GT Comunicação da Ciência e Políticas Científicas
“Dr. Drauzio Varella tem a solução dos seus problemas”: mapeando anúncios fraudulentos sobre saúde na Meta. Carlos Eduardo Barros, Nicole Sanchotene, UFRJ; Débora Gomes Salles, Rose Marie Santini, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Assimetrias estruturais na circulação global do conhecimento e a soberania epistêmica em um mundo multipolar. Thaiane Moreira de Oliveira, Universidade Federal Fluminense; Francisco Paulo Jamil Marques, University of Iowa; Manuel Goyanes, Universidad Carlos III, Mohan Dutta, Massey University of New Zealand.
A percepção sobre a Amazônia brasileira do ponto de vista do negacionismo internacional: uma análise do fórum r/climateskeptics no Reddit. Daphane Leilane da Silva, Bianca Maria da Silva Melo, Priscila Muniz de Medeiros, Universidade Federal de Alagoas (UFAL).
“A terra não é nossa, nós somos da terra”: perspectivas contracoloniais, localizadas e interseccionais da ciência no Espaço do Conhecimento UFMG. Ana Carolyna Gonçalves; Verônica Soares da Costa, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas.
Mimese jornalística como estratégia comunicacional na publicidade nativa de saúde. Eliana Pegorim Abreu e Silva; Isabela Duarte Pimentel; Lorrana Melo Cordeiro, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio.
A disputa discursiva sobre mineração em terras indígenas e o negacionismo ambiental no Twitter. Taiane Volcan, Universidade Federal de Pelotas.
Considerações sobre os movimentos antivacina: cartografia dos conceitos e seus desdobramentos. Ronaldo Henn, Universidade do Vale do Rio dos Sinos.
“É a natureza, não tem o que fazer”: como telejornais brasileiros cobriram eventos climáticos extremos em 2024. Giulia Sbaraini Fontes, INCT-DSI e Universidade de Milão, Andressa Butture Kniess (INCT-DSI), Paulo Ferracioli (Universidade de Bologna).
Estratégias de comunicação nas mídias sociais: uma revisão sistemática de literatura sobre a promoção da saúde pública. Claudia Regina Ferreira, Universidade Federal do Ceará – UFC.
A plataformização dos periódicos científicos na era da cultura digital. Adriana A. Oliveira, Universidade Federal de Juiz de For a – UFJF.
Paradigmas científicos nas notícias da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT): uma análise da comunicação institucional em 2023. Jeferson Boldrini da Silva, UFMT/UEMT; Jociene Carla Bianchini Ferreira Pedrini, Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT
Cartografando o tema da comunicação científica no catálogo de teses e dissertações da capes: um estudo sob a lupa da bibliometria. Rodrigo Paiva; Netília Silva dos Anjos Seixas, Universidade Federal do Pará – UFPA.
GT Comunicação e Cidadania
ALÉM DA SMART CITY: Algoritmo do Oprimido na construção da cidadania. Kenzo Soares Seto, Luana Bulcão e Raquel Paiva ECO-UFRJ – Escola de Comunidação da Universidade Federal do Rio de Janeiro
CIDADANIA MIGRANTE: propostas e experiências em comunicação e saúde, Rafael Foletto, UFSM / UNIPAMPA – Universidade Federal de Santa Maria/Unipampa
EM BUSCA DE UMA COMUNICAÇÃO DE DESASTRE MAIS CIDADÃ: avaliação da usabilidade de um sistema de monitoramento de informação na internet por lideranças femininas. Paola Primo, Michele Nacif Antunes, Thalita Mascarelo da Silva, Bruna Reis Ribeiro Universidade Federal do Espírito Santo e Fundação Oswaldo Cruz – UFES/Fiocruz
EMERGÊNCIA CLIMÁTICA E PODER DE VOZ DE JOVENS: narrativas, desafios e potencialidades Criselli Maria Montipó e Myrian Regina Del Vecchio-Lima Universidade Federal do Paraná – UFPR
CIDADANIA COMUNICATIVA NÃO CONTA CROMOSSOMOS: pessoas com síndrome de Down em interrelações com os processos comunicacionais Felipe Collar Berni e Alberto Efendy Maldonado Universidade Federal de Roraima e Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UFR/Unisinos
JORNALISMO CRÍTICO-EMANCIPATÓRIO NO ANTROPOCENO: a práxis noticiosa de repórteres indígenas na Amazônia Real e Sumaúma Rafael Bellan e Esther Kerem de Oliveira Soares Universidade Federal do Espírito Santo – UFES
PERSPECTIVAS DE COMUNICAÇÃO POPULAR PARA DEMOCRATIZAR A CIDADANIA CULTURAL: análise das práticas comunicacionais do programa nacional dos comitês de cultura Rafaela Zimkovicz, Alicia Felix, Brunna Vasconcellos, Camila Rezende e Giovanna Cabral Universidade Federal do Paraná – UFPR
O QUE A CENSURA NÃO CORTOU: uma análise das charges do jornal Movimento em tempos de censura. Rozinaldo Antonio Miani Universidade Estadual de Londrina – UEL
CIDADANIA, ARENAS DA ATENÇÃO E DISPUTAS DE PODER: visibilidade e repercussão do VOZ na esfera pública digital. Cinthya Oliveira Universidade Federal Fluminense -UFF
A PRODUÇÃO DE ETNOMÍDIAS COMO PRÁTICA DECOLONIAL EDUCOMUNICATIVA: uma abordagem a partir da criação do coletivo. Nhembo’e Katu Pietra Silva Queiroz Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN
ANTIFEMINISMOS E SUAS APROPRIAÇÕES MIDIÁTICAS DIGITAIS: implicações para as esferas democrática e cidadã Carla Negrim Fernandes de Paiva e Isadora da Silva Preste Universidade Estadual Paulista – UNESP
REPRESENTATIVIDADE E PROTAGONISMO DE GRUPOS MENOS VISIBILIZADOS NA PRODUÇÃO DE JOGOS ELETRÔNICOS Priscila Seixas da Costa Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT-UFRJ
GT Comunicação e Cultura
Neofluxos comunicacionais sobre a pauta climática a partir da cop da amazônia no Instagram. Jéssica Souza e Walter Teixeira Lima Júnior, Universidade Federal do Pará
“Ainda estou aqui” e o cimento social. Juremir Silva e Álvaro Nunes Laranjeira, PUCRS
Bumba meu boi do maranhão, cultura ou turismo: a quem atender primeiro? Antônio Jorlan Soares de Abreu e Vinicius da Silva Coutinho, Universidade Federal do Paraná-UFPR e Universidade do Estado da Bahia-uneb
Configurações do imaginário e da subjetividade na amazônia paraense urbana: Uma análise da HQ Castanha do Pará. Marcus Correa e Alda Cristina da Silva Costa, Universidade Federal do Pará
O outro empoderado: Que horas ela volta, Casa grande, O som ao redor e Bacurau. Miriam de Souza Rossini e Daniel Ricardo Feix, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Universidade do Vale do Rio dos Sinos
Misoginia Digital: a voz como marcador de gênero em partidas on-line. José Messias e Catherine Moura, Universidade Federal Fluminense.
