FCHSSALLA realiza segunda live sobre a Consulta Pública do documento “Diretrizes para ética em pesquisa e a integridade científica”

O Fórum das Ciências Humanas, Sociais, Sociais Aplicadas, Linguística, Letras e Artes (FCHSSALLA) realiza nesta terça-feira, 16/5, a segunda live sobre a Consulta Pública do documento “Diretrizes para ética em pesquisa e a integridade científica”, com a participação de Carla Simone Rodeghero – UFRGS, Rogério Christofoletti – UFSC e COMPÓS, Jefferson Mainardes – UEPG, Erimaldo Matias Nicacio – UFRJ. O debate pode ser assistido ao vivo pelo Canal do Fórum no Youtube, por este link: https://www.youtube.com/watch?v=SOAdACyf2LA A ética em pesquisa com seres humanos mobilizou 56 entidades ligadas ao campo acadêmico/científico brasileiro na formulação de diretrizes específicas. O documento proposto pelo FCHSSALLA está disponível para consulta pública e considerações de pesquisadores/as, programas, conselhos e grupos de pesquisa. As contribuições da comunidade científica podem ser inseridas em um formulário online até 1º de julho de 2023. Link: https://shre.ink/kYim Fale conosco: eticaconsulta2023@gmail.com

Entidades científicas lançam manifesto em defesa da regulação das plataformas de Comunicação

Produzido pela COMPÓS, pela ANCIB e pela INTERCOM, e assinado pelas entidades científicas da área de Comunicação, foi lançado o Manifesto em Defesa da Regulação das Plataformas de Comunicação. É urgente a regulação das empresas de plataformas de comunicação! A regulação democrática das empresas de plataformas de comunicação, a exemplo de Alphabet, Meta, TikTok/ByteDance, Telegram entre outras, é uma medida urgente e necessária para assegurar a liberdade de expressão cidadã. A liberdade foi privatizada por esses grupos empresariais que monopolizam o fluxo de informação no mundo. Para o Brasil se tornar uma democracia de fato, é preciso garantir sua soberania informacional. A internet, em vez de um espaço amplo e democrático, tornou-se gradualmente um espaço privatizado e monopolizado pelas formas de negócio dessas e de outras plataformas. A finalidade dessas empresas é atuar como meio de comunicação. Elas extraem a produção de conteúdo de seus usuários como produto a ser organizado e ofertado em fluxo de dados. Esses dados são extraídos dos conteúdos produzidos e também das identidades dos usuários (chamados metadados). Essas informações são processadas e vendidas em lotes para o mercado publicitário (publicidade programática). Dessa maneira, quanto mais um conteúdo se expande na rede, mais atenção ele alcança, e, portanto, mais dados são coletados, maior é a lucratividade. É preciso ressaltar que os dados coletados não compõem apenas lotes de perfis anônimos, produzem, sobretudo, perfis individualizados, cujos cidadãos são localizáveis e identificáveis, inclusive, com suas preferências culturais, políticas e apegos emocionais. As denúncias sobre as campanhas eleitorais de Trump e Bolsonaro demonstraram essas funcionalidades. Além da negociação dos dados em circulação, as empresas de plataformas de comunicação lucram com o volume de circulação. Acontece que esse volume de circulação não se dá de forma espontânea como somos levados a imaginar. Pagar para impulsionar é uma prática que pode ser direta, comprada na própria empresa, ou de forma indireta, por meio de impulsionamento artificial – seja por robôs, seja por cliques feitos por humanos (as fazendas de cliques). É assim que cenas de ataques a crianças são viralizadas. É assim que o incentivo ao uso de armas cresce. É assim que as Fake News ganham credibilidade. Essas operações das plataformas são a origem da expansão da desinformação e de discursos de ódio. Os discursos que atacam o fundamento da cidadania e da democracia têm, portanto, como fábrica, agentes interessados que pagam pelo impulsionamento nas formas aqui explicadas, mas, só ganham a expansão e dimensão que têm por causa desse funcionamento das plataformas. Os termos de uso dessas empresas de plataformas de comunicação impedem qualquer reclamação do usuário em relação ao funcionamento do respectivo negócio. Esses termos de uso colocam em xeque inclusive a Constituição Nacional. A soberania nacional, a propriedade dos dados e a liberdade de expressão dos cidadãos estão nas mãos desses termos de uso. Regular, portanto, é garantir que o cidadão tenha direitos sobre os seus dados, sem perder o direito de uso das tecnologias hoje tão necessárias para a nossa vida cotidiana. ● Regular é garantir o direito à liberdade de expressão. ● Regular é garantir a internet como espaço mais seguro para a comunicação entre os cidadãos, para o trabalho e para os negócios. ● Regular é um primeiro passo para o Brasil pensar em sua soberania tecnológica. ● Precisamos de um órgão autônomo e independente – de governo e das empresas de plataformas – que seja capaz de aplicar a necessária legislação regulatória. #RegulaJá Assinam:

