO E MIDIÁTICO DOS DESMENTIDOS NO BRASILLuciana Fernandes Veiga (FGV); Eurico Oliveira Matos Neto (FGV); Denisson da Silva Santos (FGV); Victor Rabello Piaia

Jeyciane Elizabeth Sá Santos, menção honrosa do Prêmio Compós de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela de 2023

Em nossa última entrevista, a Compós conversou com Jeyciane Elizabeth Sá Santos, mestra pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação/ Mestrado Profissional da Universidade Federal do Maranhão (PPGCOMPRO/UFMA), e graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela mesma universidade. Jeyciane possui interesse em temáticas que envolvem comunicação, movimentos sociais, trabalho escravo e direitos humanos. Participa da Pós-Graduação em Metodologias para o Ensino da Educação Profissional e Tecnológica (IESF) e da Formação Pedagógica em Letras (UniFaveni). Ela trabalha com a produção de documentários e é pesquisadora desde 2016, momento em que iniciou as vivências como integrante nos estudos sobre Representações do Trabalho Escravo a partir da Mídia. Sua história acadêmica é premiada: em 2017, obteve o 1º lugar no Seminário de Iniciação Científica (SEMIC/UFMA) com sua monografia sobre trabalho escravo e comunicação. E em 2023, recebeu a menção honrosa do Prêmio Compós de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela com a dissertação “Proposta de plataforma digital para o enfrentamento ao trabalho escravo contemporâneo no Maranhão”. Jeyciane foi orientada pela Prof.ª Dr.ª Flávia Moura. Compós: Eu não posso deixar de perguntar a você o que significou para a sua carreira, tanto no âmbito acadêmico, como profissional, receber a menção honrosa do Prêmio Compós de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela 2023? Jeyciane: Receber a menção honrosa do Prêmio Compós foi uma honra incrível. Significou reconhecimento pela dedicação ao meu trabalho, além de me ajudar a entender que fazer o que faço é o que move minha vida. O resultado dessas experiências me levam a querer continuar atuando como jornalista apaixonada pela pesquisa acadêmica, com olhar direcionado ao meu grande sonho que é produzir documentários. Compós: A sua pesquisa é super importante e trata de um tema muito sério em nosso país, que é o trabalho escravo. Ainda hoje somos impactados com notícias sobre pessoas que foram resgatadas, empresas que foram descobertas com pessoas em situação de escravidão ou análogas à escravidão. Como foi pesquisar esse tema? Jeyciane: Pesquisar sobre o tema trabalho escravo contemporâneo é sempre desafiador e impactante. Existem diversas pesquisas que aprofundam olhares em questões complexas como ouvir histórias de sobreviventes para entender as nuances culturais, econômicas e políticas que perpetuam essa realidade. Quando decidi estudar o assunto em 2016, eu queria fazer diferente e fazer de uma forma que envolvesse o entendimento de como a rede de combate se organiza para pautar o assunto na mídia; e ao mesmo tempo, aumentar a conscientização sobre esse problema. Durante o Mestrado Profissional, pensei a Comunicação como estratégia para a garantia dos direitos humanos. Neste sentido, a existência de um lugar na internet com informações reunidas sobre o trabalho escravo contemporâneo pode proporcionar melhores condições para produzir pautas, organizar campanhas além de direcionar esses conteúdos à imprensa e até mesmo para o acesso às políticas públicas. É fato que muitas dessas organizações atuam em todo território maranhense, mas não possuíam um local que contribuísse para a comunicação dessa memória.  Compós: Eu gostaria que você falasse um pouco sobre o que é o trabalho escravo contemporâneo, para quem não está familiarizado com o tema e ainda não teve a oportunidade de ler a sua dissertação. Jeyciane: Segundo o artigo 149 do Código Penal Brasileiro, o trabalho escravo contemporâneo é caracterizado pelos seguintes elementos: trabalho forçado; jornada exaustiva; condições degradantes e servidão por dívida. O trabalho forçado se configura como um tipo de exploração em que ameaças, violência física ou psicológica são utilizadas para manter a produtividade. Na jornada exaustiva, ocorre a obrigação de realizar tarefas além do que o corpo permite, sendo submetido à sobrecarga de trabalho que desconsidera o tempo de descanso necessário para recompor a força. As condições degradantes são caracterizadas principalmente pela violação do direito fundamental, notadamente, os dispostos nas normas de proteção do trabalho e de segurança, higiene e saúde. Muitas vezes quem está submetido a essa situação tem a dignidade violada, sendo obrigado a viver em alojamentos precários, com alimentação insalubre ou mesmo a ausência dela, falta de saneamento básico e até água potável. A servidão por dívida prende o trabalhador ao local de trabalho. Nela, existem dívidas ilegais referentes à cobrança de taxas, como o transporte até o local do serviço, gastos com alimentação, inclusive compra de ferramentas de trabalho, tudo com o preço acima do que foi estabelecido no mercado. No dia do pagamento, o dinheiro que deveria ser entregue permanece no bolso do patrão. Esse contexto de exploração é comum, sobretudo, nas regiões rurais do país. Por exemplo, locais onde trabalhadores e trabalhadoras convivem com diversos tipos de vulnerabilidade social e econômica que, associadas à pobreza, desemprego e violência facilitam a ocorrência do trabalho escravo. Compós: Voltando a falar da sua pesquisa, ela é construída a partir da análise documental, do trabalho de campo e de entrevistas semiestruturadas. É um conjunto robusto de técnicas para uma pesquisa de mestrado. Quais foram os seus desafios durante esse processo? Jeyciane: É uma pergunta interessante porque para respondê-la é necessário fazer uma retrospectiva que mostra o quanto as dificuldades foram significativas para pensar as funcionalidades da plataforma da Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo do Maranhão (COETRAE/MA). Inicialmente, a ideia que apresentei ao Programa de Pós-graduação em Comunicação/ Mestrado Profissional da UFMA era desenvolver um repositório de informações para reunir e facilitar a busca pela temática “escravidão contemporânea no Maranhão”. Com o andamento da pesquisa, ocorreram diversas adequações, sobretudo, após a falta de informações para organizar os dados. O repositório é uma estratégia voltada para a visibilidade e alcance da temática, mas observei ao longo da pesquisa relatos sobre as dificuldades de comunicação dentro da própria rede. Então, como pensar o alcance das informações sendo que o problema começa na base? Ou seja, há necessidade de articular a comunicação das organizações que participam da COETRAE/MA, para assim tornar mais eficiente pautar o assunto na sociedade. O grande desafio foi como pensar a comunicação quando o principal problema identificado é comunicar. A partir disso, chegou-se ao modelo de plataforma que vai além da visibilidade do assunto. É uma estratégia que valoriza a memória da Comissão, dando destaque à sua trajetória, além de reunir