A circulação extracerebral do imaginário ou a nulificação do orgânico. Jose Name e Norval Baitello Junior, PUCSP.
Multiculturalismo e multinaturalismo: sobre habitar o abismo do Antropoceno. Ricardo de Jesus Machado, Universidade Federal do Oeste da Bahia
Narrativas autobiográficas em processos de destransição de gênero: o caso Catty Lares. Pedro Henrique Andrade, Escola Superior de Propaganda e Marketing
Atrás do gol eu sigo cantando: análise discursiva dos cantos das torcidas de Grêmio e Internacional. Soraya Damasio Bertoncello, PUCRS
Imagem e estigma: A Persistência da Demonização das Religiões de Matriz Africana na Mídia. Mauricio Ribeiro da Silva, Universidade Paulista.
Qual cultura brasileira? Análise da cobertura cultural sobre o Brasil no jornal português Público. Mariana Scalabrin Müller, Universidade do Minho.
GT Comunicação e Experiência Estética
Alegria queer: Uma chave de leitura estética. Luiz Fernando Wlian, Unesp
O bloco ainda está na rua: circulações estéticas da experiência com Sérgio Sampaio. Larissa Caldeira, UFBA, e Jorge Cardoso Filho, UFRB
Encruzilhadas fílmicas, rotas afro-atlânticas. Edson Pereira da Costa Júnior, Unicamp
Estado de ocupação: componentes de um conceito a partir de Conte isso… Bruno Leites, UFRGS, e André Corrêa da Silva de Araujo, UFRGS
Estranho ressentimento: da ambivalência ressentida e sua afinidade com o Unheimlich digital. Rafael Burgos, UFRJ
A experiência estética do documentário Chão (2019), de Camila Freitas, no contexto das produções audiovisuais do MST. Leonardo Gonçalves da Silva, Unicamp
Na Comunicação, a Experiência Estética. José Luiz Warren Jardim Gomes Braga, UFG
Perceber, filmar, sentir. César Geraldo Guimarães, UFMG
Por uma estética disco. Denilson Lopes, UFRJ, e Ribamar José de Oliveira Junior, UFRJ
O quilombismo como tropo discursivo no documentário brasileiro. Gilberto Alexandre Sobrinho, Unicamp
O rap como horizonte possível do urbano: construindo fissuras interdiscursivas no espaço-tempo da cidade. Sebastião Clovis Brito do Nascimento Junior, UFSC
Travessias afrodiaspóricas em tradução audiovisual: A ecologia marinha reconfigurada. Irene de Araújo Machado, USP
GT Comunicação e Política
GÊNERO, EQUALIZAÇÃO E NORMALIZAÇÃO: Renovação política e mídias digitais nas eleições para a Câmera dos Deputados em 2022. Aline Lopes e Arthur Ituassu (PUC-Rio)
DIGITALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO POLÍTICA E PERSONALISMO ELEITORAL NO BRASIL: Análise da relação entre meios de informação e forma de escolha de candidatos nas eleições de 2024. Emerson Urizzi Cervi (UFPR), Marcus Abílio Pereira (UFMG) e Claudio Luis de Camargo Penteado (UFABC)
QUANDO A REPRESENTAÇÃO POLÍTICA É TAMBÉM UMA LUTA POR RECONHECIMENTO: aproximações teóricas a partir do contexto do autismo no Brasil. Francisco Gabriel Alves da Silva e Rousiley Celi Moreira Maia (UFMG)
INTERDIÇÕES NA COBERTURA JORNALÍSTICA DE G1 E PODER 360 SOBRE TWEETS DE JAIR BOLSONARO NAS ELEIÇÕES 2022. Carlos Augusto de França Rocha Júnior e Maria Helena Weber (UFRGS)
DA AVENIDA PAULISTA AO PARTIDO MISSÃO: uma análise do funil de engajamento e da formação política do MBL. Pedro de Souza Lima Brodbeck e Kelly Cristina de Souza Prudencio (UFPR)
CORRUPTION, POPULISM AND SOCIAL MEDIA: a comparative analysis of Facebook’s profiles from Italy, Brazil, and Portugal. Liziane Soares Guazina (UnB), Moreno Mancosu (University of Turin), Isabel Ferin Cunha (Universidade Nova de Lisboa), Ana Cabrera (Universidade Nova de Lisboa) e Bruno Araujo (UFMT)
COVERT RESEARCH IN POLITICALLY HOSTILE DIGITAL ENVIRONMENTS. Viktor Chagas (UFF)
ALDEANDO A CAMPANHA DIGITAL: o uso do Instagram na comunicação eleitoral de candidaturas indígenas em 2024. Eurico Matos (FGV)
A RETÓRICA DA DIFERENÇA: outsiders e a estratégia do contraste na política. Mateus da Cunha Santos e Luciana Panke (UFPR)
Políticas Públicas de Comunicação do Supremo Tribunal Federal: a linguagem simples como objetivo estratégico. Carlo José Napolitano (UNESP)
O USO DE INOVAÇÕES DEMOCRÁTICAS DIGITAIS PELAS INSTITUIÇÕES DO PODER LEGISLATIVO BRASILEIRO. Marcela Rocha de Sá e Christiana Soares de Freitas (UnB)
O CLÃ E A PANDEMIA NAS REDES: análise das estratégias narrativas da família Bolsonaro sobre a covid-19 no Telegram. Francisco Sérgio Lima de Sousa e Diógenes Lycarião (UFCE)
GT Comunicação e Sociabilidade
Se Deus é por nós, quem será contra nós? Política e fé no meio evangélico. Cristina Teixeira Vieira de Melo; Paulo Vaz. UFPE; UFRJ
Capital de visibilidade e movimento Tradwife: disputas de gênero nos processos de celebrização. Paula Guimarães Simões; Denise Figueiredo Barros do Prado. UFMG; UFOP
Soberania digital, desinformação e a saída do X do Brasil. Laura Santos de Souza; Tálison Felipe Ferreira de Sena; Francisca Leonora da Costa Sales. UFPE; UFF; UFRN
A sociabilidade do sofrimento na prática da morte assistida: refazendo o mundo e inventando linguagens. Marcelo Almeida Duarte; Augusto Flamaryon Cecchin Bozz. UFMT; UFMT
“Tô nem aí”: A legitimação cínica da violência policial no Brasil contemporâneo. Thábata Coelho; Marianna Ferreira Jorge; Paula Sibilia. UFF; UFRJ; UFF
Entre a norma e a ruptura: tensões e contradições discursivas sobre a família na agenda política LGBTQIA+. Elias Serejo; Danila Cal. UFPA; UFPA
Será que vale seu investimento? Aconselhamento amoroso no mercado digital contemporâneo. Amanda Santos; Rafaela Ramos Szmaragd. UFF; UFF
Comprar visibilidade: formas de resistência algorítmica e a venda de likes no Spotify em grupo do Telegram. Danillo dos Santos Lima. UFRGS
O trabalho como valor nas representações femininas em telenovelas brasileiras. Mariana Barbosa Gonçalves. UFOP
“Todo o seu azedume”: a construção moral da solteirona em jornais brasileiros do século XIX. Julia Noia Silva. UFRJ
Imagem e engajamento: a visibilidade do psicólogo no instagram durante as inundações no Rio Grande do Sul, Grazielle Vilar. UNIP
Autonomia vigiada e expansão do poder biomédico: dimensões socioculturais do uso de aplicativos relacionados ao câncer. Allan de Gouvêa Pereira. UERJ
GT Comunicação, Arte e Tecnologias da Imagem
A paisagem do Antropoceno na fotografia contemporânea latinoamericana: as “Topografias da fragilidade”, de Ingrid Weyland. Victa de Carvalho, PPGCOM ECO/UFRJ
CINEMA-MUNDO: coleções, lugares, viagens. Angela Prysthon, PPGCOM-UFPE. Bruno Mesquita Malta de Alencar, PPGCOM-UFPE. Lucca Nicoleli Adrião, PPGCOM-UFPE.