Lista dos trabalhos aprovados – 32º Encontro da COMPÓS

Comunicação da Ciência e Políticas Científicas JORNALISMO CIENTÍFICO E O ESPAÇO DE VISIBILIDADE DA PESQUISA NAS ASSESSORIAS DE COMUNICAÇÃO UNIVERSITÁRIASNicole Pasini Trevisol (UFSC); Richard Perassi Luiz de Sousa (UFSC) A FACE ACADÊMICA DO IMPERIALISMO: REDES INTERNACIONAIS, FORMAÇÃO DE JORNALISTAS E AS DISPUTAS PELA “VERDADE”Afonso de Albuquerque (UFF) CADA SEGUNDO CONTA: Urgência, paralisia e política nas narrativas sobre a crise climática no TikTok BrasilSimone Evangelista (UERJ); Marcelo Garcia (FIOCRUZ) LITERACIA MIDIÁTICA E NEGRITUDE: EMERGÊNCIAS DECOLONAIS EM CONTEXTOS DE COMUNICAÇÃO PÚBLICA DA CIÊNCIADaniel Lucas Santos da Silva (UFJF) Comunicação científica e o Boletim do Museu  Paraense Emílio Goeldi:  algumas percepções de produção científica (1894-1956)Rodrigo Paiva (UFPA); Netilia Silva dos Anjos Seixas (UFPA) DIREITOS REPRODUTIVOS E CIÊNCIA: perspectivas feministas sobre o jornalismo científico de Gênero e NúmeroVerônica Soares da Costa (PUC Minas); Juliana Soares Gonçalves (UFBA); Bárbara Lima (UFMG); Maria Gislene Carvalho Fonseca (UFMA) DESINFORMAÇÃO SOCIOAMBIENTAL COMO FERRAMENTA DE PROPAGANDA: Uma análise multiplataforma sobre a crise humanitária YanomamiPriscila Medeiros (UFAL); Débora Gomes Salles (UFRJ); Marina Loureiro Santos (UFRJ); Rose Marie Santini de Oliveira (UFRJ) PODEMOS FALAR EM “DESOCIDENTALIZAÇÃO” DA PESQUISA EM COMUNICAÇÃO? Um estudo sobre a produção de artigos de países do BRICS entre 2012 e 2021Naiza Comel (UFPR); Chirlei Kohls (UFPR); Maíra Orso (UFPR); Luiz Otávio Prendin Costa (UFPR); Francisco Paulo Jamil Marques (UFPR) JORNALISMO AMBIENTAL E CIDADANIA: Brumadinho nas capas das RevistasJociene Carla Bianchini Ferreira Pedrini (UFMT); Weverton da Silva Correa (UFMT); Barbara Argôlo Soares (UFMT); Tuani Awade Nunes da Mata (UFMT); Jeferson Boldrini da Silva (UFMT);  Igor Aparecido Dallaqua Pedrini (UFMT) HOWIE & OS OUTSIDERS: um projeto audiovisual para divulgação científica.Adriana Braga (PUC Rio) Comunicação e Cidadania Pesquisar-junto de pessoas com deficiência: uma aposta transmetodológica e anticapacitista para o campo da ComunicaçãoFelipe Collar Berni (UNISINOS); Alberto Efendy Maldonado (UNISINOS) Ocupe Estelita: experiência de cidadania e comunicação comunitária em RecifeLuana Bulcão (UFRJ); Raquel Paiva (UFRJ) MÍDIA, MIGRAÇÃO E NEOLIBERALISMO: análises sobre a experiência de mobilidade apresentada como empreendimento de sucesso e inspiraçãoJúlia Afonso Lyra (UFPE); Sofia Cavalcanti Zanforlin (UFPE) DA PRONÚNCIA DA DOMINAÇÃO ÀS PRONÚNCIAS EXISTÊNCIAS AMAZÔNICAS COMO CONSTITUINTES DO BEM VIVER COLETIVOCélia Regina Trindade C. Amorim (UFPA) Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB): a busca de outra comunicação possívelYasmin Gatto (UFMG); Elton Antunes (UFMG) CIDADANIA CONTRA DESINFORMAÇÃO: práticas de educação midiática em desertos de notíciasElaine Souza (UFMA/UNIFESSPA); Janine Rocha Bargas (UNIFESSPA) DO CONSUMO CULTURAL AO ACESSO: Uma perspectiva decolonial na construção da cidadaniaDulce Mazer (UFRGS) O CONSUMO CULTURAL DE JOVENS RURAIS: apropriações e usos das redes sociais na sociedade contemporâneaEvilene Abreu (UFC); Catarina Tereza Farias de Oliveira (UFC) COMUNICAÇÃO PARA A HEGEMONIA POPULAR: As articulações globais de movimentos populares CLOC, Via Campesina e ALBA Movimentos em contexto de crise política na América LatinaPablo Nabarrete Bastos (UFF); Rozinaldo Antonio Miani (UEL); Solange Inês Engelmann  (UFF) A MORTE CELEBRADA: discurso de ódio, desinformação e eliminação das minorias na radiodifusãoJanaine Aires (UFRN) ; Rosangela Fernandes (UFRJ); Suzy dos Santos (UFRJ) Comunicação e Cultura As salas de cinema