O período de submissões para o 35º Encontro Anual da COMPÓS foi encerrado em 23 de fevereiro de 2026, totalizando 597 trabalhos submetidos aos 24 Grupos de Trabalho (GTs).
A lista de trabalhos divulgada nesta etapa tem caráter exclusivamente informativo e não implica em aceite, tampouco confirma a adequação dos textos às normas de submissão. A conformidade com as normas será verificada na próxima fase, durante o processo de avaliação e emissão de pareceres.
Ao término da avaliação, cada GT selecionará 12 trabalhos, com base no sistema double blind peer review.
A lista final dos trabalhos APROVADOS será divulgada conforme o cronograma, a partir de 6 de abril de 2026..
| Título dos trabalhos submetidos |
| YAMAKI NI OHOTAI XOA! A batalha pela Narrativa, a Etnocomunicação e as Tramas Digitais do Povo Yanomami |
| DAS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO ÀS CONDIÇÕES DE EXISTÊNCIA DOS DISCURSOS: história, epistemologia e aplicação dos conceitos na comunicação |
| TINY DESK BRASIL: Estratégias expostas de precorporação e plataformização do trabalho na música |
| Anticolonialismo e terceiro-mundismo: As ideias de Fanon no contexto da Guerra da Argélia |
| RESPONSABILIDADE NO JORNALISMO SONORO EM PRIMEIRA PESSOA |
| A DISPUTA SIMBÓLICA PELO BOLSONARISMO APÓS A PRISÃO DE JAIR BOLSONARO |
| A COMUNICAÇÃO DA SUPREMA CORTE NORTE AMERICANA: opacidade e desafios |
| Decolonização e outros projetos epistemológicos para o campo da Comunicação |
| AGOSTO A GOSTO DO CONSUMO: festividades, sociabilidades e os consumos na/da cidade de Montes Claros/MG |
| ENTRE MULTIDÃO E MESSIAS: O PERSONALISMO DIGITAL E SUAS IMPLICAÇÕES NAS DEMOCRACIAS JOVENS |
| Jesus e o caranguejo: embates pelo “direito à censura” no Brasil contemporâneo |
| COMUNICAÇÃO PÚBLICA E DESAFIOS DE PESQUISA: novas e velhas problemáticas que envolvem os estudos empíricos |
| A reconfiguração do mito da Gumiho em O Deus e a Raposa: corpo feminino, desejo e gênero |
| Agora todo mundo entende de moda: Uma análise etnográfica sobre o uniforme da delegação brasileira nas Olimpíadas de Paris 2024 |
| CINEMA E AUDIOVISUAL COMO MÁQUINAS DO TEMPO: Mídia, memória e imaginário na produção seriada e cinematográfica contemporâneas |
| NA ENCRUZILHADA FOTOGRÁFICA: “Nós Ousamos Sonhar” |
| ACERVO DIGITAL DO 8 DE JANEIRO: procedimentos metodológicos e desafios do acesso |
| A IA COMO TECIDO ORQUESTRADOR: repensando o futuro multiplataforma do jornalismo |
| JUVENTUD, CINE Y REBELDÍA DESPUÉS DEL “FIN DE LA UTOPÍA” |
| Precisamos falar sobre pseudoarqueologia: implicações para a prática arqueológica e sua comunicação |
| Nos limiares das tradições do circuito carioca de rua de Forró-Pé-de-Serra |
| O JORNALISMO DECLARATÓRIO COMO PRÁTICA: uma análise a partir da cobertura política digital local |
| O MUNDO QUE CADA NARRATIVA GUARDA |
| Figuras do anônimo em Eduardo Coutinho: trânsitos entre cinema e arte |
| Embalos passionais das canções melodramáticas: um olhar panorâmico para a obra de Karim Ainouz |
| “HAPPY TRUMP” E CONEXÕES ESTRATÉGICAS ENTRE CARICATURAS, MASCOTES, MARKETING POLÍTICO E PUBLICIDADE INFANTIL |
| O OBJETO COMPLEXO COMUNICACIONAL E A PAISAGEM NA IMPRENSA MINEIRA DO FINAL DO SÉCULO XIX |
| A TENSÃO ALGORÍTMICA DA CIDADANIA: ILETRAMENTO DIGITAL, CONFLITO GERACIONAL E A METATEORIA DAS TENSÕES COMUNICACIONAIS |
| Memórias e direito ao tempo de pessoas LGBTQIAPN+ na série Máscaras de oxigênio não cairão automaticamente |
| Entre a afetação e a normatividade: Masculinidades gays, futebol e regimes de pertencimento no Instagram |
| Memória da gripe espanhola e da covid: passado e presente nas mesmas páginas do jornal |
| DA SUBJETIVAÇÃO INSURGENTE À PROFISSIONAL: uma genealogia do cinema comunitário latino-americano e caribenho a partir de Fernando Birri |
| O JORNAL COMO DISPOSITIVO DE MEDIAÇÃO DA INFORMAÇÃO E DA CULTURA NAS MANIFESTAÇÕES POPULARES: O CASO SOBRE O BLOCO DA MUDANÇA DO GARCIA |
| “ESSE JINGLE FOI PRODUZIDO COM AUXÍLIO DE IA”: limites éticos, estéticos e tecnológicos do uso de inteligência artificial generativa na produção musical para campanhas educativas |
| Velocidade versus segurança: uma análise da narrativa jornalística à aprovação da vacina contra Covid-19 |
| GIRLS LOVE (GL) TAILANDÊS: LGBTQIA+, cultura asiática e soft power |
| O DISSENSO ENCARNADO: Mediação Televisiva e Feminismo Pentecostal no Conversa com Bial |
| A SOCIEDADE INCIVIL E A POSSIBILIDADE DE SUA SUPERAÇÃO: repensando as relações humanas a partir das teorias da comunicação midiática |
| O sentido intergeracional do dever de memória: narrativas das segundas gerações sobre a luta dos chilenos contra a ditadura |
| NEGRITUDE LÍQUIDA COMO EXPERIÊNCIA ESTÉTICA |
| SOCIAL LISTENING: conceitos, aplicações e diálogos teóricos |
| Um estudo de legitimidade do agronegócio brasileiro: análise da comunicação organizacional da Agroceres e Cargill |
| FANTASMAS, PERNAS VOADORAS, VAMPIROS E OUTROS MONSTROS: o insólito na ficção latino-americana |
| SOBERANIA DIGITAL COMO REDE DE INTERAÇÃO ENTRE POLÍTICA, DIREITO E TÉCNICA |
| DNA e VISONE: contribuições metodológicas para a análise de redes discursivas e estratégias de comunicação |
| TELENOVELAS ORIGINAIS DO GLOBOPLAY: adaptações do formato no streaming |
| AMBIÊNCIAS COMUNICACIONAIS, ATIVOS FONOGRÁFICOS E PAISAGENS AFETIVAS: o Nordeste como espaço-problema |
| A PLATAFORMIZAÇÃO DO TRABALHO SEXUAL: estudo de caso do GP Arena |
| FOLK HORROR COLONIAL: a influência do colonialismo e da escravidão na construção do folk horror no cinema brasileiro |
| E AS BOAS HISTÓRIAS, QUEM CONTA? Autodefinição e Novas Narrativas de Mulheres Negras no Podcast Afetos |
| SUPER RÁDIO: Práxis, Inclusão e a Armadura Teórico-Prática na Transmissão Esportiva de um Aluno com Deficiência Visual |
| CINEMA-RITUAL, IMAGEM-DEVIR: o mito das Yãmiyhex e os regimes de visualidade no cinema e na instalação de Sueli Maxakali |
| SENTIDOS E USOS DA REPRISE TELEVISIVA NO JORNAL O ESTADO DE S. PAULO (1950–1990) |
| UMA NARRATIVA DE PESQUISA E PESQUISADORAS FEMINISTAS DO PPGCOM-UFMS |
| PODCASTING E PROTAGONISMO ESTUDANTIL: projeto de educomunicação para combate à desinformação em Caruaru/PE |
| OS USOS DO PASSADO NA EXPOSIÇÃO ARTISTAS ENCONTRAM TESTEMUNHOS: curadoria, pós-memória e reaproveitamento criativo de arquivos audiovisuais da Shoá em sala de arte |
| ESCUTAR AS CURVAS DOS GESTOS VITAIS: epistemologias coreográficas afro caribenhas e afro indígenas do passinho dos malokas |
| O WhatsApp como infraestrutura comunicacional nas práticas comerciais na comunidade ribeirinha Foz do Rio Vila Nova (Santana – AP) |
| COMUNICAÇÃO DE NARRATIVAS DE INOVAÇÃO EM STARTUPS: Um Ensaio Teórico sobre Tipos Narrativos, Estratégias de Credibilidade e Legitimação em Contextos Periféricos |
| INTEGRAÇÃO, COMUNICAÇÃO PÚBLICA E PANAMAZÔNIA: Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) conectando países |
| O QUE É A CRÍTICA NA EDUCAÇÃO MIDIÁTICA?: Uma análise do Guia da Educação Midiática do EducaMídia |
| ATUALIDADE DAS PRÁTICAS NOTICIOSAS |
| PUBLICIDADE PARASSOCIAL ALGORÍTMICA: ethos, pathos e presença sintética na performance da cyber influenciadora Lil Miquela |
| LUEDJI LUNA E AS CENAS DE MITOLOGIAS AFETIVAS EM UM MAR PRA CADA UM |
| DIMENSÕES CULTURAIS E O IMPACTO NAS PRÁTICAS COMUNICACIONAIS DE GESTÃO DE CRISES: um estudo de casos comparados sob a ótica de Hofstede |
| GODZILLA: O último rugido do Japão ancestral antes da sombra da globalização americana |
| FACT-CHECKING NO RÁDIO: o programa Biosom da UFSM como experiência educomunicativa de enfrentamento à desinformação |
| TRADUZIR UM MITO: a comunidade da Ilha dos Lençóis e o sebastianismo maranhense |
| O destino bíblico nas caravanas evangélicas: peregrinação, experiência e turismo |