A condição do olhar imperial. Dayse Euzébio de Oliveira, UFPE.
Dimensões políticas de um fazer-sentir latino-americano na fotografia contemporânea. Ludimilla Carvalho, UFRJ.
DEMASIADO HUMANO: perspectivas sobre criação e agência das tecnologias. José Cláudio Siqueira Castanheira, Universidade Federal Fluminense – UFF.
HIPERSEXUALIZAÇÃO POR ALGORITMO? Análise da influência do Instagram ao promover imagens hipersexualizadas. André Luis da Graça, Universidade Federal do Paraná.
O aconchegante no espectro de categorias estéticas. Manuela Salazar, University of Sussex.
DO ÍNDICE AO MODELO: IA generativa, QR ControlNet e a produção de realidades sintéticas. Marcio Telles, Universidade Estadual do Paraná (Unespar).
CONFLUÊNCIAS E AFROFABULAÇÕES: entre mulheres kilombola, nós e as imagens-cascas. Letícia Benevides Araújo Almeida, Universidade Federal de Goiás (UFG). Ana Rita Vidica, Universidade Federal de Goiás (UFG).
UMA CONTRACARTOGRAFIA ENSAÍSTICA INTERTEXTUAL: Pepe, uma zoo-autobiografia. Monica Klemz, Universidade Federal Fluminense.
PRÁTICAS ARTÍSTICAS E CRISE CLIMÁTICA NA 22º BIENAL SESC_VIDEOBRASIL. Ruy Figueiredo, Universidade Federal Fluminense.
As imagens héautonomes de Marguerite Duras e as descrições disjuntivas de Gustave Flaubert. Karol Souza Garcia, Universidade Federal do Ceará. Guilherme Gonçaves da Luz, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
GT Comunicação, Gêneros e Sexualidades
QUAIS SÃO AS PORTAS DA DIVERSIDADE E INCLUSÃO? Uma análise das políticas de ações afirmativas de gênero nos PPG em Comunicação do Brasil. Milena Freire de Oliveira-Cruz, Camila Scarrone Osorio, Carolina Alegretti de Souza e Silva, UFSM
Faces do debate sobre não-binariedade no Brasil contemporâneo: trajetos de sentido em narrativas de influenciadores juvenis. Rosamaria Luiza de Melo Rocha, Gabriela Cleveston Gelain, ESPM/SP.
O que pode o cu? Felipe Viero Kolinski Machado Mendonça, Bruno Souza Leal, Carlos Magno Camargos Mendonça, UFMG/UFOP.
MAGRAS; MAGRAS, MAGRAS: a padronização do corpo inalcançável. Isis Luna Cirne de Azevedo, Soraya Barreto Januário, UFPE.
NÃO DEVER CORPOREIDADES: caminhos para interpretações visuais a partir das não-binariedades no Instagram. Juliana Soares Gonçalves, Julianna Paz Japiassu Motter, UFBA
ÀS LESBIANIDADES RESTA O ESPAÇO PRIVATIVO? A imoralidade atribuída às lésbicas em notícias sobre casos de lesbofobia. Maria Clara Soares Rodrigues, Livia Kelly Labanca Ferreira, Steyce Dayane Lopes, Kalliandra Quevedo Conrad, UFOP, UFMG e UTFPR.
AMBIÊNCIAS HOMOSSOCIOTÉCNICAS: homossociabilidade e homofilia com espaços masculinistas online. Gracila Vilaça, UFMG, Minas Gerais.
Interpelando as imagens de controle: uma análise das autorrepresentações de beleza por influenciadoras digitais negras no Instagram Lydia Barros UFPE.
CIBERORGIA: experiência erótica na pornoesfera digital. Lucas Bragança da Fonseca, UFF.
RELAÇÕES DE GÊNERO NOS ANDES: das filosofias originárias às postagens no Facebook. Elisa Canjani, Claudia Lago, USP.
“MISERICÓRDIA, COLOCARAM A FRANCESCA PRA FAZER BRIGA DE ARANHA”: heteronormatividade e homofobia no fandom de Bridgerton no X (Twitter). Kellen do Carmo Xavier, Dayane do Carmo Barretos, UFMG.
O PESSOAL É POLÍTICO: as estratégias político-comunicativas da mobilização #ExposedCG. Ariadna Thalia Zortea Braz, Katarini Miguel, UFMS.
GT Comunicação, Raça e Interseccionalidades
Apropriações tecnológicas e resistências interseccionais à exploração algorítmica: experiências Brasileiras. Paulo Victor Melo e Gyssele Fábia Mendes Pereira. ICNOVA FCSH (Portugal) e Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Ética antirracista na pesquisa em Comunicação: reflexões iniciais sobre a dimensão racial de práticas de pesquisa. Lucianna Furtado e Felipe Messias. Universidade Federal de Minas Gerais
Ironia disfarçada em elogio: o duplo como rastro de africanismo na produção cultural negra – É tudo para ontem. Deivison Campos, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
Figuras de ousadia para refundar uma cena universitária pluriepistêmica. Daniela Abreu Matos e Tais Lima Gonçalves de Amorim, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
Comunhões emocionais e aquilombamento: o cotidiano midiatizado de bichas pretas. Diego Cotta, Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Crescer na Vila: Vivências e territórios para crianças negras na periferia de Várzea Grande. Kennid Teixeira e Nealla Machado, Universidade Federal de Mato Grosso.
De escravo a governador: a glorificação em José (1995) como obliteração racial. Lucas da Silva e Sofia Cavalcanti Zanforlin, Universidade Federal de Pernambuco.
Laroyê, Exu: Uma perspectiva teórico-metodológica para se refletir sobre o educar comunicativo negro a partir da entrevista de Conceição Evaristo no Roda Viva. Erick Candeias e Cirlene Cristina de Sousa, Universidade do Estado de Minas Gerais.