como ambientes:  Ecologia dos meios, memória e a estética das atraçõesWilson Oliveira da Silva Filho (UFF); Márcia Cristina da Silva Sousa (UFF) VILÉM FLUSSER E GUIMARÃES ROSA: APROXIMAÇÕESDiogo Andrade Bornhausen (FAAP) ; Gustavo de Castro (UNB) VERDADE E MOBILIZAÇÕES AFETIVAS: testemunhos de pessoas classificadas com depressão em Folha e O GloboAugusto Bozz (UFRJ) “NINGUÉM SERÁ POR NÓS SEM SER NÓS MESMOS”: COMUNICAÇÃO, IDENTIDADE E PROTAGONISMO INDÍGENAHericley Serejo Santos (UFPA); Vânia Maria Torres Costa (UFPA) SEMIOFAGIAS CANIBAIS: implicações de uma  Semiótica Multinaturalista da CulturaRicardo de Jesus Machado (UFOB) A DOMESTICAÇÃO DOS INFÔMATOS: reviravoltas na cultura das interaçõesAna Erthal (ESPM); Luiz Guilherme de C. Antunes (USP) AUDIOVISUAL, CULTURA E HEGEMONIA: O mecanismo e a desqualificação da políticaGuilherme Fumeo Almeida (UFF); Miriam de Souza Rossini (UFRGS) Utopia ancestral como expressão cultural na obra de Ailton KrenakJuremir Silva (PUCRS); Álvaro Nunes Larangeira (UFES) MASSAS VIRTUAIS E SUA CONSTITUIÇÃO. Funeral como espetáculo midiático mundial: as imagens da morte de Elizabeth IINorval Baitello Júnior (PUC SP); Nísia Martins do Rosário (UFRGS) A comunicação indígena digital no BrasilEliete Pereira (USP) Comunicação e Experiência Estética FLÂNERIE  PELAS CIDADES IMAGINÁRIAS DO FUTUROEduardo Duarte (UFPE) FERAL ATLAS E PROJETO SELVAGEM: constelações e compostagens de imagens nas curvas do tempo espiralarRaquel Assunção Oliveira (UFRN) TESTEMUNHAR (IN)FINITO: notas sobre as reminiscências de Rithy Panh em seus livros-testemunhosRicardo Lessa Filho (UFMG); Frederico Vieira (UFMG) Rumo A Uma Teoria Da Política Dos Contatos Com Objetos De Arte: uma crítica à colonialidade da estética, e uma proposta relacionalMário Rolim (UFPE) Quem é a imaginação na fila do pão do fim do mundo?Lina Cirino (USP) UM “HOMME FATALE” DESPIDO PARA MATAR: estética e política do criminoso queer em Um estranho no lagoDieison Marconi (UFRJ); Gabriela Ramos Machado de Almeida (ESPM) É O FIM DO MUNDO E EU ME SINTO BEMDenilson  Lopes (UFRJ) A COSMOPOLÍTICA DA IMAGEM NO CINEMA DOCUMENTÁRIO ENTRE OS GUARANIJosé Serafim (UFBA); Iago Porfírio (UFBA) CINEMA FUTURÍVEL: ESTÉTICAS E TECNOLOGIAS ANCESTRAIS EM TERRA EM TRANSE E ÔRÍSamuel Macêdo do Nascimento (UFC) A estética do quilombismo: as imagens de Abdias NascimentoGilberto Alexandre Sobrinho (UNICAMP) Comunicação e Política Analisando a consistência do fact-checking em debates políticosThales Vilela Lelo (UNB) Teorias conspiratórias, redes digitais e crise epistêmica da democraciaCamilo Aggio (UFMG) DEFESA DA HONRA E DIREITO À COMUNICAÇÃO: a democracia dos antagônicos na CPMI das fake newsMaira Moraes (UNB) AS IMPLICAÇÕES DE RAÇA NAS DEMANDAS POR PUNIÇÃO: análise de notícias e comentários sobre violênciaGabriella Hauber (UTFPR) “Quer entender melhor? Então vem comigo”: análise de autenticidade e técnicas persuasivas de vlogs da Nova Direita no YouTubeNilton Cesar Monastier Kleina (UFPR); Rafael Cardoso Sampaio (UFPR) A TRAMA ACONTECIMENTAL FEITA  DE DISPUTAS POLÍTICAS E COMUNICACIONAISFiorenza Zandonade Carnielli (UFRGS); Maria Helena Weber (UFRGS) (DES)POLITIZAÇÃO DO ATIVISMO: uma proposta metodológica das dinâmicas comunicacionais em ambientes digitaisMaiara Orlandini (UFMG); Rousiley Maia (UFMG) LENÇOS VERDES EM TODOS OS LUGARES: a circulação da informação como estratégia de ativismo feminista pelo direito ao aborto na ArgentinaLuciane Leopoldo Belin (UFPR); Kelly Cristina de Souza Prudencio (UFPR)CULTURA POLÍTICA DIGITAL DO BOLSONARISMO: em busca do conceito perdidoSamuel Anderson Rocha Barros (UFBA); Viktor Chagas (UFF) Gender Expectations in Campaigns: the hegemony of male perspective over