| A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE COMO FENÔMENO DA MODERNIDADE |
| COMUNICAÇÃO COMO CAMPO SIMBÓLICO: editoria de diversidade e população em situação de rua |
| Dominique Wolton e o desafio da comunicação |
| ANCESTRALIDADE E MITO: deslocamentos epistemológicos no documentário A Queda do Céu (2024) |
| SOCIABILIDADE EM REDE E SEUS MODOS DE GOZO NO CAPITALISMO COMUNICACIONAL |
| COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL NAS IES PÚBLICAS: dificuldades comunicacionais frente ao sistema Enem/SiSU |
| Fonografia de pista: como pensar som e música a partir de uma metodologia de discotecagem? |
| A EMERGÊNCIA DA SUBJETIVIDADE COMO AÇÃO DE RESISTÊNCIA AO JORNALISMO MASCULINISTA-COLONIALISTA |
| Mapeando percursos metodológicos para estudos de interações radiofônicas no Brasil |
| CIRCULAÇÃO DO SABER AGRONÔMICO E MOBILIZAÇÃO DE PÚBLICOS AGRÍCOLAS: uma análise do consumo de informação científica voltada à aplicação no campo, no âmbito do CCD-SB100 |
| MIDIATIZAÇÃO DA INFÂNCIA E PRODUÇÃO DE SENTIDOS: o consumo como prática comunicacional na Educação Infantil |
| EPISTEMOLOGIAS CARTOGRÁFICAS DE CARTAS: ESCREVIVÊNCIAS COMO AFIRMAÇÃO DA EXISTÊNCIA DE MULHERES NEGRAS NA PÓS-GRADUAÇÃO EM FORTALEZA (CE). |
| NAKBA 77: Movimento Internacionalista em Solidariedade à Palestina |
| TRABALHO JORNALÍSTICO, PLATAFORMAS DIGITAIS E CAPTURA DE DADOS: os limites da independência nos arranjos alternativos |
| A escrita do ciclone: um exercício de ficção teórica sobre Nick Land e Georges Bataille |
| Violência simbólica e riscos sociais na era das inteligências artificiais afetivas |
| AS “OUTRAS SUSTENTABILIDADES”: Bem-Viver como fonte ancestral para pensar as relações de consumo |
| “Nós é rua até dentro de casa”: rap, memórias e ficções sônicas da pandemia Covid-19 no Brasil |
| DO LUGAR DE DESIGUALDADE AO CENTRO DA RESISTÊNCIA: disputa, resistência e protagonismo juvenil em Imperatriz/Maranhão |
| POLÍTICAS DE DIVERSIDADE COMO DISPOSITIVOS BIOPOLÍTICOS E A GOVERNAMENTALIDADE DAS DIFERENÇAS NAS ORGANIZAÇÕES |
| NO ÍNTIMO: ancestralidade e desconstrução de imagens de controle na arte contemporânea |
| ENTRE RECONHECIMENTO E PRÁTICA: OS LIMITES DA INCORPORAÇÃO DE JUSTIÇA CLIMÁTICA NO JORNALISMO AMBIENTAL |
| FUNÇÕES NARRATIVAS DO LEITMOTIV NO CINEMA BRASILEIRO DA RETOMADA: um percurso histórico até Central do Brasil (1998) |
| A CONVERSAÇÃO SOBRE A MARCHA DO ACAMPAMENTO TERRA LIVRE: encontros comunicativos no perfil de Célia Xakriabá e Mídia Livre |
| MONTAGEM E SOBERANIA VISUAL: por uma epistemologia multimodal de pesquisa em Comunicação |
| CRIAAÍ: validação de um artefato formativo em cultura digital com Inteligência Artificial para juventudes periféricas |
| O DISCURSO CENSÓRIO SOBRE ONDA NOVA: a busca por legitimidade do conservadorismo entre persuasão e dissuasão |
| ESTUDOS DE RECEPÇÃO EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA: um mapa metodológico para pesquisas em Comunicação |
| REGIMES DE INTERAÇÃO E PRODUÇÃO DE MASCULINIDADES EM BARBEARIAS DE BELO HORIZONTE (MG) |
| DA MEDIAÇÃO CULTURAL AO CONTROLE DIGITAL: Disputas de Sentido na Sociedade Midiatizada |
| CRIAÇÃO AUDIOVISUAL GENERATIVA QUEER: tensões autorais e reconfigurações estéticas |
| ARTES VISUAIS, RAÇA E IA: metodologia rizomática para análise de imagens negras generativas |
| DESINFORMAÇÃO COMO ARMA POLÍTICA E CONFLITO MORAL: fronteiras identitárias e clivagens geracionais nas guerras culturais brasileiras |
| O FUTURO TEM UM SÉCULO: A modernidade e a distopia da metrópole de Metrópolis (1927) |
| ESTÉTICAS TRANSOCEÂNICAS: Azagaia feats DJ Caíque em No ano da Fome |
| BIBLIOGRAFIAS SINTÉTICAS: uma análise empírica de LLMs para busca de referência acadêmica |
| DA EXTENSÃO À PESQUISA-PARTILHA COM COMUNIDADES INDÍGENAS: outros modos de construir conhecimentos |
| PARA ALÉM DO SINGULAR: pluralidades territoriais e desafios das narrativas sobre as Amazônias |
| BRANDING E REORGANIZAÇÃO SIMBÓLICA DA MORTE: construção discursiva do valor de marca no consumo funerário |
| OS SINTOMAS DO JORNALISMO PÓS-CONVERGENTE: ANÁLISE DAS NOTÍCIAS SOBRE A DENÚNCIA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA DE CINTIA CHAGAS CONTRA LUCAS BOVE (PL). |
| SOBRE DICIONÁRIOS, NARRATIVAS E DIFERENÇAS QUE GERAM DIFERENÇAS |
| Discursos no mundo das criptomoedas: reflexões a partir dos principais projetos |
| MASCULINIDADES FUTEBOLEIRAS: violência de gênero como espelhos da hegemonia patriarcal no futebol brasileiro |
| STROMBOLI E CAIÇARA : classicismo e modernidade em estudo comparativo |
| MEDICALIZAÇÃO E PATOLOGIZAÇÃO DA VIDA NO INSTAGRAM: as representações da hashtag #ansiedade |
| IMAGENS DA ANTINEGRITUDE: violência e esquecimento |
| DISCURSO, MEMÓRIA, HISTÓRIA: narrativas no tempo e os 10 anos de Porto Maravilha |
| A NOVELA NA PALMA DA MÃO: televisão, território e a emergência dos microdramas verticais no Brasil |
| A COLONIALIDADE DAS NOTÍCIAS E A (IN)SOCIABILIDADE DE GÊNERO: O silenciamento jornalístico versus a agência em cartas-documento |
| IA’S NÃO SE COMUNICAM, MAS TENSIONAM COMUNICABILIDADES |
| DE RITORNELOS ÀS SONORIDADES GEOLÓGICAS ENTRE AMARILLO RAMP, THE MAKING OF AMARILLO RAMP E AMARILLO RAMP (FOR ROBERT SMITHSON) |
| HIPERESTÍMULO E INFÂNCIA: uma análise de vídeos do canal Bolofofos |
| O IMAGINÁRIO DO ESPECTADOR DA IMAGEM/AÇÃO À RIZOM/AÇÃO |
| IMAGENS ENCARNADAS: léxicos das mulheres na cena da cidade |
| DA CASA DOS CARNEIROS PARA O JARDIM DAS BORBOLETAS: gênero e linguagem na música de Vitória da Conquista |
| O ARQUIVO DE ANÔNIMOS E A SUBJETIVIDADE EM “BACURAU – UM ROSTO SEM MEMÓRIA” |
| FOTÓGRAFAS AMAZÔNICAS, JUSTIÇA CLIMÁTICA E DISPUTAS DE SENTIDO: Marizilda Cruppe, Nathalie Brasil e Stéffani Azevedo |
| A CRÍTICA LITERÁRIA COMO PRÁTICA MERCADOLÓGICA NAS PLATAFORMAS DIGITAIS: um estudo de caso sobre Amanhecer na Colheita nas Book-redes |
| Vai e Vem: experiência, conversa e escritura na pesquisa audiovisual |
| NORDESTE EM DISPUTA: corpo e territorialidades no brega funk de Recife (PE) e no pagotrap de Salvador (BA) |
| Inteligência Artificial e a Reconfiguração do Trabalho no Campo: Desafios para a Inclusão Tecnológica no Agronegócio Brasileiro |
| SOBRE ESCRITAS, ALTERIDADES E VERTIGENS: a crítica cultural e o aprumo estético em Devoção, de Patti Smith |
| SOBRE O QUE FALAM OS SUJEITOS PERIFÉRICOS: uma abordagem a partir do programa de rádio Cadeira na Rua |
| HIP-HOP É UM ESPORTE DE CONTATO: tretas no rap e a teoria da fantasia de Gregory Bateson |
| TRANÇANDO A ESCUTA E O INVISÍVEL NA RELAÇÃO: uma proposta metodológica para uma comunicação emancipadora |
| Situações Interacionais |
| DO PELOURINHO À TELA: regimes de visibilidade e violência estatal nas imagens de operações policiais nas favelas do Rio de Janeiro |
| As formações discursivas e ideológicas da desinformação em circulação em grupo do Telegram |
| Quando o dissenso vence o Grammy: CAJU e a consagração política do sensível na obra de Liniker |
| Escuta multissensorial e audibilidades não-normativas: (res)significando o ASMR a partir de leituras feministas e dos Disability Studies |
| EM BUSCA DO “MEU NAMORADO COREANO”: heteropessimismo e masculinidade suave em uma produção original da Netflix Brasil |
| “VOCÊ PARECE MAIS MAGRINHA NA TV”: análise do caso Mari Palma e a estetização do corpo feminino na sociedade hipermoderna |
| FORMATAÇÃO, VISIBILIDADE E EXCLUSÃO DE PESSOAS TRANS*: uma análise dos formulários em aplicativos de relacionamento |
| Micropolíticas de resistências e (re)invenções na narrativa midiática seriada “Heartbreak High” |
| DO LUGAR, DO OLHAR: terra à vista à luz do Pajeú |
| MIDIATIZAÇÃO, MEDIAÇÃO E INVENÇÃO DA CULTURA EM UMA CENA DE MÚSICA AMAZÔNICA EM TEMPOS DE PANDEMIA: o Festival Jambu Live/2020 (Belém do Pará) |