Além da opção decolonial: a insuficiência da decolonialidade para pensar o negro no Brasil. Julia Barroso da Silveira, Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
“Escureceu tudo lá atrás? Clari Effect resolve”: branqueamento e biopolítica da beleza no Brasil contemporâneo. Julio César Sanches, Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Educação, violência e interseccionalidades: um estudo interdisciplinar para a análise de dados do IBGE, Inep e Ipea, em 2019. Amanda Maria de Sobral Gomes, Talita Vasconcelos Brandão e Marcus Vinicius Moraes Oliveira. Universidade Federal de Minas Gerais.
Virtualização imagética: inferências produzidas pela visualidade da personagem Madalena, de Volta por Cima. Vannessa Mascarenhas dos Santos e Dorotea Souza Bastos, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
GT Consumos e Processos de Comunicação
Pode o consumo ser citadino? Entre sociabilidades, mediações, órteses e próteses em Montes Claros/MG. Gustavo Souza Santos, UFMG, UNIFIPMoc.
Marketing inclusivo sob pressão: uma análise dos argumentos para se manter a diversidade como o ethos das marcas contemporâneas. Glaucia Neves, UERJ.
Discurso sustentável na moda: uma análise da comunicação da marca Lusco Fusco. Giselly Horta, UFF.
Quem é a mulher negra para a publicidade brasileira: um estudo sobre representações e estereótipos em campanhas publicitárias. Rogério Covaleski, Thainá Gomes de Lira Belém, UFPE.
Análise da publicidade digital: contribuições metodológicas da semiótica peirceana. Bruno Pompeu, Clotilde Perez, André Peruzzo, USP.
Como anda o trabalho criativo? Uma análise quantitativa da redação e da direção de arte em tempos de incertezas. Maria Cristina Dias Alves, USP; Juliana Petermann, UFSM.
Ética na atividade publicitária: contribuições de modelos de tomada de decisão. Mariângela Toaldo, UFRGS; Janderle Rabaiolli, UFSM; Fábio Hansen, UFPA.
“Trabalha e confia”: sentidos do trabalho na publicidade no estado do Espírito Santo. Livia de Silva Souza, Rosana Mauro, UFES.
Comentarista disfarçada: publicidade expandida, inteligência artificial e representação da mulher. Beatriz Beraldo, Carina Luisa Ochi Flexor, Fernanda Martinelli, UnB.
Tendências e percepções: mapeamento do GT Consumos e Processos de Comunicação na Compós. Carolina Minuzzi, Amanda Veríssimo da Silva, Anderson Scherer, UFRGS.
A cultura de “cria” no perfil @iae.break: influência digital e o consumo do turismo em favelas do Rio de Janeiro. Ana Clara Moreira e Vieira, Carla Pereira Barros, UFF.
Política de piedade e a violência contra a mulher na publicidade social. Ana Elisa Antunes Viviani, Maria Ogécia Drigo, Uniso.
GT Cultura das Mídias
Corpos em cena: representatividade e estratégias narrativas na terceira temporada de Bridgerton. Tatiana Siciliano, Programa de Pós-Graduação em Comunicação PUC-Rio. Bruna Aucar, PUC-Rio eTatiana Helich, PUC-Rio.
Caricatura e cultura cartoon em “irmão do jorel”: uma crítica metamidiática do cotidiano. Pedro Antun Lavigne de Lemos, UFOP. Bruno Martins, UFMG.
“Agora eu vou fazer do meu jeito”: A construção de anti-heróis e anti-heroínas na ficção seriada para streaming no Brasil. Simone Maria Rocha, UFMG; Mariana de Almeida Ferreira, Universidad Externado de Colombia; Gabriela Arcas Vieira, UFMG; Millena Ohana Santos Da Silva, UFMG
O fim do mundo é agora? A crise do futuro e o imaginário do fim nas ficções latino-americanas contemporâneas. Marina Burdman da Fontoura, PUC-Rio; Vera Lúcia Follain de Figueiredo, PUC-Rio
O mal-estar nos relacionamentos amorosos: a retórica da desistência no TikTok. Mayka Castellano, UFF e Tatiane Leal, UFRJ e Vinícius Machado, UFF
Cinema e teatro em vaga carne (ou as camadas de um metadrama). Bruna Oliveira, PUC Minas; Márcio Serelle, PUC Minas
Fragmentos na obra de dalton trevisan: o conto-reportagem, a cidade e a república. Cláudio Coração, UFOP; Thiago Siqueira Venanzoni, FMU – Faculdades Metropolitanas Unidas.
O mundo invertido dos anos 1980 em filmes de terry gilliam, david lynch e tim burton. Laura Loguercio Cánepa, Universidade Paulista; Rogério Ferraraz, Universidade Anhembi Morumbi
Humor na crítica militante de um ex-comediante: reação à quebra de tradições na invasão de stand-up de mulheres. Nara Lya Cabral Scabin, PUC Minas; Ivan Paganotti, Universidade Metodista de São Paulo; Cristina Junqueira Lacerda, PUC Minas
Análise discursiva pelo viés interseccional: proposta metodológico para estudo do Coletivo Pretas, Paridas de Amazônia. Claudiane Carvalho, UFBA; Luciana Guimarães Barbosa, UFPA
Diversidade e gramática transnacional na série brasileira De volta aos 15, da Netflix. Natalia Engler Prudencio, (ECA-USP)
Espetacularização, desinformação e radicalização em vídeos de prefeitos catarinenses no instagram. Amanda de Miranda, UFSC.
GT Epistemologia da Comunicação
CIRCUITOS E MIDIOSFERAS: mutação epistêmico-comunicacional na política de desinformação. Ada Cristina M. Silveira; Aline Roes Dalmolin. Universidade Federal de Santa Maria.
INTERSUBJETIVIDADE E COMUNICAÇÃO: abordagem filosófica e cultural de Vilém Flusser. Diogo Andrade Bornhausen. Universidad Austral de Chile e Centro Universitário Armando Álvares Penteado.
REVISÃO DE LITERATURA SISTEMÁTICA: um panorama metodológico das dissertações defendidas no PPGCom/UFT. Ingrid Pereira de Assis; Caroline Carvalho Silva; Vilma Oliveira do Nascimento. Universidade Federal do Tocantins
COMUNICAÇÃO E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: Interações, Simulação e Desafios Éticos na IA Generativa. Jullena Normando; Luiz Signates. Universidade Federal de Goiás.
ONTOLOGIA E EPISTEMOLOGIA DIASPÓRICAS: Prefácio à tradução de Um estranho familiar, de Stuart Hall. Liv Sovik. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
RESSONÂNCIAS CIENTÍFICAS NA EPISTEMOLOGIA DA COMUNICAÇÃO. Lucrécia D´Alessio Ferrara. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
ALGUNS ENCAMINHAMENTOS PARA A EPISTEMOLOGIA DA COMUNICAÇÃO A PARTIR DE SOHN-RETHEL. Manoel Dourado Bastos; Guilherme Bernardi. Universidade Estadual de Londrina.
TESTEMUNHO, ÉTICA DO CUIDADO E INJUSTIÇA EPISTÊMICA: elementos para uma epistemologia da comunicação. Maurício Liesen. Universidade Federal da Paraíba.