COMPÓS anuncia os finalistas do Prêmio COMPÓS de Teses e Dissertações Eduardo Peñuela – 2023

Os trabalhos estão em ordem alfabética. TESE A experiência negra de ranqueamento social na Uber: uma reflexão racializada da vigilância contemporânea – Naiara Silva Evangelo – UERJ Comunicadoras Indígenas e a Descolonização das Imagens – Andrielle Cristina Moura Mendes Guilherme – UFRN Contribuições africanas para o ensino do Jornalismo: as experiências de Angola e Moçambique – Edwin dos Santos Carvalho – UFSC Mediações comunicativas do trabalho “criativo”: novos caminhos, mapas antigos – Nathália Drey Costa – UFSM ‘Transver o mundo’: o Dia Nacional da Visibilidade Trans pela ótica de pessoas, campanhas e notícias – Tatiana Clébicar Leite – Fiocruz DISSERTAÇÃO Chatbots feministas: um estudo de caso das robôs Fabi Grossi e Beta Feminista – Letícia Sabbatini Malta Amaral da Silva – UFF Comunicação Fotografia dos Povos Originários no Instagram: análise e retomada – Helosa Maria de Castro Araújo – UFC O comprimento do desejo: cabelos longos e as performances negras do feminino – Gabriela Isaias de Sousa – UFRJ Proposta de plataforma digital para o enfrentamento ao trabalho escravo contemporâneo no Maranhão – Jeyciane Elizabeth Sá Santos – UFMA São Luís Wakanda Forever: reivindicações de afrofuturos em torno do Pantera Negra Chadwick Boseman – Alexandre Souza da Silva – UFBA Parabenizamos os trabalhos que foram para a segunda fase! O anúncio da tese e da dissertação vencedora será dia 26 de maio.

Aberta consulta pública para documento que propõe sistema próprio para ética em pesquisas nas humanidades

O Fórum de Ciências Humanas, Sociais, Sociais Aplicadas, Linguística, Letras e Artes abriu consulta pública para o Documento de Ética na Pesquisa, elaborado pelo Grupo de Trabalho (GT) de Ética em Pesquisa do FCHSSALA. O texto propõe a criação de um novo sistema de avaliação ética própria para as áreas de conhecimento ligadas às humanidades. As contribuições da comunidade científica podem ser inseridas em um formulário online até 1º de junho de 2023. O GT, que conta com a participação da COMPÓS, por meio da atuação do professor Rogério Christofoletti (UFSC), foi recomposto em 2022 “para dar continuidade às ações que vinham sendo realizadas desde 2013 e para dar conta de desafios atuais como acompanhar a tramitação do Projeto de Lei Nº 7.082/2017, que dispõe sobre a pesquisa clínica com seres humanos e institui o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa Clínica com Seres Humanos, e que está em regime de urgência para votação na Câmara Federal”. O Grupo também atuou para “dar continuidade à luta pela criação de uma regulação ética específica e mais adequada às áreas do Fórum, desvinculada da Saúde e do Sistema CEP/Conep; e elaborar um documento de posicionamentos e diretrizes gerais para orientar sobre cuidados e procedimentos éticos em pesquisas com seres humanos”, partindo da constatação “… de que a ética é um dos elementos estruturantes da pesquisa e que deve ser objeto de debate e de reflexões permanentes”. Após o período de consulta e possíveis ajustes, as diretrizes devem subsidiar o debate de representantes das entidades do Fórum com o Governo Federal e com o parlamento. O objetivo é o aperfeiçoamento e a construção de um sistema para gestão da ética desburocratizado, menos moroso e sensível a pesquisas nas humanidades.