| Relações de vulnerabilidade e autonomia política em contextos organizacionais |
| AFETAÇÕES REPRESENTACIONISTAS: Sintomas comunicacionais de uma visão de mundo desconectada da experiênciam |
| Imagem como gesto político e de resistência na arte indígena contemporânea |
| Da instituição ao influenciador: quem fala sobre câncer no YouTube Health? |
| DIVISÃO POLÍTICA EM PODCASTS: newsmaking, discursos enviesados e vilificação do “outro” |
| A RECONFIGURAÇÃO DO JORNALISMO DA RÁDIO CBN FLORIPA A PARTIR DA MIGRAÇÃO AM-FM |
| “ATÉ A MULHER QUE EU QUERIA O DIABO ME DAVA”: renúncia às lesbianidades em vídeos do TikTok |
| Têm brasileiros(as) nos estudos portugueses de rádio? Um panorama de 25 anos |
| ESTREIA DO O EXORCISTA EM NATAL (RN) DE 1975: Como a Análise do Discurso Crítica compreendeu a recepção dos jornais locais |
| PERSONAS MIDIÁTICAS NO ESPORTE: A Teoria Fundamentada como método de estudo |
| SERIOUS DIGITAL GAMES CREATED FOR SCIENCE COMMUNICATION: a scoping review |
| MEMÓRIA INSTITUCIONAL DIGITAL COMO ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: Análise dos 70 anos da UFPB |
| Duplicidades do envelhecimento feminino no cinema de horror, e no corpo monstruoso de “A Substância” |
| Circulação e crítica no debate sobre o pobre de direita |
| O LUGAR DE FALA DA COMUNICAÇÃO NOS ESTUDOS SOBRE AUTISMO: práticas interacionais, disputas de saber e impactos organizacionais |
| Entre mundos: narração e cidadania diferenciada na comunicação ontológica do Gambá no Tapajós |
| STAND-FLASH: a hibridização dos gêneros do rádio e da TV no rádio expandido e hipermidiático |
| A INFLUÊNCIA DA DATIFICAÇÃO: linhas editoriais e o trabalho do roteirista |
| RISK COMMUNICATION PERCEPTION IN NATURAL HAZARD CONTEXTS: the role of access to devices, exposure to disinformation, and media literacy |
| RADIOMORFOSE, INOVAÇÃO E IA NO RÁDIO BRASILEIRO: usos e níveis de adoção |
| CIRCULAÇÃO DISCURSIVA E REPRESENTAÇÃO NACIONAL EM AMBIENTE PLATAFORMIZADO: a recepção da delegação brasileira nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 |
| A PERFORMANCE E FOTOPERFORMANCE CONSCIENTE E INCONSCIENTE NAS REDES SOCIAIS. |
| COMUNICAÇÃO E USOS DO TEMPO NO SUPERMERCADO: quando a velocidade se torna o melhor sabor |
| ENQUADRANDO A MUDANÇA CLIMÁTICA: um modelo de análise comparada dos sistemas de mídia no Brasil e na China |
| Senti na pele: desvelando o discurso de ódio e a desinformação nos ataques contra jornalistas negras nas redes sociais digitais |
| Por uma ecologia da comunicação |
| Novelinhas no feed: verticalização como estratégia do melodrama em Tudo Por Uma Segunda Chance |
| SUSTENTABILIDADE NO DISCURSO DO CAPITALISMO VERDE: análise dos anúncios da CBN Maceió durante a cobertura da COP30 |
| A MARCA EM FESTA: PUBLICIDADE DE EVENTOS INSTITUCIONAIS PARA PROMOVER A IMAGEM DE NATAL/RN |
| Produção e Rupturas de Sentidos sobre Política no Audiovisual Ficcional Seriado Brasileiro Contemporâneo |
| RÓTULOS, SELOS PARATEXTUAIS E PACTOS DE REFERENCIALIDADE NA SÉRIE TREMEMBÉ: Entre Docudrama, True Crime e “Baseado em Fatos Reais” |
| CEM ANOS DE INSUBMISSÃO: uma análise do mundo narrativo construído na adaptação da obra de Gabriel García Márquez para streaming |
| Guerra de atrito no front dos imaginários: o conflito entre Rússia e Ucrânia |
| DECOLONIALIDADE E ANCESTRALIDADE NA COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA PLATAFORMIZADA |
| A NOVA EMBALAGEM VERDE DO SISTEMA: mercado de carbono, mobilidade ativa e o esvaziamento do pensamento decolonial |
| SEMIOPRAGMÁTICA DAS INTERAÇÕES NOS CONSUMOS. Novas lógicas possíveis para a vida material? |
| REFERENDO E CONTRAPONTO NA “CIDADE-MODELO”: a infância curitibana retratada nas décadas de 1970 e 1980 |
| A IMAGEM COMO DENÚNCIA SENSÍVEL: o traço que pensa o real na HQ Zagaia |
| VOZ E PONTO DE VISTA: escolhas políticas e narrativas na produção documental sonora |
| SEGURANÇA DE JORNALISTAS: saúde mental e trauma no contexto brasileiro |
| DA DITADURA DE 1964 AO 8 DE JANEIRO DE 2023: permanências autoritárias e legitimação da exceção no discurso da extrema direita brasileira |
| TECNOPOLÍTICAS DE SAÚDE MENTAL: controvérsias na governança do bem-estar em plataformas digitais |
| CARREIRA JORNALÍSTICA DEPOIS DA MATERNIDADE: tipos de trajetórias entre as jornalistas-mães brasileiras |
| A Parte da Imagem na Política da Imagem: uma conversa com Wilson Gomes |
| MAPAS INCONGRUENTES: Pasolini diante de geografias impossíveis |
| ENTRE A TÉCNICA E A SUBVERSÃO: experimentações da fotografia analógica urbana |
| VIOLÊNCIA NA CARNE: as semioses da mercantilização física e simbólica de corpos minorizados |
| Ancestralidade na Comunicação: Presença, referências e aplicações |
| Visualidades Mínimas – a imagem como farsa e reparação |
| INTERPELANDO A ESCANDALIZAÇÃO COMUNICACIONAL-MIDIÁTICA: limites da auto reflexividade sociotécnica |
| Entre informar e publicizar: análise do Instagram da Operação Acolhida |
| A imagem, uma coisa estrangeira: Fronteiras narrativas e estéticas em Currupira e a Máquina do Destino (2021) |
| Fandoms diaspóricos: as equipes de tecnobrega em Curitiba |
| Deficiência como consumo: análise crítica da publicidade on-line do Boulevard Shopping Belém e do Shopping Pátio Belém |
| ESTRATÉGIAS DISCURSIVAS NA APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL DA PLATAFORMA SOMMOS AMAZÔNIA: mediação e valorização da diversidade cultural amazônica |
| INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SEXUALIZAÇÃO DE MENORES: uma análise crítica dos da criação de imagens por modelos de inteligência artificial generativas. |
| As Selvagens e a Religião na Minissérie A Muralha (2000): Um Estudo na Trajetória da Índia Moatira e a Guerreira Isabel |
| TEMPORALIDADE E RECONHECIMENTO NO TRABALHO: a idade como categoria analítica na comunicação organizacional |
| PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO NO TOCANTINS: a força da desigualdade social e o contrapeso das bolsas nas trajetórias científicas |
| MENOPAUSA, VISIBILIDADE E MOBILIZAÇÃO DE PÚBLICOS: estratégias de circulação e midiatização a partir de O Cérebro e a Menopausa |
| JORNALISMO DECLARATÓRIO E CHECAGEM: análise sobre as alegações de fraudes nas urnas eletrônicas |
| A representação cinematográfica da homossexualidade |
| A comunicação no teletrabalho sob a abordagem da Teoria dos Sistemas Sociais |
| Trajetórias de participação e cidadania: movimentos sociais da juventude no Brasil |
| SACRIFÍCIOS HUMANOS E A BESTA DO PROGRESSO: o desastre, a vítima e a organoboros no caso Braskem |
| Nos Embalos de Dancin’ Days – telenovela como espaço de recordação |
| MEMÓRIAS EM CONTEXTO DE VULNERABILIDADE: pessoas privadas de liberdade e os povos da rua |
| COSMO-ESCUTA E A REDE DE DIFUSÃO DE SABERES ANCESTRAIS NAS MÍDIAS DIGITAIS |
| Pegadas eróticas das masculinidades |
| ESCRITAS DA PRESENÇA E DA AUSÊNCIA EM JOAN DIDION: luto e memória nas discrepâncias entre os livros Noites Azuis e Para John |
| Rituais e Festas Bororo (1917): entre o pioneirismo etnográfico e a construção da identidade nacional. |
| QUANDO O MEIO SE TORNA CARNE: Computação biológica, materialidade viva e os limites das teorias de mediação comunicacional |
| JOVENS E O NOVO SENSORIUM: vivências entre palimpsesto e hipertexto |
| DINÂMICAS DE MERCADO E PLATAFORMIZAÇÃO DE MOVIMENTOS SOCIAIS: o ativismo antigordofobia como modelo de negócio digital |
| A PRISÃO COMO FIM DO JORNALISMO |
| INTEGRIDADE DA INFORMAÇÃO COMO POLÍTICA PÚBLICA: uma análise do governo herdado |
| REACIONARISMO TERAPÊUTICO: a participação de profissionais das ciências psi no discurso das novas direitas no Instagram |
| EPISTEMICÍDIO: a negação da educação e religiosidade nos comentários sobre o assassinato de Thiago Menezes |
| O CASO FELCA E O ENGAJAMENTO PELA CONFIANÇA |