EXERCÍCIO EPISTEMOLÓGICO PARA A COMUNICAÇÃO ESPIRALAR: primeiros apontamentos. Maurílio Mendonça de Avellar Gomes. Universidade Federal de Minas Gerais.
MASS COMMUNICATION RESEARCH E O CAMPO DA COMUNICAÇÃO NO BRASIL: uma influência a ser relativizada. Otávio Daros. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
INTERFACES COMUNICACIONAIS: enfoques sobre a comunicação por campos vizinhos. Tiago Barcelos Pereira Salgado; Maria Ângela Mattos. Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Pesquisa (IDP, Brasília, DF);
LUGAR DE FALA: notas para uma releitura do conceito. Vera Veiga França. Universidade Federal de Minas Gerais.
GT Estudos de Cinema, Fotografia e Audiovisual
Primeiro Congresso Meridional Integralista: um filme de extrema direita. Arthur Autran, UFSCAR
Uma zona toda sua: memórias prostibulares no cinema documental. Juliana Gusman, USP
O CURSO DAS COISAS: a narrativa cinematográfica entre contingência e causalidade. Luiz Carlos de Oliveira Jr. UFJF
TERROR TERRITORIAL: a figura do corpo-edifício no cinema brasileiro de ficção recente. Romane Carriere, Ecole Normale Supérieure de Lyon
A Transparência Fotográfica e a Ontologia da Fotografia. Hermano Callou, UFRJ
LUTA DE CLASSES LITERAL: Violência explícita no cinema brasileiro contemporâneo. Mariana Souto, UnB, e Felipe Polydor, UnB.
A poética do arquivo em John Akomfrah. Rodrigo Sombra, UFMS
O HERÓI CORROMPIDO NAS OBRAS COREANAS: Sobreviventes depois do terremoto (2023) e Round 6 (2021- 2024). Carla Souza, Universidade Federal do Rio Grande do Norte
ESPECULAR UM CINEMA DE FRONTEIRAS: a experiência contra-anestética em EAMI, de Paz Encina. Ana Clara Silva Mattoso, PPG-COM – UFRJ
‘A REALIDADE É A REALIDADE’ OU O CAMINHO DO MEIO: a tarefa reflexiva, mediação, pós-cinema e um de filme de Quentin Dupieux. Julio Bezerra, UFMS
Mundos (Im)Possíveis em Estrada Perdida (1997). Pedro Henrique Villela de Souza Ferreira, PUC-Rio.
TRAUMAS TROPICAIS: violência e melodrama em “Propriedade”, de Daniel Bandeira. Renato Souto Maior Sampaio, Unicamp
GT Estudos de Comunicação Organizacional
Comunicação organizacional e diversidades: práticas da estratégia discursiva cínico-degenerativa. Rudimar Baldissera, Bruno Garcia Vinhola, Diego Wander Montagner, Renata Karoline Kehl e Sérgio Gabriel Fajardo (UFRGS)
Comunicação pública e eleições: o acontecimento das Enchentes de 2024 e sua tematização no HGPE de Porto Alegre. Fiorenza Zandonade Carnielli (UFRGS), Sara Alves Feitosa (UNIPAMPA) e Janaina Gomes (UFSM)
Comunicação pública no âmbito do consórcio interestadual de desenvolvimento sustentável da Amazônia: transparência e interesse público. Cynthia Mara Miranda (UFT), Janine de Kássia Rocha Bargas (UFCSPA) e Lucas Milhomens (UFAM)
Conectados e dispersos: tecnologia, cotidiano e desafios no ambiente organizacional. Camila Mantovani (UFMG)
Desinformação e relações de confiança: a experiência do movimento HipHop da RMBH. Emanuela de Avelar São Pedro e Fábia Pereira Lima (UFMG)
Diversidade para quem? Ascensão e queda das políticas de diversidade, equidade e inclusão no Facebook/Meta. Igor Lacerda (UNIFESP), Ricardo Ferreira Freitas (UERJ) e Jorgiana Melo de Aguiar Brennand (IBMEC-RJ)
Doodles da diversidade e do orgulho LGBTQIA+: tematizações, sentidos e tokenismo nos discursos organizacionais da plataforma Google. Mariana Ramalho Procópio (UFV) e Maúricio João Vieira Filho (UFJF)
Entes organizacionais e a construção discursiva do desastre: relações de poder e disputas de sentido na CPI da Brasken. Laura Pimenta e Emanuelle Gonçalves Brandão Rodrigues (UFAL)
Interseccionalidade na práxis da Comunicação Organizacional em cenas literárias. Renata Andreoni, Cleusa Maria Andrade Scroferneker e Rosângela Florczak de Oliveira (PUC-RS)
Quando a comunicação pública é silenciada: legislação eleitoral e o direito à informação nas capitais brasileiras nas eleições de 2024. José Agnaldo Montesso Junior (USP), Carolina Frazon Terra (USP), Julia Machado Biasibetti (PUC-RS) e Rafaela Redin Rubert (PUC-RS)
Relacionamento de organizações com fãs mirins: o caso da collab Carmed-Fini. Monica Fort (UTP), Karine Moura Vieira (UNIFATEC) e Ana Paula Heck (UNIFATEC/ UNIASSELVI)
Soberania Digital e Informacional: desafios da gestão de tecnologias, da comunicação pública e os reflexos para cidadania. Michele Goulart Massuchin, Camila Quesada Tavares e Naiza Comel (UFPR)
GT Estudos de Jornalismo
Lei de Acesso à Informação e os ruídos na comunicação pública a partir de pedidos formulados por jornalistas em 10 anos de vigência da LAI. Francisco Gonçalves / Fernando Oliveira Paulino. UNB.
O que conecta os públicos ao jornalismo local: hábitos, interesses, sustentabilidade, engajamento e participação em Florianópolis. Andressa Kikuti Dancosky / Jacques Mick / Samuel Pantoja Lima / Lucas Santos Carmo Cabral / Gabriela Bregolin Grillo / Denis Berté Sálvia. UFSC.
Jornalismo e xenofobia: outrificação e vulnerabilização humana. Antonio Fausto / Carlos Alberto de Carvalho. UFMG
Acuracidade da IAG na identificação de fake news: experimento em sistemas em período de eleições municipais no Brasil. Guilherme Carvalho / Armando Kolbe Junior. Uninter / UEPG / UFSC.
Confiança no jornalismo e orientação política. Magali Moser / Frederico Oliveira. UFBA.
É possível imaginar um jornalismo de reparação? Desafios na busca pelo direito ao tempo a partir da leitura de jornais escravocratas. Phellipy Jácome / Bárbara Maria Lima Matias / Jessica Almeida / Joana Suarez. UFMG
Espaços de Trabalho como Locais de Formação da Identidade Jornalística. Fábio Henrique Pereira / Thales Vilela Lelo / Gabriela Silva Meneses. Un. Laval – Canadá / UFMG / UNB.
Os manuais de redação como contexto de justificação do conhecimento: um olhar para o jornalismo de posição de Alma Preta e AzMina. Cicélia Pincer Batista / Gean Oliveira Gonçalves. ESPM / FIAM-FAAM.