548 trabalhos foram submetidos ao 32º Encontro da COMPÓS

Encerrado o período de submissões em 20 de março de 2023, 548 trabalhos foram submetidos aos 24 GTs do 32º Encontro da COMPÓS. A lista de trabalhos aqui divulgada tem apenas finalidade informativa e não implica aceite nem que o texto submetido está de acordo com as normas de submissão, conferência esta que será feita na fase de avaliação e emissão de pareceres.  Ao final do processo de avaliação, serão selecionados 10 trabalhos por GT, avaliados por double blind peer review. A lista de trabalhos aprovados será divulgada em 28 de abril de 2023. Titulo GT OS DESAFIOS DE COMUNICAÇÃO PÚBLICA DAS CIÊNCIAS NA MUTAÇÃO CLIMÁTICA: um olhar a partir do pensamento de Bruno Latour Comunicação da Ciência e Políticas Científicas Divulgação científica e Covid-19: análise de comentários em vídeos do canal Átila Iamarino no Youtube Comunicação da Ciência e Políticas Científicas A CIÊNCIA ALINHADA AO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: Comunicação estratégica e integrada Comunicação da Ciência e Políticas Científicas JORNALISMO CIENTÍFICO E O ESPAÇO DE VISIBILIDADE DA PESQUISA NAS ASSESSORIAS DE COMUNICAÇÃO UNIVERSITÁRIAS Comunicação da Ciência e Políticas Científicas A FACE ACADÊMICA DO IMPERIALISMO: REDES INTERNACIONAIS, FORMAÇÃO DE JORNALISTAS E AS DISPUTAS PELA “VERDADE” Comunicação da Ciência e Políticas Científicas HOWIE & OS OUTSIDERS: um projeto audiovisual para divulgação científica Comunicação da Ciência e Políticas Científicas A CIRCULAÇÃO DE DESINFORMAÇÃO SOBRE CÂNCER NO YOUTUBE: POLITIZAÇÃO E JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE NO CASO DA FOSFOETANOLAMINA Comunicação da Ciência e Políticas Científicas CADA SEGUNDO CONTA: Urgência, paralisia e política nas narrativas sobre a crise climática no TikTok Brasil Comunicação da Ciência e Políticas Científicas LITERACIA MIDIÁTICA E NEGRITUDE: EMERGÊNCIAS DECOLONAIS EM CONTEXTOS DE COMUNICAÇÃO PÚBLICA DA CIÊNCIA Comunicação da Ciência e Políticas Científicas Comunicação científica e o Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi: algumas percepções de produção científica (1894-1956) Comunicação da Ciência e Políticas Científicas ESTRATÉGIAS DE MIDIATIZAÇÃO DE PERIÓDICOS CIENTÍFICOS Comunicação da Ciência e Políticas Científicas MANUAL DE COBERTURA JORNALÍSTICA DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM RORAIMA: panorama e perspectivas sobre a emergência climática Comunicação da Ciência e Políticas Científicas MEDIA INTERVENTIONS NO CONTEXTO DOS DESASTRES E DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS: experiências da educação e da comunicação de riscos Comunicação da Ciência e Políticas Científicas DIREITOS REPRODUTIVOS E CIÊNCIA: perspectivas feministas sobre o jornalismo científico de Gênero e Número Comunicação da Ciência e Políticas Científicas DESINFORMAÇÃO SOCIOAMBIENTAL COMO FERRAMENTA DE PROPAGANDA: Uma análise multiplataforma sobre a crise humanitária Yanomami Comunicação da Ciência e Políticas Científicas  PODEMOS FALAR EM “DESOCIDENTALIZAÇÃO” DA PESQUISA EM COMUNICAÇÃO? Um estudo sobre a produção de artigos de países do BRICS entre 2012 e 2021 Comunicação da Ciência e Políticas Científicas JORNALISMO AMBIENTAL E CIDADANIA: Brumadinho nas capas das Revistas Comunicação da Ciência e Políticas Científicas  O QUE FEZ O GIGANTE ACORDAR? Práticas e mediações em Junho de 2013 Comunicação e Cidadania COMUNICAÇÃO COM A SOCIEDADE: o tratamento de setores da imprensa catarinense acerca de uma universidade pública Comunicação e Cidadania Indianidade genérica e cidadania comunicativa: a identidade indígena na etno comunicação roraimense Comunicação