| A BARBIE FEZ O PACTO: fraturas comunicacionais no regime da branquitude na cultura de mídia contemporânea |
| “EU NÃO SABIA”: A surpresa presidencial e a repercussão do apagamento racial nas enchentes do Rio Grande do Sul |
| O LARGO DA MEMÓRIA EM SÃO PAULO: reconstruções da memória de um logradouro em textos artísticos |
| A BALEIA ADORMECIDA DE ICÓ (CE): as lendas icoenses como práticas folkcomunicacionais. |
| QUANDO A MORTE É MOTIVO PARA COMEMORAÇÃO?: Emoções aversivas, julgamentos morais e política |
| ENTRE ESTEREÓTIPOS E MERITOCRACIA: percepções de jovens cuiabanos sobre suas representações na publicidade do ENEM 2020 |
| A RUA E A CASA: um filme-processo sobre a situação de rua a partir das lentes de #negOlokO |
| Efeitos da midiatização e de um “jabuti legislativo” na Política Nacional de Linguagem Simples |
| DESCONCENTRAÇÃO TERRITORIAL E CULTURAS POPULARES: mediações comunicacionais nos boletins da Política Nacional Aldir Blanc |
| Anime de Cria |
| BAD BUNNY NO SUPER BOWL: um ato de resistência entre a política e o capital |
| “MONSTROS” SÃO DIGNOS DE COMPAIXÃO? A construção da empatia no seriado sobre os Irmãos Menendez e suas reflexões na sociedade brasileira |
| “Uma cientista quilombola”: Análise da construção da autoridade científica de Maíra Rodrigues da Silva em produtos midiáticos |
| A DITADURA TEM ROSTO DE HOMEM: gênero e cinema na construção da memória sobre a Ditadura Militar no Brasil |
| QUALIDADE DA INFORMAÇÃO EM PODCASTS DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE MÍDIA: uma cartografia dos casos da EBC e da RTP |
| EXTRATIVISMO SIMBÓLICO: apropriação cultural e geração de valor na comunicação e no consumo. |
| REPRESENTAÇÃO DA ALTERIDADE NA CULTURA MIDIÁTICA: imaginação política e questões decoloniais em Fuocoammare e Notturno |
| ARQUITETURAS DA OPACIDADE: Colonialismo de dados, agentes ocultos e a vigilância das startups brasileiras |
| A REPRESENTAÇÃO DA POPULAÇÃO NEGRA NOS PROGRAMAS DO JORNAL DO ALMOÇO DURANTE AS CELEBRAÇÕES DO ANIVERSÁRIO DE JOINVILLE/SC (2011-2020) |
| RIO RÉVEILLON 2026 NA VITRINE DIGITAL: estratégia de visibilidade e legitimação da Prefeitura do Rio no Instagram |
| “HYPER TECHNO to THE FUTURE”: a tentativa de ressurgimento do techno japonês dos anos 90 através da série Hyper Techno Mission |
| DISCURSO DE ÓDIO CONTRA JORNALISTAS: violência simbólica nas eleições brasileiras de 2024 |
| DOCUMENTÁRIOS MUSICAIS: modos, arquivos e repertórios do samba |
| Imagens sencientes ou paranoIAs: processos contemporâneos de criação e circulação de fotografias em dispositivos digitais. |
| TUDO CHEGA QUANDO PRECISA CHEGAR: Uma Experiência Sensível Pela Ordem Terceira do Carmo |
| OS SUBPRODUTOS QUEERS DA ALEMANHA: O Camp no Cinema de Werner Schroeter |
| EU VIM DAS ÁGUAS, EU VOU PRAS ÁGUAS: Videoperformance, Graça e Tradição |
| PATRIMONIALISMO, LOCALIZAÇÃO E GLOCALIZAÇÃO: a disputa pelo controle nacional da TV Globo |
| A MUSICALIDADE DE PARINTINS (AM) E DE JURUTI (PA): outras formas de narrar a Amazônia |
| NARRATIVAS EM DISPUTA: O debate parlamentar sobre aborto no X e seus efeitos na ampliação ou restrição da cidadania |
| COMERCIAL GERAÇÕES (2023): “Inteligência” Artificial na produção audiovisual |
| A ESPECTATORIALIDADE COMO APORTE TEÓRICO PARA O ESTUDO DO CINEMA BRASILEIRO |
| O livro é a teoria: uma análise de O Meio é a Massagem de Marshall McLuhan |
| O perfil de Nikolas Ferreira no TikTok: recursos, formatos e discurso |
| DIVERSIDADE PARA QUEM? Gênero, raça e sexualidade nas políticas de Comunicação Organizacional |
| A SALA DE ROTEIRISTAS COMO DISPOSITIVO INTERACIONAL: aspectos teóricos da escrita colaborativa de ficção seriada |
| “EU SOU HOMEM COM H”: heterotopia e corporeidade na cinebiografia de Ney Matogrosso |
| A CIDADE COMO CONSTRUÇÃO ORGANIZACIONAL: comunicação pública, imagem-síntese e redes narrativas institucionais |
| ESTUDOS DE RECEPÇÃO EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA: um mapa metodológico para pesquisas em Comunicação |
| POR UMA INSUBORDINAÇÃO POÉTICA DOS ARQUIVOS AFRODIASPÓRICOS: notas sobre os filmes de Rodrigo Ribeiro-Andrade |
| TELENOVELA E PEDAGOGIA DA REPRESENTAÇÃO SÁFICA: práticas de fãs do casal Loquinha em Três Graças |
| Kitsch, plataformas digitais e consumo nas práticas comunicacionais do TikTok |
| ENTRE A NEGAÇÃO DO PROBLEMA E A CRÍTICA SOBRE A FALTA DE AÇÃO: sentidos da violência contra mulheres em comentários de notícias |
| Migrantes em apoio a pautas de extrema direita: apropriações e usos de plataformas digitais |
| SOBRE AUSÊNCIAS: fabulações algorítmicas como contra-arquivo |
| ESCUTA DECOLONIAL E A PERSPECTIVA EMANCIPATÓRIA DO SOM: aproximações conceituais |
| CRIANÇAS NA POLÍTICA: o silenciamento sobre a infância nos discursos de posse dos presidentes da República, de Collor a Lula |
| DISCURSOS SOBRE ENVELHECIMENTO NO MERCADO IMOBILIÁRIO: entre políticas públicas ausentes e a financeirização da velhice |
| Fortaleza em tipos: um mapeamento tipográfico vernacular do Centro da capital cearense |
| LITERATURA COMO PRINCÍPIO DE DESMANTELAMENTO: estratégias comunicacionais de influenciadoras literárias negras no Instagram |
| QUANDO A TELEVISÃO É NOSTÁLGICA DE SI MESMA: memória e auto-referenciação na teleficção brasileira |
| COMUNICAÇÃO E PRIMEIRA INFÂNCIA: paradoxo das interações humanas no campo |
| A MEMÓRIA ESPIRALAR ENTRE AS CRIAÇÕES ARTÍSTICAS DO COLECTIVO AYLLU |
| “EU JÁ SEI O QUE VOU FAZER”: comunicação contracolonial no semiárido nordestino |
| O NEGRO NA TELENOVELA: proposição de modelo multidimensional de análise |
| O PROJETO KALUNGA E AS CONEXÕES MUSICAIS LUSÓFONAS |
| CORPO-MEMÓRIA: práticas comunicacionais, necropolítica e permanência simbólica da morte negra |
| O DISCURSO DA PROTEÇÃO COMO TECNOLOGIA DE CONTROLE: gênero e disputa de narrativa em campanhas institucionais de proteção às mulheres durante o Carnaval no Brasil |
| ‘EU TAMBÉM QUERO IR PRO BRASIL’: vestígio e fabulação crítica nos fluxos audiovisuais em rede em torno do álbum Carranca |
| APLICAÇÃO DE QUESTIONÁRIOS COMO ETAPA EXPLORATÓRIA EM PESQUISAS DE RECEPÇÃO: aspectos teóricos e aplicação metodológica |
| LIVE STREAMING COMO ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO PÚBLICA EM CONTEXTO DE PANDEMIA |
| PASTOR JACK E O RESGATE DA MASCULINIDADE NA IGREJA VINTAGE: a midiatização da fé segundo a análise crítica do discurso |
| A POTÊNCIA TRANSFORMADORA DAS ANIMAÇÕES E DAS JUVENTUDES: recepção audiovisual e agência para romper com cânones eurocêntricos |
| A MORTE DOS IMORTAIS: transformações da memória pública em obituários de intelectuais brasileiros |
| PLATAFORMIZAÇÃO DA COMUNICAÇÃO POLÍTICA E DIPLOMACIA NO GOVERNO TRUMP: o tarifaço legitimado na arena digital |
| INFORMAR AS CRIANÇAS PARA QUÊ?: as finalidades do jornalismo infantil |
| COMUNICAÇÃO COMO ESCUTA ANCESTRAL: A sabedoria indígena e as epistemologias do Sul, ecologia de saberes e epistemicídio digital |
| AMAZÔNIDAS: as estratégias audiovisuais da Globo News na construção de um olhar sobre os sujeitos da Amazônia brasileira |
| GERTRUDES E MIRTES: do silenciamento à agência na disputa pela memória da maternidade negra na imprensa (1890 – 2020) |
| ESCAVAÇÕES DE RUÍNAS URBANO-CINEMATOGRÁFICAS: imagens de extintos cinemas entre ruinofilias e tecnostalgias |
| Padronizações técnicas e flutuações adaptativas em livestreams de videogames no Brasil e Reino Unido: o caso das lives com espelhos |
| DOMESTICANDO O ASSOMBRO: estratégias de mediação entre tradição oral e literatura infantil |
| “MONETIZE, DO SEU JEITO!”: sentidos do empreendedorismo de si nos discursos organizacionais na plataforma Privacy |
| FEMINICÍDIO NA NOTÍCIA: Práticas Jornalísticas e Produção da Violência Simbólica de Gênero |