Obra cultural e científica: Contribuições de Otto Groth para a construção de Teorias do Jornalismo. Lilian Ferreira Magalhães. UEPG
Baianas na TV: uma abordagem interpretativa da notícia. Renata Oliveira. USP
“Guerra às drogas”, genocídio negro e o racismo epistêmico do jornalismo. Carla Siqueira. PUC-RJ.
Jornalismo etnográfico em coberturas de longa duração: Considerações sobre a relação entre repórter e personagem no caso Rafael Braga. Luiza Schelgshorn dos Santos de Sansão / Itala Maduell Vieira / Leonel Azevedo de Aguiar. PUC-RJ.
Estudos de Memória e Comunicação
A comunicação dos objetos: contracolonialidade e memória na arte de Ibrahim Mahama. Eliete Pereira (Unifesp)
A memória da guerrilha sob disputa: Viagem à Luta Armada (1996) escrevendo, tensionando e combatendo (n)o tempo lutado. Lucas Guimarães Resende (UFMG)
A memória visual da contracultura nas capas dos discos dos Mutantes. Herom Vargas Silva (Mackenzie)
A noção de memória em Manoel de Barros. Gustavo Silva (UnB)
A schindlerlização da memória nos testemunhos audiovisuais do Museu do Holocausto: uma análise dos arquivos da Fundação Shoah em Curitiba. Rafael Tassi Teixeira (Unespar)
Do Cineteatro 5 de Junho ao Cine Jaguar: memória e resistência. Rodrigo Lopes (UFC)
Entre likes e lapsos: reflexões sobre a fragilidade da memória na era dos algoritmos. Nicolly Barbosa Credi-Dio (UFES) e Rafael da Silva Paes Henriques (UFES)
Entre mortos e (des)identificados: santos, devoções e disputas de memórias em meio à Caminhada da Seca. Daniel Macêdo (UFMG)
Memória e Comunicação: uma década da trajetória de um Grupo de Trabalho. Anna Cavalcanti, Luciana Amormino (UFMG), Ana Paula Goulart Ribeiro (UFRJ), Barbara Heller (Unip), Mônica Rebecca Ferrari Nunes (ESPM-SP) e Priscila F. Perazzo (USCS)
Memórias, imagens e afetos em arquivos de crowdsourcing da pandemia. Daniele Ribeiro (UERJ) e Denise Salles da Costa (UERJ)
O desenho como contra-inscrição da memória: reimaginando arquivos fotográficos. Greice Schneider (UFS) e Diego Granja do Amaral (UEM)
Reset Brasil, entretenimento que reinicia a história: a peça teatral que reconstrói uma memória silenciada. Carolina do Nascimento (ESPM-SP)
GT Estudos de Som e Música
“Los fascistas no bailan en nuestra obscuridad?”: Seguindo as pistas digitais de um caso de cancelamento na subcultura gótica. Adriana Amaral, Unip; Stella Mendonça Caetano, Unisinos-RS
Multicartografias de cenas de São Paulo e Rio de Janeiro. Micael Herschmann, Cíntia Sanmartin Fernandes, Flávia Magalhães Barroso, Simone Luci Pereira. UFRJ, UERJ, UFRJ e UNIP-SP
As dissidências corpossonográficas das imagens de controle no bregafunk. Ítalo Rômany de Carvalho Andrade e Daniel Meirinho, UFRN
Empreendedorismo do pop: produtos não-oficiais e práticas de consumo. Ayla Pinheiro Gomes e Júlia Ourique, UFF e UERJ.
“O difícil nunca será estar e sim permanecer”: desafios e experiências das mulheres na produção musical brasileira. Beatriz Medeiros e Melina Aparecida dos Santos Silva, Universidad Mayor (Chile) e UFF.
Interagindo com filmes-arquivos: reações do público aos trailers de documentários musicais. Diogo Cunha e Simone Pereira de Sá. UFF e UFF.
Um axé pra lua: os 40 anos da axé music na perspectiva da cena musical em espiral. Nadja Vladi Gumes e Tatiana Rodrigues Lima. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
“Eu vou tacar fogo na pista antes que a noite acabe”: escuta conexa e corporeidades dançantes na música popular massiva. Jeder Janotti Junior e Winglison Henrique do Nascimento Tenório. UFPE e UFPE.
Panauralidade e audibilidade musissônica: Diálogos Afirmativos entre Estudos de Som e Música. Vinícius Andrade Pereira e Cássio de Borba Lucas. UERJ e UERJ/UFRJ.
Por uma metodologia de análise narrativa das audiovisualidades musicais em rede: narratividade pop, persona musical e a dimensão dramatúrgica na linguagem do videoclipe. Leonam Dalla Vecchia. UFF.
Manipulando métricas, redefinindo charts: as práticas de data fandom entre fãs brasileiros do BTS. Natália Santos Dias. UFMG.
Minhas bonecas vou encontrar: a amizade como um fator de modulação de cenas musicais fortalezenses a partir da Berlim Tropical. Gabriel Holanda Monteiro. UFPE.
GT Estudos de Televisão
Análise da telenovela Pantanal: mediações, estética e função social conectadas ao ESG. Marcella Ferrari Boscolo e Maria Ignês Carlos Magno, Anhembi Morumbi.
Por uma teoria dos arquivos e repertórios televisivos: Rodrigo Apresentador, memetização e normatividade queer. Thiago Soares, Eduardo Rodrigues e Flávio Marcílio Maia, UFPE.
Literacia do fã em animês: a ressignificação do cânone de Shingeki no Kyojin no Youtube. Daiana Sigiliano, Júlia Garcia e Gustavo Furtuoso, UFJF.
Produção virtual na dramaturgia da Globo. João Carlos Massarolo e Dario de Souza Mesquita, UFSCar.
Entre passados, presentes e futuros: articulações temporais na série Fantástico 50 anos. Fernanda Mauricio, UFMG; Jussara Peixoto Maia, UFRB e Júlia Alvarenga, UFMG.
Streaming como um problema político: análise e impactos dos Projetos de Lei para o audiovisual brasileiro. Wagner Dornelles e Daniel Rios, UFF.
O arquivo na pesquisa em história da televisão: improviso, colecionismo e ausência de políticas públicas. Igor Sacramento e Gêsa Cavalcanti, Fiocruz.
Telenovela brasileira e Brasil profundo. Maria Immacolata Vassallo de Lopes, USP.
Muito além do pitching: os roteiristas brasileiros e as plataformas de Streaming. Tábata Clarissa de Morais, UFPB.
Sobre consumo e produção transmidia: Imagem audiovisual segue soberana. Alexandre Kieling, Universidade Católica de Brasília.
Audiovisual em rede e dissidências sexuais: narrativas e reconhecimento. Tiago Roberto Ramos, UFPR.
O motivo da ausência: a figuração materna em Fleabag. Daniel Augusto de Assunção, UFMG.