e Cidadania Pesquisar-junto de pessoas com deficiência: uma aposta transmetodológica e anti capacitista para o campo da Comunicação Comunicação e Cidadania “MAIS ADRENALINA E MENOS GASOLINA”: a participação popular em defesa da bicicleta em Fortaleza Comunicação e Cidadania Ocupe Estelita: experiência de cidadania e comunicação comunitária em Recife Comunicação e Cidadania Autista à vista: como universidades brasileiras lidam com pessoas portadoras do Transtorno do Espectro Autista em seus processos de seleção para doutorado Comunicação e Cidadania MÍDIA, MIGRAÇÃO E NEOLIBERALISMO: análises sobre a experiência de mobilidade apresentada como empreendimento de sucesso e inspiração Comunicação e Cidadania SUAVE, INSENSÍVEL E INVISÍVEL: uma revisão integrativa acerca da violência simbólica em produtos midiáticos Comunicação e Cidadania De comunicadores comunitários à lideranças políticas nas favelas a partir da pandemia da COVID-19 Comunicação e Cidadania DA PRONÚNCIA DA DOMINAÇÃO ÀS PRONÚNCIAS EXISTÊNCIAS AMAZÔNICAS COMO CONSTITUINTES DO BEM VIVER COLETIVO Comunicação e Cidadania CATEGORIAS DO PENSAMENTO DE PAULO FREIRE E SUA INCIDÊNCIA NA EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO POPULARES Comunicação e Cidadania Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB): a busca de outra comunicação possível Comunicação e Cidadania CIDADANIA CONTRA DESINFORMAÇÃO: práticas de educação midiática em desertos de notícias Comunicação e Cidadania A CONFIGURAÇÃO DA CIDADANIA DIGITAL NO INSTAGRAM E O USO DA HASHTAG #FLORESTAEMPÉ COMO FORMA DE MOBILIZAÇÃO DECOLONIAL SOBRE A AMAZÔNIA Comunicação e Cidadania DO CONSUMO CULTURAL AO ACESSO: Uma perspectiva decolonial na construção da cidadania Comunicação e Cidadania PLATAFORMAS DE MÍDIA SOCIAL COMO INTERFACE SOCIOESTATAL: utilização do Facebook e do Instagram pelas prefeituras da microrregião de Varginha-MG Comunicação e Cidadania O CONSUMO CULTURAL DE JOVENS RURAIS: apropriações e usos das redes sociais na sociedade contemporânea Comunicação e Cidadania DEMOCRACIA DIGITAL POPULAR: modelo conceitual para a participação cidadã híbrida Comunicação e Cidadania COMUNICAÇÃO PARA A HEGEMONIA POPULAR: As articulações globais de movimentos populares CLOC, Via Campesina e ALBA Movimentos em contexto de crise política na América Latina Comunicação e Cidadania A MORTE CELEBRADA: discurso de ódio, desinformação e eliminação das minorias na radiodifusão Comunicação e Cidadania EM BUSCA DE UMA COMUNICAÇÃO DE DESASTRE MAIS CIDADÃ: Avaliação da usabilidade de um sistema de monitoramento de informação na internet por lideranças femininas Comunicação e Cidadania  TELEJORNALISMO CIDADÃO ENTRE A PROMESSA E A EFETIVAÇÃO: um estudo de caso Comunicação e Cidadania  As salas de cinema como ambientes: Ecologia dos meios, memória e a estética das atrações Comunicação e Cultura VILÉM FLUSSER E GUIMARÃES ROSA: APROXIMAÇÕES Comunicação e Cultura A TEORIA DA EMIGRAÇÃO E IMIGRAÇÃO DE VILÉM FLUSSER: uma contribuição para a comunicação e cultura Comunicação e Cultura MASSAS VIRTUAIS E SUA CONSTITUIÇÃO. Funeral como espetáculo midiático mundial: as imagens da morte de Elizabeth II Comunicação e Cultura O esporte para além de uma vida ordinária Comunicação e Cultura VERDADE E MOBILIZAÇÕES AFETIVAS: testemunhos de pessoas classificadas com depressão em Folha e O Globo Comunicação e Cultura Escravidão contemporânea e representações: uma análise do caso Madalena Santiago Comunicação e Cultura “NINGUÉM SERÁ POR NÓS SEM SER NÓS MESMOS”: COMUNICAÇÃO, IDENTIDADE E PROTAGONISMO INDÍGENA Comunicação e Cultura A CURA PELA IMAGEM: de Aby Warburg às imagens sacras do catolicismo popular de Canindé-CE,