| A ASCENSÃO DA CULTURA DO ENGAJAMENTO EMOCIONAL E A PLATAFORMIZAÇÃO DA VIDA |
| A INVENÇÃO DA NATUREZA DESDE A IMAGEM: disputas estéticas e científicas em Floresta Virgem do Brasil |
| LESBIANIDADES E SEMIÓTICA: uma década em revisão (2015–2025) |
| ATIVISMO COMO ESTRATÉGIA: discursos de cuidado, poder e legitimidade no Pacto Skincare Responsável |
| IMAGINÁRIOS BRUTAIS: discursos de ódio, necropolíticas e representação |
| A FIXAÇÃO DA CRENÇA EM AMBIENTE DE NEGACIONISMO: C.S. Peirce e a filosofia do jornalismo |
| QUEM ESCUTA A VOZ DAS CRIANÇAS? Direitos e violações das infâncias e adolescências na cultura digital à luz do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Constituição Federal |
| SERTÃO POTENTE: Análise da relação jornalismo local x audiência no portal Farol de Notícias em Serra Talhada-PE |
| A fabricação da verdade no TikTok: performance de objetividade e construção de autoridade a partir de imagens digitais |
| JORNALISMO DE INTERESSE PÚBLICO NA UNIVERSIDADE BRASILEIRA: reconhecimento de uma prática diferenciadora |
| RESIDÊNCIAS EM COMUNICAÇÃO POPULAR: caminho para a participação social na rádio criada por Paulo Freire? |
| BANDA DE UMA MULHER SÓ: música, corpo e tecnologia na showficina do We Make Noise POA |
| PUBLICIDADE DE ALIMENTOS E CIDADANIA: apontamentos epistemológicos para o consumo consciente |
| PLATAFORMIZAÇÃO, JUVENTUDE E DESIN-FORMAÇÃO: o RPG como dispositivo de literacia midiática |
| ADOLESCÊNCIA DIGITAL: representações das relações entre jovens e tecnologia nas séries Gossip Girl e Adolescência |
| O NÃO-IDÊNTICO COMO PRESSUPOSTO PARA A COMUNICAÇÃO |
| CONSUMO E O NEGRO NO ESPAÇO PÚBLICO: o caso da campanha “Brasil. It’s a vibe” da Embratur |
| Entre a circulação global e o direito ao acesso: os impactos da convergência midiática na tradução e acessibilidade dos conteúdos televisivos |
| “POR QUE AS PESSOAS COMPARTILHAM NOTÍCIAS SEM A CERTEZA DE QUE SÃO CORRETAS?”: Uma análise das percepções sobre o compartilhamento de desinformação no Brasil |
| DISPOSITIVO DE EMPODERAMENTO: uma proposta teórico-metodológica para a análise de mulheres negras celebridades |
| O RESIDUAL DA RADIODIFUSÃO NA ERA DO STREAMING: continuidades regulatórias na mídia brasileira |
| “SOU VICIADA NA MINHA VIDA”: a solteira poderosa e o poder da abstinência romântica no Instagram |
| “É PRECISO ACOLHER ESSA MULHER”: narrativas em grupos focais sobre (des)criminalização do aborto |
| CORPO, TERRITÓRIO E NARRATIVA: o conhecimento ancestral Makuxi e a cidadania comunicativa no turismo |
| Uma teoria sociológica da comunicação digital: análise do perfil do STF no TikTok |
| Entrecruzamentos com o conceito de Terceiro Cinema: as produções da Cine Subterráneo e da Belair Filmes. |
| PLATAFORMAS DIGITAIS, COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL E ATMOSFERAS: uma proposta metodológica para análise do Instagram |
| DA EXCURSÃO AO ARQUIVO: Notas sobre a produção da alteridade nas imagens das expedições do Instituto Oswaldo Cruz (1911-1913) |
| Por uma outra narrativa do Retorno: dos 26 tesouros do reino de Daomé ao Manto Tupinambá |
| MATERNIDADE COMPULSÓRIA: um conceito em construção em diálogo com as plataformas digitais |
| QUEM TEM DIREITO À VIDA? Uma análise hermenêutica da cobertura da chacina mais letal da história do Brasil no Fantástico |
| É PRECISO SUSPENDER O CÉU: uma Análise de Discurso de Katú Mirim no Instagram sobre a ótica da resistência indígena |
| Entre audiências e públicos: achados de pesquisas sobre religião |
| A HISTÓRIA DAS MULHERES NO RÁDIO ESPORTIVO MARANHENSE: Quécia Carvalho e o pioneirismo na narração esportiva |
| O que ensinavam as disciplinas de Teorias da Comunicação? Um levantamento histórico a partir do PPGCOM da Universidade de Brasília |
| Por uma ecopolítica do audiovisual: do cinema da terra ao cinema de quilombo |
| AS EMOÇÕES E SOFRIMENTO NOS AMBIENTES ORGANIZACIONAIS: o (não) lugar da comunicação. |
| Informação confiável, comunicação insuficiente: governabilidade e tradução local na implementação de políticas públicas em contextos de crise |
| Negociando o real: O uso de imagens sintéticas na cobertura visual da Folha de São Paulo |
| OFICINAS PEDAGÓGICAS COMO METODOLOGIA DE APOIO PARA A COMUNICAÇÃO AMBIENTAL: experiências e resultados |
| PRÁTICAS INTERACIONAIS E FORMAÇÃO DA OPINIÃO PÚBLICA NO YOUTUBE: análise dos chats ao vivo durante o voto decisivo da Ministra Cármen Lúcia |
| VIOLÊNCIA DE GÊNERO E RADIOJORNALISMO LOCAL: a cobertura da Rádio Itatiaia Ouro Preto sobre o duplo feminicídio em Mariana-MG |
| COSMOLOGIAS MIDIATIZADAS E RESISTÊNCIAS NO BAIXO TAPAJÓS |
| META-VIGILÂNCIA E DISCIPLINA: um experimento no Threads |
| Inteligência Artificial na Arte Contemporânea: Ancestralidades e Práticas Pedagógicas |
| A IMAGEM PÓS-INDICIAL COMO UMA TECNO-IMAGEM |
| INTEGRAR PARA DISPERSAR: tendências sonoras do cinema realista contemporâneo |
| NA FUMAÇA DO ARQUIVO, XICA VIVE COMO FEITIÇO DE CONTRA-ATAQUE |
| Negacionismo como Recusa do Outro: O Imaginário Colonial em Cortina de Fumaça |
| ABRA SEUS OUVIDOS: atordoamento e contracolonialidade na música de Los Thuthanaka |
| O BAHSESE DO VENTRE DA FLORESTA: a construção de uma cidadania etnocomunicativa com vozes indígenas femininas históricas e contemporâneas |
| DEBATES ELEITORAIS NO YOUTUBE: desenvolvimento de software para raspagem dos comentários do chat em transmissões ao vivo. |
| DO DIAL AO DIGITAL: práticas educomunicativas e ecossistemas híbridos de participação cidadã. |
| TERRITÓRIOS DIGITAIS PARA CRIANÇAS NEGRAS : Percepções, violências, atravessamentos e possibilidades |
| SOBERANIA EPISTÊMICA NO MUNDO MAJORITÁRIO: desinformação científica, imperialismo acadêmico e hierarquização de conhecimentos |
| MEMÓRIAS DA MÚSICA POP E DIFERENÇAS NO ÁLBUM LONDON CALLING |
| Jornalismo de afetos: experiência estética, vínculo e reconstrução ética da prática jornalística |
| A Anatomia de uma Vinheta de Abertura: paratexto, motion design e a metonímia em Sob Pressão |
| CONSUMO ALIMENTAR: entre regimes de valor e geopolítica |
| Comunicação Populista nos Meios de Comunicação Partidários em Portugal: Análise da Chega TV e da Folha Nacional |
| TESTE DO PESCOÇO ACADÊMICO: como a escolha da bibliografia nos cursos de pós-graduação em comunicação produz epistemicídio e atua como tecnologia de negação na academia |
| Protagonismo, autoria e modos de narrar em Cremilda Medina e Svetlana Aleksiévitch, autora de Vozes de Tchernóbil |
| A PRISÃO DE MC POZE DO RODO E DESABAFO 2: disputas performáticas em rede e o processo de demonização e glamourização do Trap e Funk |
| DESENVOLVIMENTO DAS MATERIALIDADES E SEUS USOS NA COMUNICAÇÃO: trajetórias até um GT próprio na Compós |
| REVISITANDO 1958: novas perspectivas históricas propostas pela telenovela Garota do Momento |
| COMPRAS NOS JOGOS DIGITAIS: geração alpha e as monetizações |
| A fabricação bolsonarista do “fantasma do gênero” como o novo “perigo vermelho” |
| A NARRATIVA DA AUSÊNCIA: uma elaboração conceitual para o estar offline de influenciadoras digitais brasileiras |
| MULHERES IDOSAS E PRÁTICAS RADIOFÔNICAS: um estudo de recepção no município de Tucunduva/RS |
| AMBIENTES ANSIOGÊNICOS E DEPRIMENTES: sociabilidade e doença mental nas mídias digitais |
| ILUSÕES DE CONTROLE: a influência dos videogames sobre jogos de azar na plataforma Betano |
| “A INDÚSTRIA QUE LUCRA BILHÕES COM A SUA DOENÇA”: Como as mídias sociais são utilizadas para disseminar desinformação em saúde e gerar lucro |
| O COMER É POLÍTICO: vínculo e desvínculo como fenômenos nas trocas materiais e simbólicas nos rituais de comensalidade |
| Além das margens: a população em situação de rua, a cidade e a comunicação do pertencimento |
| MININOVELAS E O TENSIONAMENTO DAS CONVENÇÕES TELEVISIVAS NAS AMBIÊNCIAS DIGITAIS |