GT Estudos Radiofônicos
Por um rádio que rompa silêncios e silenciamentos: referenciais epistemológicos de raça e gênero para pensar o jornalismo sonoro. Alice Oliveira de Andrade, Universidade Federal de Sergipe (UFS)
O estúdio virou terreiro?! – Irradiações da macumba pela rádio Tupi em 1936. Bárbara Regina Altivo; Nísio Teixeira; Pedro Henrique Magalhães Mendonça, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
SONS DO SABER: Representações da ciência em podcasts lusófonos no Spotify. Branco Di Fátima; Juliana Marques Borghi, Universidade da Beira Interior (UBI); Universidade Federal do Paraná (UFPR)
ANÁLISE RACIAL CRÍTICA DE PODCASTING: uma proposta metodológica. Paulo Fernando de Carvalho Lopes; Márcia Gomes da SILVA, Universidade Federal do Piauí (UFPI)
A música em podcasts narrativos: diálogos entre estudos de rádio e de som no cinema. Carlos Jáuregui; Eduardo Vicente, Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Universidade de São Paulo (USP)
ESTUDOS RADIOFÔNICOS E O CAMPO DA COMUNICAÇÃO: construção de um mapa de territórios e interfaces inter e multidisciplinares. Nelia Rodrigues Del Bianco, Universidade de Brasília (UnB)
HISTÓRIAS DE VIDA DAS PROFISSIONAIS DA RÁDIO UNIVERSIDADE FM (106,9): um retrato do ano de 2024. Izani Mustafá, Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
DIVERSIDADE NAS EPISTEMOLOGIAS DE PESQUISAS SOBRE PODCASTING COM PERSPECTIVA DE GÊNERO. Daniela de Oliveira Universidade Estadual Paulista (Unesp)
DESAFIOS À SUSTENTABILIDADE DA EXPANSÃO DA REDE NACIONAL DE COMUNICAÇÃO PÚBLICA DE RÁDIO. Isabela Vieira; Marcelo Kischinhevsky Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
TEM JORNALISTA NEGRA NO RÁDIO ESPORTIVO MINEIRO?: a tripla opressão em ambiente branco e machista. Karina Carolina Peres Santos; Nair Prata Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP); Universidade FUMEC
MEMORICÍDIO E HISTÓRIA DO RÁDIO NO BRASIL: vestígios do apagamento cultural de mulheres. Raphaela Xavier de Oliveira Ferro; Valci Regina Mousquer Zuculoto, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
RÁDIO E METODOLOGIAS: uma proposta para investigar a caracterização de produtos midiáticos radiofônicos. Roscéli Kochhann; Claudia Irene Quadros, Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT); Universidade Federal do Paraná (UFPR)
GT Imagem e Imaginários Midiáticos
MAGENS ALÉM DE TUDO: a destinação simbólica e o signo da denúncia na circulação de uma imagem do genocídio Yanomami. João Damasio da Silva Neto, Universidade Federal de Uberlândia; Marlon Santa Maria Dias, Universidade Comunitária da Região de Chapecó
IMAGENS INTERVENCIONADAS: memória e espectorialidade. Denize Araujo, Universidade Tuiuti do Paraná – UTP
PROPOSIÇÃO METODOLÓGICA DE ANÁLISE DO IMAGINÁRIO. Caroline Uniga, UFPR
TRADIÇÕES IMAGINÁRIAS NA FOLHINHA DE MARIANA: almanaque epigrafado e temporalidades. Frederico de Mello Brandão Tavares, Universidade Federal de Ouro Preto, Paulo Bernardo Ferreira Vaz, Universidade Federal de Ouro Preto, Marcelo Afonso, Universidade Federal de Ouro Preto.
ESTUDOS BRASILEIROS DO IMAGINÁRIO NA COMUNICAÇÃO: pioneiros, heurísticas e dificuldades. Ana Taís Martins, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
O corpo totêmico como unidade mágica: uma concretude para as noções de magnificação. Leonardo Patikowski, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS.
O Retorno Mítico à Terra-Mãe: a comunicação simbólica com a África negra através dos ritos. Alan Soares, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
CRIAÇÃO DE IMAGINÁRIOS ENTRE A POÉTICA, A ESTÉTICA E AS TECNOLOGIAS A PARTIR DO “PROJETO ESPECTROS COMPUTACIONAIS”, LUIZA HELENA GUIMARAES, Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP)
O QUE TORNA O PRECONCEITO VISÍVEL?: uma análise do perfil @racismoinvisivel no Instagram. Tales Vinicius Lourenço, Universidade Estadual de Londrina – UEL
A TEMPORALIDADE DOS MULTIVERSOS DIGITAIS: o futuro como repetição de presentes sobrepostos. Eduardo Duarte, Universidade Federal de Pernambuco, Isadora Rodrigues, Universidade Federal do Cariri
Mito e imaginário na obra de Ailton Krenak, Florence Marie Dravet, Universidade Católica de Brasília, Míriam Silva, Universidade de Sorocaba.
O AMBIENTE E O DESEJO: as teorias da imagem e a produção visual bolsonarista, Alberto Klein, Universidade Estadual de Londrina.
GT Materialidades Digitais e Práticas Comunicacionais
“Bora monetizar!”: trocas de engajamento e a busca coletiva por visibilidade no TikTok – Issaaf Karhawi (USP), Willian Fernandes Araujo (Unisc)
A PLATAFORMIZAÇÃO DO GRUPO GLOBO: o uso e a infraestrutura dos dados – Ana Flávia Marques da Silva (USP)
AMBIENTE DIGITAL DE ALTA FREQUÊNCIA: uma análise do regime de temporalidade do TikTok – Paula Cardoso Pereira (UFRJ)
AUTENTICIDADE NO BEREAL: a emergência de uma categoria central via Teoria Fundamentada – Laura Colombo Guarese (Feevale), Sandra Montardo (Feevale)
BARREIRAS À ENTRADA EM MERCADOS DIGITAIS – Helena Martins do Rêgo Barreto (UFC)
Contrapeso às Plataformas no Jornalismo? Reflexões sobre a aplicabilidade do conceito – João Pedro Malar Massa (USP), Lizete Barbosa da Nóbrega (USP), Vitor Souza Lima Blotta (USP)
Contratos, reposicionamento de mercado e gamificação da Twitch no Brasil – Kennet Medeiros (UFF)
GAME DESIGN PLATAFORMIZADO: Paradigmas de criação de jogos na documentação do Roblox Studio – Alexander Catunda Carneiro (UFCA)
Métodos Digitais e Epistemologias Emergentes no Estudo do Discurso em Plataformas – Raquel Recuero (UFPel/UFRGS)
MOVIMENTOS DATAFICADOS E RESISTÊNCIA ESTUDANTIL: usos táticos das materialidades da colaboração mediada por algoritmos – Ana Lidia Resende Paula (UFJF), Kérley Winques (UFJF)
O trabalho do meme em humor anti-veg*nismo no Instagram: Reflexões sobre discurso de ódio e regulação das redes sociais – Thiago Costa (UERJ)
SOCIOMATERIALIDADES DO ESQUECIMENTO E POLÍTICAS DAS PLATAFORMAS: desafios para preservar rastros digitais do 8 de janeiro – Marcelo Alves (PUC-Rio)
GT Práticas Interacionais, Linguagens e Produção de Sentido na Comunicação
PODE-SE EXPLICAR O JORNALISMO PELO SEU DISCURSO? Reflexões epistemológicas para uma matriz teórica do campo. Ângela Teixeira de Moraes (UFGO) e Rogério Pereira Borges (UFGO).