Submissões para o Encontro de 2023 são prorrogadas até 20 de março

As submissões de trabalhos para o 32º Encontro Anual da COMPÓS foram prorrogadas até 20 de março de 2023. São 24 Grupos de Trabalho (GTs) que abrangem uma variedade de temas do campo da Comunicação. Confira as novas datas, as ementas dos GTs e faça sua submissão para mais esse encontro. CRONOGRAMA Envio de trabalhos para os GTs: 15 de dezembro de 2022 a 20 de março de 2023 (app.ciente.studio/compos2023). O período para pareceres será de 21/03/2023 até 21/04/2023. O/A coordenador(a) terá até o dia 27/04/2023 para completar os aceites no sistema. Serão selecionados 10 trabalhos por GT. A lista de trabalhos aprovados será divulgada no site da Compós e no site do evento em 28/04/2023. A programação dos GTs (com os respectivos relatores dos artigos) deverá ser  enviada para a vice-presidência e para os participantes do GT por cada coordenador(a) até 01/05/2023. Os (as) relatores(as) dos artigos devem enviar os respectivos relatos para o/a coordenador(a) do GT até  15/06/2023. Neste ano, as atividades retornam à modalidade presencial, para continuarmos fortalecendo a Ciência brasileira, com trocas, diálogos e reflexões na permanente construção de conhecimentos fundamentais para a vida social. O Encontro da COMPÓS 2023 é uma promoção conjunta dos PPGs de Ciências da Comunicação (PPGCOM) e de Meios e Processos Audiovisuais (PPGMPA) da Escola de Comunicações e Artes da USP.

8 de março – Dia Internacional das Mulheres

Nós, mulheres da área da Comunicação! Nós, mulheres da área da Comunicação, somos a maioria! A maioria que se soma com as mulheres brasileiras, que são a maioria como seres viventes deste Planeta. No entanto, também somos maioria na condição de discriminadas socialmente. Sempre a questão feminina! Temos sede de justiça, de liberdade, de igualdade de direitos. É preciso mudar o sistema de exploração das mulheres como força de trabalho barata e descartável, é preciso acabar com as violências de todo o tipo contra todas as mulheres. Precisamos dar um BASTA ao assédio moral, sexual, às violações de direitos e aos feminicídios! A mudança começa com o justo reconhecimento de que somos iguais, capazes e competentes. Por que temos menores salários? Por que, nas instituições de ensino e pesquisa, não ocupamos os cargos centrais? Vamos continuar essa luta que vem de longe e vamos honrar essa herança de lutadoras corajosas. Todas nós fazemos nossa parte na batalha diária contra a discriminação. Neste 8 de março de 2023, a diretoria da COMPÓS quer saudar e lembrar todas as mulheres com a singela homenagem às atuais e às ex-diretoras da nossa entidade que, nesses 32 anos de existência, tem contado com a contribuição de excelência dessas colegas e de todas nós intelectuais, pesquisadoras e cientistas da área da Comunicação. Nossa homenagem às colegas que ajudam a construir a COMPÓS e a área da Comunicação no Brasil, especialmente as diretoras e ex-diretoras da nossa entidade: PRESIDENTES Itania Maria Mota Gomes (UFBA) – 2009-2011 Roseli Fígaro (USP) – 2021-2023 Vera Regina Veiga França (UFMG) – 2001-2003 VICE-PRESIDENTES Ana Silvia Lopes Davi Médola – (UNESP/Bauru) 2007-2009 Angela Pryston (UFPE) – 2005-2007 Cristiane Freitas Gutfreind (PUC-RS) – 2015-2017 Inês Vitorino (UFC) – 2013-2015 Ione Ghislene Bentz (UNISINOS) – 1997-1999 Isaltina Gomes (UFPE) – 2017-2019 Itania Gomes (UFBA) – 2011-2013 Maria Ceres Pimenta Spínola Castro (UFMG) – 1995-1997 Maria Helena Weber (UFRGS) – 2001-2003 Nísia Martins do Rosário (UFRGS) – 2019-2021 Raquel Recuero (UFRGS) – 2021-2023 TESOUREIRA Camilla Quesada Tavares (UFMA) – 2021-2023 SECRETÁRIAS-GERAL Alê Primo (UFRGS) – 2005-2007 Ana Carolina Escosteguy (PUC-RS) – 2009-2011 Denize Correa Araújo (UTP) – 2007-2009 Gisela Castro (ESPM) – 2017-2019 Gislene Silva (UFSC) – 2013-2015 Inês Vitorino (UFC) – 2011-2013 Maria Lúcia Santaella (PUC-SP) – 1991-1993 Raquel Paiva de Araújo Soares (UFRJ) – 2001-2003 Simone Pereira de Sá (UFF) – 2003-2005 Por igualdade de direitos, reconhecimento e respeito! Força, mulheres da Comunicação!