| SOBRECARGA DE INFORMAÇÃO POLÍTICA, MISINFORMATION E DESINFORMAÇÃO: Perspectivas teóricas sobre resistência a informações factuais |
| “ATACA, GOVERNADORA!”: a imagem de Fátima Bezerra e a violência política de gênero no rádio |
| A reelaboração do trauma no gesto de memória de Voluspa Jarpa |
| O AVANÇO DA DESINFORMAÇÃO E SEUS IMPACTOS NA IMUNIZAÇÃO: Desafios e Contextos na Saúde Pública |
| ESTRATÉGIAS SENSÍVEIS E DESINFORMAÇÃO SINTÉTICA: emoções mobilizadas pelo “Tarifaço do Trump no Telegram |
| Jornalismo ‘independente’ e contra-hegemônico: primeiras notas sobre um mapeamento do caráter ‘alternativo’ da imprensa de esquerda |
| O CIRCUITO FECHADO DO GOOGLE PARA O JORNALISMO: rotinas produtivas plataformizadas e controle de dados |
| ORGÂNICOS, INFORMAIS E INTUITIVOS: DE COMO OS JORNALISTAS NARRAM OS USOS DE IA NA TV |
| A delicadeza como estratégia do sensível: estética, comunicação e o olhar artístico sobre a paisagem experienciada |
| DO GESTO À CURADORIA DE DADOS E A GESTÃO ALGORÍTMICA: a questão da autoria na arte produzida por Inteligência Artificial |
| A Meta, Milei e a Marcha: a narrativização e circulação jornalística da violência anti-gênero na América Latina |
| O QUE É UMA MULHER?: Alianças discursivas entre conservadores e feministas radicais na campanha de dignidade menstrual no Instagram do Ministério das Mulheres e da Saúde |
| Para além da repetição: a intensificação como abordagem metodológica nos estudos de autor no cinema |
| “COMO DEIXAR DE SER TROUXA E VIRAR HOMEM”: perfis de masculinidade na machosfera do YouTube |
| Conceitos consagrados e emergentes nos estudos sobre desinformação |
| “DO PAI É MAIS FÁCIL”: a maternidade e a transmissão de saberes ancestrais em O agente secreto (2025) |
| NOVELAS VERTICAIS E MICRODRAMAS CHINESES: tensionamentos nos fluxos televisivos na era da plataformização |
| A cisheteronormatividade no jornalismo: a autocensura como prática de sobrevivência profissional |
| FALAS SOBRE AUTOIMAGEM: uma experiência cartográfica de escuta ética e produção de sentidos em oficinas com adolescentes |
| É PARA O NICO TAMBÉM: públicos, endereçamentos e ecossistemas midiáticos em Irmão do Jorel |
| JUVENTUDES UNIVERSITÁRIAS EM CENA: imagem, dissenso e política |
| A IMAGEM POBRE COMO CICATRIZ DA CATÁSTROFE: Archiveology e o tempo contínuo do trauma em Your Father Was Born 100 Years Old and So Was the Nakba |
| A regra não é clara: a identidade do jornalista esportivo que atua como influenciador digital |
| DO JORNALISMO COMO CURADORIA AO JORNALISMO COMO SERVIÇO COGNITIVO: PERSONALIZAÇÃO algorítmica, voz sintética e a crise da esfera pública sonora no “Your Personal Podcast |
| “Aqui acontece feito mágica”: Inteligência Artificial como como affordance pervasiva da Hotmart |
| Conselhos de Comunicação como instrumento para fiscalização e elaboração de políticas públicas no setor |
| A ESTIGMATIZAÇÃO DA MATERNIDADE NOS AMBIENTES DE TRABALHO E NAS UNIVERSIDADES COMO FORMA DE MANUTENÇÃO DO PATRIARCADO |
| ORALIDADE NEGRA, ESCREVIVÊNCIAS E AQUILOMBAMENTO COMO PRÁTICAS COMUNICACIONAIS EM PODCASTS BRASILEIROS |
| SERRAS DA DESORDEM E YÕG ÃTAK, MEU PAI KAIOWÁ: Entre a Autocrítica Moderna e a Prática Cosmológica |
| BEBÊS COM TELAS: uma análise dos maiores canais do YouTube direcionados à primeira infância |
| DADOS SÃO FONTES NO JORNALISMO? Contribuições sobre o conceito de Jornalismo de Dados |
| DIREITO É COISA DE POBRE?: O imaginário empreendedor e o esvaziamento da CLT |
| ENTRE ACONTECIMENTO E DISPOSITIVO: A CPI da pandemia na configuração de novos campos hermenêuticos |
| ESTADO DE MINAS E CHATEAU: Uma reconfiguração da prática jornalística no “grande jornal dos mineiros” |
| A Duplicidade Retórica da Obra Prequel: uma análise das estratégias textuais na composição de Andor |
| A INSERÇÃO PROFISSIONAL DOS EGRESSOS DO CURSO DE JORNALISMO DA UFMA – CAMPUS IMPERATRIZ (MA): trajetórias, desafios e conexões com o mercado comunicacional local. |
| ANIMAÇÃO, RAÇA E SUBJETIVAÇÃO: a construção da negritude no universo Disney |
| DO PLENÁRIO AO FEED DO INSTAGRAM: uma análise das identidades da deputada federal Silvye Alves a partir dos recortes de raça e gênero |
| DA MÚSICA AO INSTRUMENTO METODOLÓGICO: uma proposta de análise de produtos culturais a partir da representação da viola de buriti |
| ZONAS DE APROXIMAÇÃO NA LINHAGEM MIDIATIZAÇÃO: teorizações entre as corrente institucional, socioconstrutivista e semioantropológica |
| Memória crítica e divulgação científica: uma análise do podcast Ciência Suja |
| MATERIALIDADES DIGITAIS NO ANTROPOCENO: explorando controvérsias do data center do TikTok no Brasil |
| A IMAGEM COMO VERDADE FACTUAL: dilemas teóricos e a reivindicação do real |
| Na telenovela, “Vale tudo”? reflexões sobre temporalidade e consumo pervasivo |
| “FOUCAULT TUPINIQUIM”: humor do/sobre Xandão, do STF à imprensa |
| Os desafios éticos da cobertura de segurança pública no rádio: a construção sonora da violência e o apelo emocional no programa Patrulha da Cidade |
| JORNALISMO EM VÍDEOS CURTOS GERADOS POR I.A. NO INSTAGRAM NO BRASIL |
| POR UMA COSMOPOLÍTICA DOS SISTEMAS TÉCNICOS: o game Contos de Ifá e a individuação negra como resistência à governamentalidade algorítmica |
| CRÍTICA, TECNOLOGIA E ARRANJOS SOCIOTÉCNICOS NA EDUCAÇÃO MIDIÁTICA BRASILEIRA: um olhar sobre organizações da sociedade civil e a perspectiva pedagógica do LEME |
| RAÇA, GÊNERO E A ARMADILHA DO ARQUIVO: uma análise fílmica de Madame Satã (2002) |
| JOGOS DIGITAIS E COMUNICAÇÃO: uma revisão integrativa |
| TV DIGITAL 3.0: análise do dispositivo |
| MUNDOS TENSIONADOS NO PODCAST “DEAD RIVER”: o não retorno como acontecimento e o acontecimento como não retorno |
| “PRODUTO COM ALMA ITALIANA”: disputas comunicacionais sobre autenticidade, trabalho e cidadania de migrantes brasileiros na Itália |
| A HOMOFOBIA NO FUTEBOL BRASILEIRO: o caso Abel Braga e a exaltação do futebol raiz |
| ASIÁTICOS SOFREM RACISMO? O lugar do amarelo na hierarquia racial brasileira |
| A “MÁQUINA DE ENGAJAMENTO” DA EXTREMA DIREITA BRASILEIRA: narrativas conspiratórias, desinformação e violência online contra jornalistas |
| O ARQUÉTIPO ENJAULADO: a instrumentalização do imaginário pelo consumo e a imaginação como antídoto |
| CORPOS-CÓDIGO: subversões hacker na experiência trans |
| NECROPOLÍTICA E ACONTECIMENTO JORNALÍSTICO: textualidades sobre o assassinato de Yasmin Damascena |
| “PROFLUENCER DE SUCESSO”? Perfis de professores e exposição de crianças e jovens nas redes |
| ESCUTA DE CRIANÇAS SOB A ÓTICA DO LÚDICO: da concepção à prática |
| OPRESSORA E CAPITÃ DO MATO: Controvérsias midiáticas e roteiros performáticos de Jojo Todynho |
| QUESTÕES DE GÊNERO, RAÇA E IDADE EM AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE BRASILEIRAS: mudanças efetivas ou apenas discursivas? |
| O espaço que fala através de corpos e narrativas: Eliane Brum e a mudança para a Amazônia |
| MEMÓRIA, FICÇÃO E ENCRUZILHADA: mulheres negras e indígenas na direção fílmica do cinema cearense. |
| CINEGÉTICA DIGITAL: uma teoria a partir dos povos indígenas nas plataformas de rede social |
| ESCUTAR A CIDADE PELAS ONDAS DO RÁDIO: memória social e rádio pública em Belém do Pará |
| A imagem possuída: ritual, assinatura e imaginário do Vodou em Divine Horsemen |
| “TUDO ME DEIXA DESESPERANÇOSA”: ou, como repensar as relações generificadas no campo da Comunicação |
| OBITUÁRIOS DE CELEBRIDADES LGBTQIAPN+: a representação do acontecimento morte no Projeto Overlooked do The New York Times |
| DO ESTIGMA À ARENA POLÍTICA: uma proposta teórico-metodológico para a análise das narrativas sobre doença falciforme no Instagram |
| STREAMING À BRASILEIRA: um estudo do catálogo da produção de ficção original do Globoplay de 2018 a 2025 |