CENSURA E LIBERDADE DE EXPRESSÃO: os discursos do livro de Coriolano Fagundes. Giancarlo Backes Couto (PUC/RS) e Cristiane Freitas Gutfreind (PUC/RS).
DESINFORMAÇÃO EM PERSPECTIVA SEMIÓTICO-INTERACIONAL. Conrado Moreira Mendes (PUC/MG).
PADRÃO DA DESINFORMAÇÃO CONTRA OS POVOS INDÍGENAS: enquadrando as fake News checadas pela agência Lupa. Allysson Viana Martins (UNIR).
CORPOREIDADE COMO ABORDAGEM TEÓRICA: uma discussão das relações interacionais na performance de cantores(as) populares. Marina Santiago Dalton (UnB) e Fabíola Calazans (UnB).
VOZES COMUNITÁRIAS E JUSTIÇA AMBIENTAL: a visão de jornalistas independentes que atuam em comunidades costeiras de Recife e região. André Wolmer (University of Western Ontario), Amanda Grzyb (University of Western Ontario) e Luciana Miranda Costa (UFRN).
MODOS DE VIVER, SITUAÇÕES DE EXCLUSÃO, DIGNIDADE HUMANA: desdobramentos da alteridade e da interação. Kati Caetano (UTP) e Júlio César Rigoni Filho (UTP)
O PAPEL MEDIADOR DA PRIMEIRA-DAMA: análise semiótica do vestuário usado por Janja e Melania Trump nas cerimônas de posse em 2023 e 2025. Deniza Gurgel (IDP) e Luciana Andrade Gomes Bicalho (IDP)
ESTRATÉGIA ENUNCIATIVA DOS LUGARES DE FALA: reconhecimento praxiológico do objeto de conhecimento comunicacional. Phillipp Dias Gripp (UFSM).
A DISPUTA PELO CONTÁGIO ENTRE O GOVERNO PAULISTA E OS SINDICATOS NA GREVE DOS METROVIÁRIOS. Luiza Eltz (PUC/SP).
‘BOY DODÓI’: as narrativas de mulheres em quadrinhos digitais e a representação da masculinidade hegemônica. Marco Túlio Pena Câmara (UFT) e Nara Bretas Lage (UEMG).
MADE IN BRASIL: a construção da imagem de país em produções audiovisuais para o público internacional. Bruno Jareta de Oliveira (UNESP) e Pedro Henrique Nakamura (UNESP)
GT Processos Comunicacionais, Infâncias e Juventudes
Aprendendo com as Lentes da Cidadania: A Experiência da Fotografia na Escola. Alissom Brum, Feevale
Audiovisual para primeira infância: análise da série Me Explica!. Juliana Tonin, Paris-Sorbonne; Jhonatan Mata, UFJF; Sara de Moraes, UFJF
Celulares, crianças e adolescentes no brasil: uma análise crítica dos discursos de proteção do Governo Federal. Georgia Cruz, UFC; Renata Othon, UnB; Brenda Guedes, UFC; Bárbara Janiques de Carvalho, CICS.NOVA
Entre a cartografia e o protocolo: diálogos ético-metodológicos em uma pesquisa-intervenção sobre imagem corporal positiva com adolescents. Simone Faustino da Silva, UFC; Inês Silvia Vitorino Sampaio, UFC
Entre monstros e rebeldes: novas configurações das narrativas infantis. Pedro Henrique Alves Silva, UFF
Exposição e mal-estar no TikTok: percepções de uma influenciadora adolescente sobre riscos. Irislaine Pierro, UFC
Generación eureka: práticas de participação midiática infantil na TV convergente desde a Colômbia. João Cavalcante, UFC
O jornalismo infancializado: as posições-sujeito das crianças nas reportagens da Agência Mural. Thais Furtado, UFRGS; Anna Carolina Ortega, UFRGS
O que deixamos para trás: representações da experiência adolescente dissidente em The Last of Us. Bernardo Cortizo de Aguiar, UFPel; Máira de Souza Nunes, Uninter
Polarização e projeção na política: Apontamentos sobre as capacidades deliberativas dos adolescents. Vitor Braga, UFA; Tatiana Guenaga Aneas, UFS
Publicidade, educação e cidadania: proposta de modelo de literacia publicitária para crianças e adolescents. Pâmela Craveiro, UFMT; Arthur Germano Nolasco Rucks, UFMT
Sanko familly: advocacy shareting e aquilombamento digital nas práticas digitais de uma família Negra. Jackeline da Costa, UFF
GT Recepção, Circulação e Usos Sociais das Mídias
Estudos de recepção e as pesquisas na interface migrações e tecnologias digitais. Denise Cogo, Escola Superior de Propaganda e Marketing e Liliane Dutra Brignol, Universidade Federal de Santa Maria.
Apontamentos metodológicos para uma semiopragmática na recepção: interações, marcas e consumidores no contexto dos games infantis. Eneus Trindade Barreto Filho e Karla de Melo Alves Meira, Universidade de São Paulo
Cinema indígena e recepção: os hábitos de consumo na recepção de filmes indígenas. Márcia Gomes Marques e Cid Nogueira Fidelis, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
Da teoria à prática: tecnologias e percepção social no combate ao fluxo da desinformação. Cláudia Galhardi, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e Walter de Sousa Junior, Universidade de São Paulo.
Tratativas para retomar a análise das pesquisas de recepção e consumo midiático: a produção de 2021 a 2025. Nilda Jacks, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Denise Teresinha da Silva, Universidade Federal do Pampa.
Fotografia e pertencimento: narrativa fotoetnográfica e modos de sociabilidade na Vila Torres em Curitiba pelo olhar de seus moradores. Magno van Erven, FAE – Faculdade de Administração e Economia – Centro Universitário Campus Curitiba
Estudos de recepção na era da dataficação: início de uma discussão sobre novas propostas teórico-metodológicas. Raquel Evangelista, UERJ.
Metodologias para pesquisas de recepção de telenovela: miradas possíveis. Camila da Silva Marques, Universidade Federal da Integração Latino-Americana.
Lost media: os relegados pela lógica da indústria midiática. Bernardo Fontaniello e Vitória Lopes Gomez, Universidade Estadual Paulista.
A centralidade da comunicação nos estudos de fãs no brasil. Giovana Santana Carlos, Unisinos; Sarah Moralejo da Costa, UFRGS e Eloy Santos Vieira, UFS.
Desinformação, pós-verdade e a ciência do absurdo: análise do canal “Ajuda para Vacinados” do Telegram. Laura Seligman, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul – UFMS.
O idoso não é um público para a comunicação: estado da arte sobre as pesquisas da pessoa idosa como sujeito pesquisado. Thiago Amorim Caminada e Nathalia A. L. Haida, Universidade Federal do Paraná – UFPR.