Comissão eleitoral anuncia abertura para Inscrições de Chapas para a Eleição da Diretoria da COMPÓS (2023-2025)

A Comissão Eleitoral constituída e aprovada em reunião ordinária da entidade no dia 14 de dezembro de 2022 informa que, em cumprimento ao Regimento Eleitoral da Associação dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (COMPÓS), tem início o novo processo eleitoral para a Diretoria da COMPÓS, com inscrição de chapas para os cargos de Presidência, Vice-Presidência, Secretaria Geral, Tesouraria e Diretoria Científica. O Calendário Geral aprovado prevê a abertura do processo eleitoral no dia 07 de março de 2022, por deliberação do Conselho da Compós. As demais datas estão abaixo descritas. MEMBROS DA COMISSÃO ELEITORAL Prof. Dr. Igor Sacramento (UFRJ) – Presidente da Comissão Eleitoral Profa Dra. Michele Goulart Massuchin (UFPR) –Membro da Comissão Prof. Dr. Pablo Nabarrete Bastos (UFF) – Membro da Comissão  CALENDÁRIO ELEITORAL  I – Período para inscrição de chapas: 07 de março a 05 de maio de 2021 II – Procedimento para inscrição de chapas: Envio do material por correio eletrônico para os três membros da comissão, nos e-mails constantes abaixo: Igor Sacramento – igorsacramento@gmail.com – Presidente da Comissão Eleitoral Michele Massuchin – mimassuchin@gmail.com – Membro da Comissão Pablo Nabarrete Bastos – pablobastos@id.uff.br – Membro da Comissão  III – Na semana seguinte ao encerramento do período de inscrição, a presidente da Compós encaminhará informe ao Conselho Geral e à lista da Compós divulgando os resultados das inscrições; IV – Solicitações argumentadas de impugnações poderão ser enviadas ao Presidente da Comissão Eleitoral até 10 dias corridos após a divulgação dos resultados das inscrições. Concluído este prazo, estas solicitações serão encaminhadas por correio eletrônico aos membros do Conselho Geral, que remeterão seu parecer à Comissão Eleitoral. Esta divulgará os resultados da consulta, que produzirá efeito por maioria absoluta de votos; V- Homologação da(s) chapa(s) inscrita(s): 12 de maio de 2023; VI – Na semana seguinte à homologação das inscrições, a Diretoria da Compós, que receberá cópia do material por correio eletrônico, enviada pelo Presidente da Comissão Eleitoral, dará conhecimento ao Conselho Geral e à lista da Compós; VII – As chapas só devem expor publicamente suas propostas e defender seu plano de ação para o exercício do mandato após a divulgação da homologação pela Diretoria da Compós; VIII – Apresentação formal da(s) chapa(s) na Reunião Ordinária do Conselho Geral da Compós em maio de 2023; IX- Logo após a apresentação formal na reunião do Conselho, indicada no item anterior, apresentação da(s) candidatura(s) via Lista Geral da Compós;  X- Eleição: 07 de julho

Nota de repúdio aos atos terroristas de bolsonaristas em 8 de janeiro

A COMPÓS – Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Comunicação junta-se às demais entidades científicas brasileiras para repudiar os atos terroristas e criminosos de bolsonaristas que não aceitam o estado democrático de direito, o resultado das urnas e atentam contra as instituições e a Constituição do Brasil.  No dia 8 de janeiro, o povo brasileiro assistiu aos episódios de invasão, depredação e roubo dos prédios públicos do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto. Esses atos são a prova cabal de agentes criminosos que atentam contra a ordem democrática instituída, maculam a bandeira e as cores nacionais e, portanto, precisam ser punidos com a força da Lei.  Conclamamos a todos os pesquisadores da área da Comunicação a uma vigília permanente em prol da democracia e em apoio aos profissionais da área que foram brutalmente atacados durante o exercício de sua função de informar a população sobre os acontecimentos. É urgente a formação de comitês em defesa da democracia e do estado de direito!