| O jogo ético entre plataformas digitais e usuários: uma análise discursiva das políticas de produtos do Google Documentos |
| DELIBERAÇÃO E INTERSECCIONALIDADE: como desigualdades estruturais impactam discussões interpessoais |
| Entre a Tecnicidade e a Existência: O Esvaziamento do Sujeito Migrante e as Disputas pela Cidadania Comunicativa no Espaço Institucional |
| LINHAS DE COMANDOS: Videogames como laboratório de guerra |
| JORNALISMO DE VERIFICAÇÃO E CREDIBILIDADE: uma análise da percepção dos comentadores da agência Lupa sobre conteúdos de fact-checking político e debunking |
| MEMÓRIAS INDÍGENAS: por uma ecologia da comunicação multiespécie |
| DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA EM REDES SOCIAIS DIGITAIS: uma reflexão epistemológica sobre os limites dos modelos informacionais tradicionais |
| ORGULHO AGRO NO TIKTOK: juventude, status e o campo idealizado |
| FARMACOLOGIA DA TÉCNICA: desafios epistemológicos da comunicação em tempos de inteligência artificial |
| OLÁ, VIZINHOS!”: notas sobre pesquisa em grupos de condomínio no WhatsApp |
| NIPO NAGÔ NO LADO DO MAR: leituras intersemióticas da brasilidade na música popular japonesa do disco TCHOU (1995), de Onuki Taeko |
| A ACESSIBILIDADE COMO MATERIALIDADE COMUNICACIONAL: BAIXA VISÃO, INTERFACES DIGITAIS E OS LIMITES DO DESIGN NORMATIVO. |
| ESCRAVA, CRIANÇA, MULHER: A CIRCULAÇÃO DE IMAGENS DE MADALENA GORDIANO |
| AS CULTURAS POPULARES NA INFLUÊNCIA DIGITAL: identidades e representações no São João da Thay |
| PERCEPÇÕES E ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS NO ENFRENTAMENTO À DESINFORMAÇÃO CLIMÁTICA: Uma Análise a partir da Rede de Parceiros pela Integridade da Informação sobre Mudança do Clima |
| Construindo conexões: arquivos de televisão e cidadania |
| REPRESENTAÇÃO E CONSUMO DA AMAMENTAÇÃO NA PUBLICIDADE INSTITUCIONAL E NAS ARTES |
| MAPA DA INFRAESTRUTURA PUBLICITÁRIA DA META: plataformização e reconfigurações do campo publicitário |
| Semiótica engajada: “Entrevidas”, nas práticas do vão livre do MASP |
| VIVENDO A “BRASILIDADE” EM MILÃO: consumo cultural e identidade em um grupo de italianos |
| NOVELAS VERTICAIS BRASILEIRAS: parâmetros para pensar um novo fenômeno de mídia |
| COMUNICAÇÃO QUILOMBOLA COMO PRÁTICA CULTURAL DE CIDADANIA |
| Marketing de Influência e Consumo como Processo Comunicacional: Educação Midiática e Formação Crítica na Cultura Digital |
| VIDA VIVIDA, VIDA CONTADA: Memórias vivas do programa Memória Viva da TV Universitária do Rio Grande do Norte (1980-2025) |
| Das redes às ruas: é possível ser ativista de hashtag? |
| REIMAGINAR A GOVERNANÇA DE DADOS: a Retomada Digital e a Função Social dos Dados |
| Considerações sobre Inteligência Artificial nas pesquisas em rádio e mídia sonora no Brasil |
| CINEMA ASSOMBRADO: entre fantasmas e poéticas da criação |
| Navegando em ressonâncias comunicativas: uma análise reconstrutiva da pirataria digital diante da plataformização |
| Fluxos, Refluxos e Contrafluxos: a agenda de políticas para as mulheres de 2003 a 2023 |
| A HARMONIZAÇÃO DOS DISCURSOS: Monoculturas textuais, variabilidade discursiva e o risco epistêmico da planificação linguística por modelos generativos de linguagem |
| RECONFIGURAÇÕES DA EXPERIÊNCIA NA PRODUÇÃO VIDEOGRÁFICA DAS GUERRAS MODERNAS |
| DA CRIMINOLOGIA DA REPRESSÃO À CONTRANARRATIVA DO CRIME: imagens, estigmas e regimes de verdade em Mulheres Assassinas |
| A LOBIMOÇA NA ALCATEIA DO GLOBOPLAY: hibridismo de gênero e identidades juvenis na ficção seriada brasileira |
| INTERSECCIONALIDADE E MERCANTILIZAÇÃO DA DIFERENÇA: raça, gênero e classe nas disputas hegemônicas em “Vai na Fé” |
| A adaptação de narrativas jornalísticas, do livro-reportagem ao TikTok: o caso da série Tremembé |
| Quem pode se cuidar? Raça, Autocuidado, Wellness e Plataformas digitais |
| CREDIBILIDADE E JORNALISMO DE MARCA: Aplicação do ICJOR como métrica avaliativa |
| Epistemologias do eu: o sujeito pesquisador e objeto nas Teorias da Comunicação |
| RITMO E IMAGINÁRIO: em direção a uma abordagem simbólica do tempo vivido |
| LITERATURA, MITO E HISTÓRIA: visões de Brasília nas obras de Clarice Lispector e João Guimarães Rosa |
| MUSICALIDADES, TERRITÓRIO E TERRITORIALIDADE: Aproximações possíveis no cinema latino-americano contemporâneo |
| História do Podcasting no Brasil: uma análise da produção acadêmica sobre o formato em anais de encontros da Alcar, Intercom e SBPJor (2004-2024) |
| MEDIAÇÕES SOCIOTÉCNICAS E ECOSSISTEMAS MUSICAIS: hipóteses sobre a plataformização da música urbana contemporânea |
| DOS ALGORITMOS ÀS MEDIAÇÕES CULTURAIS: sociabilidades periféricas para além dos públicos calculáveis |
| O CLITÓRIS DA SERPENTE: indiferenciação e estruturas de visibilidade |
| Ocupação das imagens na luta pela terra |
| Comunicações contra-plataformiais da música digital |
| MODERAR OU AMPLIFICAR? O papel das plataformas na escalada da violência política de gênero contra Erika Hilton |
| O exterior do interior de Belo Horizonte |
| Gamificação como linguagem: ancestralidade e produção de sentidos na Educação Infantil em tempos de Idade Mídia |
| DIVERSIDADE RACIAL NAS ORGANIZAÇÕES: Análise da encenação dos discursos em face à função política de relações públicas |
| REDE LEGISLATIVA DE RÁDIO: primeiras reflexões sobre seu potencial de promover consciência crítica cidadã no interior do Brasil |
| REGIMES DE VISUALIDADE E PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE: COMUNICAÇÃO, COSMOLOGIA E PERFORMANCE NO CAPITALISMO DE PLATAFORMA |
| EPIFANIAS, METAMORFOSES E TRANSMUTAÇÕES. A Imaginação dos afetos na obra ‘O Filho de Mil homens’ |
| O Reels como ativo de inovação no Jornalismo Nativo Digital dos casos Agência Tatu e O Povo+ |
| La ville qui n’existait pas (2023-2026): artificialidade da imaginação e desmemórias na era da IA generativa |
| CORDEL NOTICIOSO: conceitos e aproximações com o gênero notícia e reportagem |
| A MULHER NEGRA NA TELEVISÃO: uma análise da Helena de Taís Araújo em Viver a Vida |
| INFRAESTRUTURA DA COMUNICAÇÃO ONLINE NO BRASIL, CABOS SUBMARINOS E SOBERANIA DIGITAL: indicadores técnico-econômicos e político-regulatórios |
| Muito além da porta de entrada: o que revela a análise do discurso do mundo do trabalho das pessoas com deficiência motora |
| A DÚVIDA RACIAL COMO SINTOMA: linguagem do segredo e o tensionamento da ontoepistemologia moderno-colonial |
| DO DISPOSITIVO AO VÍNCULO: complexidade, práxis e decolonialidade nas teorias da comunicação |
| SUSTENTABILIDADE INSTAGRAMÁVEL: ECOSSISTEMAS DE INFLUÊNCIA E RELAÇÕES DE PODER |
| “A GENTE FICA MUITO VICIADO NÉ?”: dependência tecnológica como estratégia de negócio |
| PESQUISA TEÓRICA EM COMUNICAÇÃO: considerações para uma sistematização metodológica |
| DONALD TRUMP E A ESTRANHA AUTENTICIDADE: limites do cinismo na era dos ‘fakes genuínos’ |
| COMO SE IMAGINA UMA MAIORIA RELIGIOSA? Velhas fricções e novas sensibilidades na “virada evangélica” do Brasil |
| Corpos anunciados, mulheres perseguidas: uma análise de conteúdo de 113 classificados sobre mulheres escravizadas no Brasil do século XIX |
| CLONAGEM DE VOZ NO JORNALISMO SONORO: usos realizados pelo programa radiofônico O É da Coisa da BandNews FM |
| O MARAVILHAMENTO CONSERVADOR: cenas e performances organizacionais em retrocesso |
| FREIRE E OS BORORO: construindo em comunhão o conhecimento sobre desinformação |
| SMARTPHONES EM CHAMAS: jogos digitais enquanto experiência termocultural |
| Entrevistas e história oral como método nos estudos radiofônicos |
| CEO DA PRÓPRIA VIDA: o sujeito de sucesso e a digitalização do trabalho no Instagram |
| JORNALISMO COMO ARQUIVO RACIAL: racismo epistêmico e sobrevida da escravidão na cobertura da “guerra às drogas” |
| INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA PRODUÇÃO CIENTÍFICA: potencial apoio metodológico ou risco à autoria? |
| DA TRANSIÇÃO À TRANSVIVÊNCIA: diferença e resistência nas travessias transgêneras |
| NÃO ERA AMOR, ERA STALKING: perseguindo a ação de plataformas digitais na série Baby Reindeer |
| “EU ESTOU VIVO”: uma leitura reparativa do projeto @theaidsmemorial no Instagram |
| A MÍDIA ALÉM DA MÍDIA, OUTROS PORQUÊS PARA ESTUDÁ-LA |
| CADEIRA DE BEIRA DE ESTRADA: Lina Bo Bardi, design vernacular e resistência como memória cultural |
| Novos sentidos para velhos sons: música e memória em challenges do TikTok |
| Encruzilhada – tecnologias e religiões de matrizes africanas: como a divindade Exu é retratada por meio do gerador de imagem do ChatGPT |
| RACISMO ANTI-INDÍGENA NO TELEJORNALISMO: Dez anos de cobertura sobre os povos originários no Jornal da Globo |
| Consumo, engajamento e sociabilidade digital: uma pesquisa de opinião com espectadores brasileiros da série Euphoria |
| Gênero, formas e formatos do ódio: programas policiais, cidadania e plataformas políticas |
| DIGA-ME O QUE OUVES E TE DIREI QUEM ÉS: uma perspectiva decolonial sobre o ranking das mais ouvidas do Spotify no Brasil |
| CARTA-GRAFIAS DO SENSÍVEL: A escrita de si como um modo de habitar o corpo e o tempo |
| Interação Representacional Mediada Online: a Performance do Eu de Influenciadores Virtuais nas Plataformas Digitais |
| ENCRUZILHADAS E REDES SOCIAIS: a quizumba da @marchadasmulheresnegras2025 pela reparação e bem viver |
| A ESTÉTICA DA INCLUSÃO: padrões da diversidade corporal no discurso midático |
| NEABIS DOS INSTITUTOS FEDERAIS DO NORDESTE: comunicação como forma organizativa em busca da transformação social e do bem comum |
| DISCURSO DE MARCA E RESPONSABILIDADE SOCIAL: Análise da campanha “Pacto Skincare Responsável” na proteção de crianças e adolescentes |
| Imaginários em um corpo tatuado: visualidade, estética e comunicação |
| PERFORMATIVIDADE E DISSENSO EM “BAILE DO BRUXO” |
| A TERCEIRA PRESENÇA NO FLERTE DIGITAL ENTRE SUJEITOS EM ASSOCIAÇÕES SOCIOTÉCNICAS |
| “Infância-produto” e “criança-consumo”: perspectivas sobre infância contemporânea a partir do estudo de influenciadores digitais mirins |
| REPRESENTAÇÕES DE CRIANÇAS IMIGRANTES EM TERESINA-PIAUÍ: A CENA NO GOOGLE IMAGENS |
| Processo de tomada de decisão ética de profissionais de publicidade |
| BISSEXUALIDADE E ENTRE-LUGARES: disputas por visibilidade e pertencimento no Instagram |
| A METODOLOGIA Q NA PESQUISA EM COMUNICAÇÃO E POLÍTICA: contribuições aos estudos de controvérsias e subjetividades |
| COMO DISCUTIR SEXO/GÊNERO/SEXUALIDADE SEM DISCUTIR SEXO, GÊNERO E SEXUALIDADE? Como a separação entre essas dimensões da vida se tornaram uma disputa ontoepistêmica no Instagram |
| O IMPRESSO COMO GATILHO DA MEMÓRIA: As práticas editoriais dissidentes da revista Rose |
| A COMUNICAÇÃO DA RETOMADA DO TERRITÓRIO: resistência, existência e luta indígena no Nordeste |
| CINEMA, IDENTIFICAÇÃO E DISPUTA SIMBÓLICA NA AMAZÔNIA: UMA ANÁLISE DE CANTÍDIO: A RESISTÊNCIA DE MAICÁ |
| Rap: cena enunciativa sobre a cidade e a estética |
| O IMPACTO DA IMAGEM NA PERCEPÇÃO DO ELEITOR: candidatas negras entre o traje social e o identitário |
| EPISTEMOLOGIA DA COMUNICAÇÃO EM PERSPECTIVA INSTITUCIONAL: uma análise dos títulos de teses e dissertações do PPGCom da FAAC/Unesp (2021–2024) |
| ORALIDADE EM DISPUTA: branquitude e midiatização em um terreiro de Umbanda |
| Ser revolucionário é ser hospitaleiro: para (re)pensar a abordagem documental |
| REFLEXÕES ACERCA DO RADIODOCUMENTÁRIO ATRAVÉS DAS PESQUISAS DO GRUPO DE RÁDIO E MÍDIA SONORA DA INTERCOM (1994-2022) |
| JORNALISMO MÓVEL E O TRABALHO DO VIDEORREPÓRTER: uma análise da recepção crítica da audiência na página “Virei Jornalista” |
| COMUNICAÇÃO COMO FUNDAMENTO DO CONHECIMENTO NAS ORGANIZAÇÕES: apontamentos teóricos e empíricos |
| Jean-Luc Godard contra René Descartes: uma fábula cine-filosófica |
| CRUZAMENTOS ENTRE ESPACIALIDADES E TRAUMA GERACIONAL: a casa como dispositivo narrativo em ‘Valor Sentimental’ |
| MASCULINIDADES NEGRAS EM CENA: tensionamentos do feminismo negro para a construção de novas narrativas de poetas “no topo” |
| RAÍZES GRÁFICAS DA VIOLÊNCIA: O papel de O Pasquim na reprodução de imaginários misóginos ainda vigentes |
| LIBERDADE DE EXPRESSÃO VERSUS DISCURSO DE ÓDIO NAS MÍDIAS DIGITAIS: dinâmicas sociotécnicas e implicações político-comunicacionais |
| “PROTEGER O SEXXO FEMININO É LEI”: discursos sobre feminicídio e Lei Maria da Penha no Brasil a partir do feminismo radical transexcludente |
| EL FIN Y EL MEDIO: uma canção sem anestesia e o genocídio na Faixa de Gaza |
| O AQUILOMBAMENTO E A PRODUÇÃO DE OUTRO OLHAR SOBRE A FAVELA: o coletivo Favelagrafia e a potência da visualidade periférica |
| LEGADO AUTORITÁRIO E RACISMO NO DEBATE PÚBLICO ACERCA DO FILME MARIGHELLA |
| A equivocação como condição comunicacional: etnografia difracional da CVE-2021-44228 (Log4Shell) |
| CONSUMO E PERTENCIMENTO EM DEBÍ TIRAR MÁS FOTOS, DE BAD BUNNY |
| UM QUILOMBO NA PAISAGEM URBANA DE SÃO PAULO: práticas comunicacionais e disputas pela memória no Bexiga |
| A EXPERIÊNCIA DO SABER COMO ESTRUTURA DE PRESERVAÇÃO CULTURAL DO POVO KARIRI-XOCÓ (AL) EM SEUS ECOSSISTEMAS COMUNICATIVOS |
| Ciborgues, Vampiros e Zumbis: dialética racial como repertório da estética do desamparo na ficção especulativa dominante |
| DO ATIVISMO DIGITAL AO ATIVISMO DE DADOS: práticas e desafios no contexto racial |
| A EXISTÊNCIA NEGRA NO VESTÍGIO E O TRABALHO DE VIGÍLIA NA ENCRUZILHADA: um exercício analítico |
| Literacia publicitária para a cidadania comunicativa: protagonismo juvenil em oficinas de pesquisa-ação em Cuiabá/MT |
| “PALCO EXPANDIDO” E “PLATEIA EXPANDIDA” NAS PERFORMANCES DE FIGURAS PÚBLICAS: notas sobre interação e endereçamento discursivo a partir de proposições de Erving Goffman |
| “DESAPLANAR”: uma análise sobre produção de sentidos a partir da audiovisualidade mestiça e o texto pensante |
| “TORRE DE BABEL ÀS AVESSAS”: distinções e mediações na cena musical de Brasília |
| COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL E DIVERSIDADES: interseccionalidade e dinâmicas organizacionais |
| MÚSICA UNIVERSALIS: Sobre experiência, música e conhecimento |
| POSITIVIDADE E EMPATIA: Construções Subjetivas em tempos do neoliberalismo |
| CINEMA DE LUGAR: um estudo sobre como os espaços afetam as estéticas cinematográficas |
| POSTAR PARA EXISTIR: materialidades digitais e o testemunho político durante o cerco a Gaza |
| Cinema e capitalismo: representação e sujeito na teoria de Hugo Munsterberg |
| Corpos, Normas e Verdades Jurídicas: estado da arte dos estudos de gênero e justiça no Brasil |
| DO “SHOW DO EU” À PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADES DIGITAIS: Narrativa, Educação Midiática e Comunicação Não Violenta |
| NA PONTA DO BICO: o panaroma radiofônico do Bico do Papagaio (TO) |
| INTEGRAÇÃO INSTITUCIONAL E INDUÇÃO SIMBÓLICA: o ecossistema cultural da Assembleia de Deus em Pernambuco |
| Insurgências de gênero e dysphoria de espécie: o devir-alienígena em Potyguara Bardo |
| Por uma teoria da telenovela brasileira |
| QUANTO JOGO CABE EM UMA DÉCADA?: os estudos sobre Comunicação e Esporte na Compós (2016-2025) |
| MARCAS DISCURSIVO-SONORAS DA ANCESTRALIDADE: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA OS ESTUDOS DE PODCASTS NARRATIVOS |
| Moda Espiralar: Vestígios do Tempo em Corpos que Performam. Narrativas negras e a Performatividade do vestir. |
| O encontro entre Jean-Claude Bernardet e Maria Beatriz Nascimento: evidências e complexidades de um diálogo sobre raça e classe no cinema brasileiro (1960-1980) |
| RÁDIOS UNIVERSITÁRIAS NA AMÉRICA DO SUL: o gênero jornalístico na programação de seis emissoras públicas |